O Plaza Food Hall, agora com mais food e mais hall.

Em setembro de 2010, falei aqui da abertura do Plaza Food Hall, a praça de alimentação do tradicional Plaza Hotel. Bem, vou falar de novo. Não só porque o local está bombando (a espera na fila chega fácil a 45 minutos)  como também porque estão acrescentando novidades a cada dia.

Essa semana o chef Todd English, o grande responsável pelo sucesso dessa finérrrima square of alimentation, ganhou mais espaço. Além de uma área maior de pratos “pra viagem”, English criou um novo balcão de pastas (de mármore de Carrara!) e, atenção, pessoal!, um cocktail-bar! Não é exatamente o Oak Room, fechado alguns meses atrás, mas continua sendo no Plaza…

E em abril as novidades continuam. O hotel está substituindo as chamadas non-food stores por griffes do tipo La Maison du Chocolat, Tartinery, Lady M Cake Boutique, Luke’s Lobster, Sushi of Gari, além de outras.

Vale anotar. Além de ser um local carregado de história, o endereço é estratégico: perto de tudo o que 99% das pessoas vêm fazer em New York. Estou errada?

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O Yotel de Heathrow aterissa em Manhattan.

O Yotel, que muitos já conhecem dos aeroportos de Londres e Amsterdam, abriu há apenas dois meses e já está bombando aqui em New York. Primeiro de tudo, pelo preço, que pode chegar a $ 149.00 (tarifa promocional). E, depois, pela tecnologia que envolve o projeto.

 

Check-in and out automático; robot para guardar a bagagem; free wi-fi (repito: free wi-fi!); flat screen TV; workstation com todos os plugs necessários; janelas até o chão; camas que viram sofá; chuveiros monsoom (que molham até pensamento); serviço de concierge 24/7 com o nome de Mission Control (resolve qualquer pepino); terraço  – com cabanas infláveis – que à noite se transforma num lounge. E o restaurante Doyho, cujas mesas desaparecem no chão se você quiser fazer um evento.

 

Tudo isso muito perto de Times Square: 570 da 10th Avenue (com a 42th Street). É muita banana para pouco tostão (como se dizia nos idos de…)? Qual é o catch, então? Na verdade, seria só o tamanho dos quartos. Para começar, eles não chamam de “rooms” mas sim de “cabins”. E, se você olhar as plantas no site, vai ver que o aproveitamente do espaço é extremamente inteligente. E, pagando mais, você pode sempre ter uma cabin maior para as inúmeras sacolas que certamente vai acabar acumulando.

 

Sem nenhuma intençao de fazer publicidade (pois não ganho para isso), o Yotel é a solução para quem procura um hotel state-of-the art por menos de 200 dolares…

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Plaza Food Hall: mais um mercado na cidade.

Basement à base de delícias

Não é novidade. Na verdade, abriu faz mais de dois meses. Mas é tão “in” que não posso deixar de registrar. Estou falando do Plaza Food Hall que transformou o basement do Plaza Hotel num mercado (coloque mercado nisso!) inspirado no San Lorenzo de Firenze e no Harrod’s de Londres.

É uma mistura de feira, pratos pra viagem e refeições informais em seis diferentes estações. A principal delas é uma espécie de filhote do famoso Plaza Oyster Bar: você senta lá (quem gostar, é claro, já que eu abomino) e se delicia com ostras (iéqui!), peixes variados e quetais.

Mas também tem a estação do hamburger, com açougue ao lado. E a do sushi. E a do dumpling. E a da pizza. E por aí afora. E você também pode comprar flores. Ou ter aulas de culinária. Ou seguir os vários eventos do calendário. Sem falar no Central Park, across the street, onde você pode queimar as calorias tão deliciosamente adquiridas.

Bom, definitivamente parece que virou moda. Chelsea Market. Plaza Food Hall. Eataly. E também o Food Parc, que deve abrir em 2011 no Kimpton Hotel. Tudo bem. Enquanto a balança e o orçamento permitirem, vamos aproveitar!

Em tempo: não posso deixar de citar a Vinegar Factory, pela qual me apaixonei muito antes de vir morar em New York. A “Fábrica” faz parte do império gastronômico de Eli Zabar – que vai do Eat, vizinho do Metropolitan Museum, até o Farmers Market de Amagansett, em Long Island. A Vinegar Factory é um espaço maravilhoso aberto em 1993, na rua 91, entre a 1a. Avenida e a York. É mais mercado do que restaurante, mas tem pratinhos deliciosos e um brunch aos domingos que costuma dar casa cheia.

E por hoje é só. Mesmo porque já estou ficando com fome…

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O que é que Moby-Dick tem a ver com o novo Gansevoort Hotel, na Park Avenue?

Bom, primeiro de tudo é importante lembrar que o hotel inaugura bem a tempo para a VnVNY2011. Abrindo parêntese: você já sabe da Primeira-Mega-Hiper-Super-ConVnVenção-Internacional que acontecerá aqui em NY em abril do ano que vem , certo? Just in case, dê um pulinho na Majô para se inteirar do assunto. Fechando parêntese.

Voltando ao hotel. Sim, o Gansevoort da Park (esquina da 29th) vai ser uma filial do famoso hotel da rua do mesmo nome, no Meatpacking District. Como se costuma dizer no Bananão: coisa fina! Lobby de três andares, piso de granito, uma mega lareira, candelabros, o diabo. Com 249 luxuosíssimos apartamentos  e não sei quantas suítes, o hotel ainda conta com uma piscina no roof, lounge para festas, e vistas deslumbrantes.

Restaurantes, sendo o principal deles de cozinha italiana. Um bar cuja decoração procura reproduzir os ambientes secretos do tempo da Lei Seca. Spa. Gym. Beauty Salon. Yoga. Etc. Tudo obviamente por um preço cuja “salgabilidade” vamos conhecer em breve.

Não me confundam com a baleia do Twitter.

Bom, mas onde é que entra Moby-Dick nessa história? Seguinte: a Gansevoort Street, onde surgiu o primeiro hotel, é uma homenagem a Peter Gansevoort, herói da Guerra de Independência: foi ele que defendeu o pedaço contra os ingleses. Agora veja você: o Peter, além de herói de guerra, foi também cervejeiro e avô de Herman Melville - autor justamente do clássico Moby-Dick.

Cultura inútil? Peut-être, mas é que acho incrível como as coisas mais disparatadas acabam se relacionando. E isso pode dar motivo pra você conhecer o hotel, ler sobre o Peter, reler Moby-Dicky, rever o arrastado mas fascinante filme de John Houston, tomar uma cerveja ou dedicar-se ao pacífico esporte do Whale Watching… A escolher.

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