A New York da Dri Miller.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Metrô! Mas acho que mais por puro costume do que praticidade… Já saio do avião procurando as placas indicando o caminho pros transportes públicos!

E a pior experiência que já tive em NY foi tentar alugar um carro no aeroporto e chegar até a 58th com a 5th! Acho que demorou umas 3 horas….

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Procurar a Deli da vizinhança! Não tem coisa melhor do que uma autêntica Deli Novaiorquina! Assim já faço reconhecimento de território pois sei que grande parte das refeições serão por ali. Sempre uma boa opção pra comer bem sem gastar muito tempo nem dinheiro.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Entro em qualquer lugar! Se tiver alguma data especial, alguma comemoração ou estiver muito a fim de conhecer determinado restaurante, faço reservas com antecedência; mas no geral, numa cidade tão diversificada como Nova Iorque acho um crime ficar indo sempre aos mesmo restaurantes que todo mundo!

 

Acho Nova Iorque uma daquelas cidade que tem tanto de tudo que é impossível escolher “o melhor” de qualquer coisa, então prefiro desbravar novas possibilidades, esperimentar bairros, culinárias e redes que nunca tinha ouvido falar antes.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Evito o roteiro de compras a todo custo!

Com tantas opções culturais na cidade, prefiro gastar meu dinheiro “vivendo” Nova Iorque, fazendo as coisas que são únicas na cidade.

Além disso, talvez por morar em Londres, não acho que NY oferece nada de novo em relação a compras, e mesmo com uma certa diferença de cambio, não acho que seja vantajoso o suficiente trocar horas no MOMA por horas nas lojas da 5ª Avenida, por exemplo.

Meu programa preferido é justamente não fazer nada, caminhar sem rumo pela cidade, parar pra tomar café numa Deli, entrar numa lojinha na esquina, admirar os prédios.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Times Square!

Ao mesmo tempo que é a parte mais louca e mais caótica da cidade, é também a área que mais tem cara de NY, a mais reconhecível e única!

Luzes de neon, cruzamentos loucos e billboards existem em vários lugares do mundo, mas nunca como a Times Square!

Só sinto que estou em Nova Iorque depois de passar por lá!

 

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Nunca fui a nenhum…

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Evite fazer oque todo mundo já fez!

Nova Iorque tem TANTA coisa legal pra fazer, pra conhecer, pra comer, pra assistir, pra fazer, pra viver! Arrisque um pouco e descubra qual a sua NY.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Que conheci o mundo!

Nenhuma cidade é tão reconhecível e familiar no mundo quanto NY. São tantos filmes, livros, seriados que é impossível não se sentir em casa por lá.

Então NY tem aquela sensação única de centro do universo, uma ilha-umbigo que pode oferecer tudo que mundo tem de melhor (e pior!) em poucos quilometros quadrados!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Museu da Imagem em Movimento: o maior movimento em Astória.

Imagem estática do Museum of the Moving Image...(foto gentilmente surrupiada do site do museu).

Tudo começou quando o cinema aprendeu a falar. A Paramount Pictures criou um complexo de produção em Astoria, mas a coisa foi rapidamente para o brejo. É que toda a patota da assim chamada 7a. arte parece que combinou de mudar pra California. Bom, em 1988 parte das instalações acabaram dando lugar ao Museu da Imagem em Movimento que passou a mostrar os bastidores da produção cinematográfica. O problema é que, por falta de dinheiro ou por falta de atenção, o museu envelheceu mais do que as imagens que ele exibia.

Agora corta para 2011: com uma injeção de verba e de vontade de fazer, o novo Museum of the Moving Image abre suas portas com um acervo enriquecido e com toda a tecnologia expositiva (existe a expressão?!) que você possa imaginar. Segundo os curadores, a idéia é resumir, num edifício, a essência de um mundo cada vez mais cercado de imagens: do cinema à televisão ao Ipad ao Iphone ao monitor do taxi, da poltrona do avião, etc, etc.

Seja qual for a explicação, a visita vale a pena. Tudo o que tenha relação com a imagem em movimento (e que valha a pena ser mostrado) está lá. Exemplo: a dentadura que Marlon Brando usou no Poderoso Chefão. Precisa dizer mais?

Sim. Talvez lembrar que Astória, onde fica o museu, possui a maior concentração de brasileiros de New York City. Quer dizer, você sempre vai encontrar um arroz com feijão pra repor as energias…

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A New York da Anna Bárbara.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Geralmente ia para o hotel de shuttle (esse ou esse). Saía do desembarque, procurava o Ground Transportation e agendava ali na hora o serviço de van. Da última vez, resolvi comparar o preço do táxi e do shuttle e vi que, indo com duas ou mais pessoas, o valor do táxi compensava. Ao invés de pagar U$19 por pessoa no Super Shuttle, pagamos U$50 no táxi (valor do pedágio já incluído, mas sem a gorjeta).

Agendei o táxi pela empresa Carmel Limo e procedi de acordo com nas instruções da reserva. Peguei as malas, liguei para o telefone indicado e, em menos de cinco minutos, o motorista já estava lá para nos buscar.

 

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Caminhar pelas ruas de Nova York para entrar no clima da cidade. Ir a um museu também é uma ótima opção…

Tenho, contudo, que confessar que da última vez a primeira coisa que fiz foi ir direito para a B&H, para garantir uma nova câmera e boas fotos da cidade.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Sempre levo anotada a lista de restaurantes que quero conhecer. Gosto de ler blogs de viagens e fazer uma programação do lugares que quero visitar, para não cair nas armadilhas pega turista. Também sempre faço reservas, para não correr o risco de não conseguir uma mesa.

Adorei conhecer, por exemplo, o Eataly, um mercado gourmet, que também conta com restaurantes, comandado pelo Chef Mario Batali. Tinha qualquer produto italiano que você imaginasse e a tábua de salumi e formaggi do La Piazza era espetacular (a excelente dica foi da Marcie. Ficam aqui os créditos…).

Também sou louca pelos cupcakes da Magnolia Bakery, em especial o red velvet, e pelas noisettes do Balthazar, uma deliciosa tortinha de massa de amêndoas com frutas vermelhas, vendidas no Balthazar Bakery, que fica bem ao lado do restaurante.

Os cookies do Milk &Cookies no Greenwich Village são outra tentação. O dark chocolate toffee cookie é o máximo!

Também recomendo o original burger do 5 Napking Burger e todos os cachorros quentes de rua.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?


Adoro ir aos museus!! O Metropolitan, o Museu de História Natural e o MOMA são os meus preferidos!

Também adoro caminhar (ou pedalar) pelo Central Park e apreciar a vista do Brooklyn Bridge Park. Outra vista do skyline de Manhattan que gosto muito é a do East River State Park, também no Brooklyn. De lá é possível contemplar toda a beleza do Empire State.

As peças de teatro são outra diversão. Gosto de assistir a pelo menos uma peça Broadway ou Off-Broadway. A última que vi foi Avenue Q, um divertido musical, envolvendo atores e fantoches, que conta a história de um rapaz que acabou de se formar e, por falta de dinheiro, não conseguiu morar na Avenue A. Seu destino foi a longínqua na Avenue Q. Temas como racismo, homossexualismo e pornografia são tratados na peça de uma forma leve e engraçada.

Outros programas divertidos são assistir a um jogo de basquete do New York Knicks no Madison Square Garden e fazer os passeios de barcos da Circle Line .

 

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Soho, East Village, West Village e Meatpacking District são os meus “queridinhos”.

As ruas residenciais são fascinantes e o ar descolado das pessoas que ali transitam é único. E, por ter menos turistas, acho os lugares mais autênticos.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?


Para mim, outlet é sempre in. Afinal de contas, levar para casa uma pechincha é sempre interessante.

Mas é bom lembrar que uma ida a um outlet demanda tempo. E quando o tempo é curto prefiro as barganhas mais próximas. A Century 21 e a Filene’s Basement são excelentes opções.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).


Faça uma programação inicial. Consulte blogs de viagem, acesse os sites dos museus e restaurantes que te interessem e vá munido de informações para não correr o risco de ficar tão impressionado com a cidade e acabar se sentido perdido.

Mas também não deixe de se surpreender com cidade. Afinal, ela realmente tem vida e muda continuamente.

 

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.


Muita saudade e vontade de voltar para Nova York outra vez!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Que tal almoçar nas Nações Unidas?

Cozinha Internacional.

 

Apesar de não ser nenhum segredo guardado a sete chaves, pouca gente sabe que o edifício das Nações Unidas tem um restaurante aberto para o público. Cardápio internacional (não podia ser de outra maneira, certo?!) com mesas olhando para o East River e o Brooklyn.

 

Apesar da qualidade da cozinha ser bastante razoável, ninguém vai lá por causa disso – mas sim pelo “barato” de almoçar num endereço icônico, em meio a diplomatas famosos conversando sobre-quem-sabe-o-quê.

 

Algum interesse? Então aí vão algumas informações práticas. Só abre para o almoço: das 11:30hs às 14:30hs. Exige reserva (212 963 7625) e paletó. Exato: jeans, t-shirt, havaianas, etc são itens out of the question. O buffet (sim, é um all-you-can-eat-buffet) varia de nacionalidade com bastante frequência e o preço (sem bebidas) gira em torno de 25 dólares.

 

Um último lembrete é que você tem que levar photo ID e passar pela segurança: metal detector, credencial, cachorro à procura de droga, a papardella toda. Mas ainda assim acho que vale a pena. Você vai sempre poder dizer que almoçou nas Nações Unidas (apesar de um pouco desunidas ultimamente).

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A New York da Priscila Fighera.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Nas duas vezes que fui pra NY peguei táxi, por pura preguiça de ficar carregando mala em metrô ou esperando shuttle, ainda mais depois de um vôo desconfortável. Já faz parte do meu budget de viagem o táxi de ida e principalmente o de volta. Só não uso táxi em aeroporto quando realmente é muito caro.

 

Nessa última vez eu deixei um táxi programado no desembarque, mas acabei perdendo pois eu e o Vini ficamos “só” três horas na fila da imigração. Então não recomendo que programem táxi, pode ser bem complicado prever que horas você vai se liberar. Além disso, não tive dificuldade para conseguir táxi no JFK em nenhuma das duas viagens.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Normalmente o meu primeiro dia de viagem – para qualquer lugar – é bem livre, sem muitas programações. Faço passeios aleatórios, me perco pelas ruas da cidade, entro no restaurante que eu mais simpatizar.

 

Mas na primeira viagem para NY cheguei num dia de chuva torrencial, tanto que minha primeira compra foi um guarda-chuva. Por sorte só precisei naquele dia mesmo. Já que o dia estava “perdido”, fui fazer algumas compras que estavam programadas no meu roteiro – direto pra BH e Apple. Foi ótimo, porque “tiquei” itens da minha lista (e algumas dessas coisas eu iria aproveitar na viagem, como as lentes novas para a câmera fotográfica) e no final das compras a chuva já tinha ido embora. Mas ao mesmo tempo foi péssimo, porque em apenas um dia de viagem eu já estava me sentindo falida! Recomendo forte preparo psicológico se você pretende desembolsar logo no primeiro dia de viagem. :)

 

Na segunda viagem, ficamos passeando livremente pelo Soho, onde nos hospedamos.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

A cidade é tão conhecida por seus restaurantes maravilhosos que eu acabo fazendo uma pesquisa prévia ainda aqui no Brasil. Comprei o Zagat que é excelente guia, além disso acompanho as críticas do The New Yorker e a Time Out. Alguns restaurantes eu deixo reservado no Open Table e os outros vou decidindo conforme minha localização.

 

Um dos meus preferidos é o The Little Owl, super pequeninho e aconchegante. Entrei ao acaso e foi uma ótimo surpresa, pois como é exatamente no prédio do Friends eu não dava nada por ele, achava que era pega-turista. Mas estava morrendo de fome e arrisquei. Valeu tão a pena que voltei na minha segunda viagem.

 

Gostei muito do Fig & Olive (Meatpacking). Tem uma mini-degustação de azeites e se você gostar muito, pode comprar uma garrafa e levar para casa. E o restaurante é lindo e super badalado.

 

O Robert eu amei mais pela vista do que pela comida em si, mas é uma vista “wow”, no alto do Columbus Circle e Central Park.

 

Também amei o Eataly, pela proposta de ser um lugar simples, com muita variedade, onde o único objetivo é comer bem. Apesar de muito cheio conseguimos uma mesa rápido.

 

O Vini ficou fã do Tiramisú do Brio, devidamente apresentado a nós pela Marcie.

 

Para brunch, meu preferido é o Isabella’s, pertinho do Museu de História Natural, onde recomendo muito que peçam a french toast com banana caramelizada.

 

O Vandaag no East Village é um restaurante de comida holandesa, novo e com decoração clean super bonita, cheio de pessoas bonitas e interessantes.

 

E hamburguer, para mim nenhum é melhor do que o Shake Shack. Delicioso! O Vini se pudesse comia um todos os dias.

 

Fomos em muitos restaurantes em NY, vou parar por aqui!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Minhas viagens nunca são voltadas para compras, claro que sempre compro uma coisa ou outra, mas nunca na vida havia precisado comprar malas extras. Já nos EUA… ai, ai! Acho impossível não ir com uma listinha de desejos. Fora isso, é caminhar, caminhar, caminhar e descobrir um ou outro lugar interessante (pois NY é cheia de surpresas), visitar um ponto turístico que não foi visto ainda, ver um show na Broadway, pois sou louca por musicais (na minha próxima vida serei artista da Broadway, hahahaha).

 

Ainda sobre as compras, se você tem objetivos específicos, compre uns dias antes da viagem pela internet e mande entregar no hotel. Assim você não desperdiça seu tempo fazendo compras e carregando sacolas e curte mais a cidade.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Eu amo East Village e Soho. Lá me sinto mais parte da cidade, ando pelas ruas me imaginando moradora e pensando em como seria minha rotina se eu vivesse lá.

 

Mas também amo o Central Park. É um parque cheio de vida e animado, fora que para mim é a NY do cinema. Sempre tem alguma programação interessante, quando estive lá no verão tinha uma peça do Shakespeare ao ar livre, achei isso o máximo. Não é uma delícia um parque assim?

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Outlet não é muito minha praia e pra não dizer que não fui em nenhum, visitei o Century21. Estava passeando pela Wall Street e World Trade Center então aproveitei e subi para conhecer, ou seja, nem estava planejado na minha visita.

 

Pro meu gosto pessoal, 90% das coisas que tem lá não agradam. Tem muita coisa feia e achei até roupa com chiclete grudado. Os outros 10% valem a pena. Acho que para os homens é mais interessante, tem muitas camisas de marcas boas por preços atrativos (mas não é uma super pechincha). Para quem precisa comprar malas adicionais também é um bom lugar.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Depois de tantos trips dando conselhos, me sinto até repetitiva.

 

Mas NY é uma cidade cheia de surpresas que está mudando sempre, por isso deixe espaço livre no seu roteiro para se perder pela cidade. Você vai ficar com vontade de voltar, não tenha dúvidas. E se você está voltando, não repita muitos programas, vá conhecer o que tem de novo. Leve calçados confortáveis, pois se anda muito por lá.  Prepare o bolso, você vai gastar mais do que estava esperando. E por favor, separe no seu budget de viagens a verba de gorjetas, combinado?

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

De qual peso você está falando, o da mala ou o corporal?

 

Eu levo a vontade de um dia morar em NY! Nem que seja por 6 meses. Um dia, quem sabe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Andréa Nichols.

Pro JFK você voou. E de lá PRA CASA, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Taxi sempre. Já tomei shuttle e metrô (MUITO mais baratos), mas é muita canseira. Chegando de uma viagem de avião, prefiro tomar um taxi e chegar logo em casa.

OK, você chegou EM CASA, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Uma soneca, antes de mais nada, hehe. Mas quando eu vinha a Nova York como turista, nem desfazia as malas. Largava tudo no hotel e ia pra rua. Nova York te chama pra rua.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Eu sou vegana. Nova York é um paraíso pra veganos e vegetarianos. Meus favoritos são: Candle 79, Blossom, Peacefood Cade, Sacred Chow, e no Brooklyn: V Spot e Food Swings. Mas além dos restaurantes especializados, tem sempre opção veggie em restaurantes onívoros. E como disse a Lucia Malla aqui, os restaurantes e lanchonetes típicos de outros países são a melhor pedida. Sendo vegano ou onívoro, eu recomendo o mesmo que ela: vá aos italianos, marroquinos, coreanos, etíopes, tailandeses, japoneses… Nova York abriga a culinária do mundo inteiro e essa é uma das melhores características da cidade.

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Eu adoro simplesmente andar pela cidade. Nunca vim pra cá pra fazer compras, quando era turista. Sempre preferi ver as pessoas, os lugares, caminhar pelo Central Park, pelas avenidas, livrarias, Ponte do Brooklyn, museus. Meu museu favorito é o Moma. Tem sempre novidades e é uma visita inesquecível.

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Difícil, hein… Sou apaixonada pelo Harlem, por Chinatown, Upper West Side, onde eu moro, todo o Central Park e a área da Washington Square. Mas aí tem  também o Soho, o Village… E eu AMO o Brooklyn de paixão. Não dá pra escolher. É impossível pra mim. Cada cantinho dessa cidade tem seu encanto particular.

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Pra mim, outlet é e sempre foi totalmente out. Quem quiser comprar roupas, devia ir a brechós e flea markets. Consumir Nova York é respirar a cidade e absorver as cores, os cheiros, os sotaques, os sabores, a música…

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Há vários livros com dicas de passeios a pé pela cidade, como o “City Walks: New York”, por exemplo. Há também passeios turísticos gratuitos a pé. Compre um mapa e conheça a história e a beleza do coração do mundo bem de pertinho e de um jeito que nem todo mundo conhece. Não tenha medo de andar por lugares que não são comuns a turistas. Essa é a melhor maneira de conhecer a cidade. E não deixe de ir a um Jazz Club. Não há (quase) nada mais novaiorquino que isso. Minha dica é o Smalls.

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Eu carrego Nova York comigo onde quer que eu vá. Sou apaixonada por essa cidade. Adoro viajar pelo mundo, mas nada se compara à sensação que eu tenho quando o avião está aterrissando no JFK e eu sei que estou voltando pra casa. :)

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Em New York, debutantes a cavalo…

Aconteceu no Waldorf-Astoria. Mais exatamente, no 56º Viennese Opera Ball do Waldorf-Astoria, onde debutantes (ainda existem?!)ensaiavam seus primeiros passos na sociedade. A carruagem de 1899, que sempre fez parte do evento, esse ano contou com a adição de dois cavalos. Exatos: cavalos. Brancos, é claro. Eles entraram no hotel, tomaram o elevador de serviço, atravessaram a cozinha e, já no salão, foram atrelados à charrete (modo de dizer) e cruzaram a pista de dança carregando um casal de dançarinos clássicos que piruetaram rapidamente, antes de fazer o caminho de volta – cavalos incluídos.

 

Foi inesquecível, disseram os participantes. Acho que foi inesquecível também para os cavalos, que tiveram que usar pantufas (por causa do chão de mármore) e fraldas (por motivos óbvios).

 

Cavalo em baile de debutante… O que o dinheiro (e um pouco de alfafa) não fazem, não é mesmo?

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A New York da Dri Marques.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Só voei pro JFK uma vez, saindo de NY e optei por chamar um motorista particular, brasileiro, que está acostumado com a quantidade de malas que nossos compatriotas costumam levar de volta ao Brasil. Estava com amigos (mais) consumistas (do que eu) e não havia qualquer outra possibilidade. Desde então eu tenho optado por voar de Newark. Quando eu chego, ainda sem muitas tralhas, é só pegar o Air Train. Ainda mais pq eu costumo me hospedar no Pennsylvania Hotel, então é só descer do trem e atravessar a rua.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Primeiro, falando do hotel: Eu sei que o Pennsylvania não é visto com bons olhos pela maioria dos turistas. O hotel é antigo, os quartos não reclamariam de uma reforma, as portas e corredores são assustadores. Mas aqui entra a minha dica: eles tem uma ala do hotel chamada Penn 5000, que são quartos mais espaçosos, com TV de tela plana e 29′, escrivaninha, roupões de banho, chocolatinhos deixados no travesseiro e café da manhã incluso. Pra mim, o café da manhã deles é genial pelo simples fato de não ter a clássica e onipresente combinação ovos+bacon+panqueca+syrup. São bagels, pães de forma e croissants que podem ser transformados em torrada com o uso da torradeira existente. Tem também cream cheese e geléias de vários sabores, suco de laranja (de verdade!), café, chá e chocolate. Ah! Os hóspedes desses quartos também podem utilizar dois computadores (com acesso a internet, claro) e duas impressoras (ótimo pra imprimir aquele último ticket de basquete que você comprou). Não sei se todos sabem, mas o hotel fica exatamente em frente ao Madison Square Garden e colado num mega hub de estações de metrô, que são imprescindíveis em dias mais gelados do inverno… Continuando, como geralmente chego cedo, deixo as malas no hotel e já saio pra dar umas voltinhas. Confesso que sou magneticamente atraída pela direção da Times Square nesse primeiro momento, pra já me ver rodeada daquele turbilhão de pessoas e culturas diferentes que é a cara de Manhattan, até que …

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Enquanto eu estou nesse clima de tentar me sentir em casa, sempre volto no Olive Garden da Times Square. A comida é um tanto quanto inconsistente. As massas sempre vêm muito cozidas, mas já comi uma das melhores carnes da minha vida lá. A lasanha frita de entrada também é muito boa. Fora isso, já saio de casa com restaurantes marcados pra visitar, mas sempre acabo dando uma chance ao acaso quando estou caminhando  e passou por um lugar que chama minha atenção. Foi assim que nessa última passagem acabei entrando na HeartLand Brewery, que é uma cervejaria artesanal de NY, que por acaso apareceu na TV no dia seguinte como um dos novos lugares a se conhecer!!!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Sobre como viver a cidade, o que eu sempre faço é ir a um jogo de basquete. Acho incrível enquanto espetáculo, com tudo funcionando perfeitamente e a possibilidade de qualquer um sentar do lado de um torcedor no Knicks e ter a liberdade de torcer por outro time/jogador. Adoro essa civilidade, que é inconcebível no mundo do futebol carioca. E, pra fechar com chave de ouro, tem uma lojinha de frozen margarita/pina colada/etc que serve os drinks numa caneca linda dos knicks, com purpurina e que tem um botao que acende luzes! Confesso que faz o maior sucesso na volta, o pessoal todo quer uma de souvenir e eu fico feliz de ter “vindo de brinde” pra mim um sensacional recheio de frozen drink!!! Sempre que posso também procuro assistir alguma coisa na Broadway ou na Off Broadway…

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Depende de como eu acordar no dia… Tem dias que eu gosto das muvucas turísticas da Times Square e da 5a Avenida, tem dias que eu gosto do silêncio e verde do Central Park. Mas de uma forma geral eu gosto do Upper East Side com seu perfil mais residencial, mercadinhos, lojas para “pessoas de verdade”, crianças e adolescentes saindo dos colégios…

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Nunca fui a um Outlet em NY, sempre faço minhas compras em Las Vegas, onde tudo é mais calmo e geralmente mais barato que em outros Outlets. O que eu sempre compro quando estou em NY são vinhos. Muitos vinhos. O preço é infinitamente melhor do que no Brasil e, em muitos casos, melhor até do que no país produtor (caso de alguns rótulos argentinos, chilenos, de bordeaux e da Itália). Além disso, todas as lojas fazem entrega nos hotéis sem cobrança acima de um valor mínimo. Posso garantir que tiver experiências muito boas com a KD Wine e com a Sherry Lehmann. Inclusive essas duas lojas possuem lojas virtuais muito boas, com extensa informação sobre os rótulos a venda. No caso da SL, uma das gerentes é uma brasileira, que se dispões a guardar, sem custo adicional por um período de até um ano, qualquer vinho que você compre pela internet. Dessa forma dá pra ir aproveitando as promoçoes e já chegar em NY com tudo pronto! Devo acrescentar que a embalagem tipo Fedex deles é genial e que com ela é praticamente impossível suas garrafas quebrarem durante a viagem de volta.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Desista dessas viagens amalucadas de 10 dias visitando NY, Washington, Boston, Miami, Orlando, Las Vegas, Los Angeles e São Francisco… Quer dizer, por mais difícil que seja, sejam adeptos do slow travel, se deem tempo para entender e conhecer de verdade as cidades e não fazer uma mera maratona de pontos turísticos.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Volto trazendo saudades, uma mente mais aberta, fotos, fotos e mais fotos e solas dos pés cansadas!!!

 

 

 

 

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