A New York da Dri Miller.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Metrô! Mas acho que mais por puro costume do que praticidade… Já saio do avião procurando as placas indicando o caminho pros transportes públicos!

E a pior experiência que já tive em NY foi tentar alugar um carro no aeroporto e chegar até a 58th com a 5th! Acho que demorou umas 3 horas….

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Procurar a Deli da vizinhança! Não tem coisa melhor do que uma autêntica Deli Novaiorquina! Assim já faço reconhecimento de território pois sei que grande parte das refeições serão por ali. Sempre uma boa opção pra comer bem sem gastar muito tempo nem dinheiro.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Entro em qualquer lugar! Se tiver alguma data especial, alguma comemoração ou estiver muito a fim de conhecer determinado restaurante, faço reservas com antecedência; mas no geral, numa cidade tão diversificada como Nova Iorque acho um crime ficar indo sempre aos mesmo restaurantes que todo mundo!

 

Acho Nova Iorque uma daquelas cidade que tem tanto de tudo que é impossível escolher “o melhor” de qualquer coisa, então prefiro desbravar novas possibilidades, esperimentar bairros, culinárias e redes que nunca tinha ouvido falar antes.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Evito o roteiro de compras a todo custo!

Com tantas opções culturais na cidade, prefiro gastar meu dinheiro “vivendo” Nova Iorque, fazendo as coisas que são únicas na cidade.

Além disso, talvez por morar em Londres, não acho que NY oferece nada de novo em relação a compras, e mesmo com uma certa diferença de cambio, não acho que seja vantajoso o suficiente trocar horas no MOMA por horas nas lojas da 5ª Avenida, por exemplo.

Meu programa preferido é justamente não fazer nada, caminhar sem rumo pela cidade, parar pra tomar café numa Deli, entrar numa lojinha na esquina, admirar os prédios.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Times Square!

Ao mesmo tempo que é a parte mais louca e mais caótica da cidade, é também a área que mais tem cara de NY, a mais reconhecível e única!

Luzes de neon, cruzamentos loucos e billboards existem em vários lugares do mundo, mas nunca como a Times Square!

Só sinto que estou em Nova Iorque depois de passar por lá!

 

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Nunca fui a nenhum…

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Evite fazer oque todo mundo já fez!

Nova Iorque tem TANTA coisa legal pra fazer, pra conhecer, pra comer, pra assistir, pra fazer, pra viver! Arrisque um pouco e descubra qual a sua NY.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Que conheci o mundo!

Nenhuma cidade é tão reconhecível e familiar no mundo quanto NY. São tantos filmes, livros, seriados que é impossível não se sentir em casa por lá.

Então NY tem aquela sensação única de centro do universo, uma ilha-umbigo que pode oferecer tudo que mundo tem de melhor (e pior!) em poucos quilometros quadrados!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (8)

A New York da Anna Bárbara.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Geralmente ia para o hotel de shuttle (esse ou esse). Saía do desembarque, procurava o Ground Transportation e agendava ali na hora o serviço de van. Da última vez, resolvi comparar o preço do táxi e do shuttle e vi que, indo com duas ou mais pessoas, o valor do táxi compensava. Ao invés de pagar U$19 por pessoa no Super Shuttle, pagamos U$50 no táxi (valor do pedágio já incluído, mas sem a gorjeta).

Agendei o táxi pela empresa Carmel Limo e procedi de acordo com nas instruções da reserva. Peguei as malas, liguei para o telefone indicado e, em menos de cinco minutos, o motorista já estava lá para nos buscar.

 

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Caminhar pelas ruas de Nova York para entrar no clima da cidade. Ir a um museu também é uma ótima opção…

Tenho, contudo, que confessar que da última vez a primeira coisa que fiz foi ir direito para a B&H, para garantir uma nova câmera e boas fotos da cidade.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Sempre levo anotada a lista de restaurantes que quero conhecer. Gosto de ler blogs de viagens e fazer uma programação do lugares que quero visitar, para não cair nas armadilhas pega turista. Também sempre faço reservas, para não correr o risco de não conseguir uma mesa.

Adorei conhecer, por exemplo, o Eataly, um mercado gourmet, que também conta com restaurantes, comandado pelo Chef Mario Batali. Tinha qualquer produto italiano que você imaginasse e a tábua de salumi e formaggi do La Piazza era espetacular (a excelente dica foi da Marcie. Ficam aqui os créditos…).

Também sou louca pelos cupcakes da Magnolia Bakery, em especial o red velvet, e pelas noisettes do Balthazar, uma deliciosa tortinha de massa de amêndoas com frutas vermelhas, vendidas no Balthazar Bakery, que fica bem ao lado do restaurante.

Os cookies do Milk &Cookies no Greenwich Village são outra tentação. O dark chocolate toffee cookie é o máximo!

Também recomendo o original burger do 5 Napking Burger e todos os cachorros quentes de rua.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?


Adoro ir aos museus!! O Metropolitan, o Museu de História Natural e o MOMA são os meus preferidos!

Também adoro caminhar (ou pedalar) pelo Central Park e apreciar a vista do Brooklyn Bridge Park. Outra vista do skyline de Manhattan que gosto muito é a do East River State Park, também no Brooklyn. De lá é possível contemplar toda a beleza do Empire State.

As peças de teatro são outra diversão. Gosto de assistir a pelo menos uma peça Broadway ou Off-Broadway. A última que vi foi Avenue Q, um divertido musical, envolvendo atores e fantoches, que conta a história de um rapaz que acabou de se formar e, por falta de dinheiro, não conseguiu morar na Avenue A. Seu destino foi a longínqua na Avenue Q. Temas como racismo, homossexualismo e pornografia são tratados na peça de uma forma leve e engraçada.

Outros programas divertidos são assistir a um jogo de basquete do New York Knicks no Madison Square Garden e fazer os passeios de barcos da Circle Line .

 

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Soho, East Village, West Village e Meatpacking District são os meus “queridinhos”.

As ruas residenciais são fascinantes e o ar descolado das pessoas que ali transitam é único. E, por ter menos turistas, acho os lugares mais autênticos.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?


Para mim, outlet é sempre in. Afinal de contas, levar para casa uma pechincha é sempre interessante.

Mas é bom lembrar que uma ida a um outlet demanda tempo. E quando o tempo é curto prefiro as barganhas mais próximas. A Century 21 e a Filene’s Basement são excelentes opções.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).


Faça uma programação inicial. Consulte blogs de viagem, acesse os sites dos museus e restaurantes que te interessem e vá munido de informações para não correr o risco de ficar tão impressionado com a cidade e acabar se sentido perdido.

Mas também não deixe de se surpreender com cidade. Afinal, ela realmente tem vida e muda continuamente.

 

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.


Muita saudade e vontade de voltar para Nova York outra vez!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (4)

A New York da Priscila Fighera.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Nas duas vezes que fui pra NY peguei táxi, por pura preguiça de ficar carregando mala em metrô ou esperando shuttle, ainda mais depois de um vôo desconfortável. Já faz parte do meu budget de viagem o táxi de ida e principalmente o de volta. Só não uso táxi em aeroporto quando realmente é muito caro.

 

Nessa última vez eu deixei um táxi programado no desembarque, mas acabei perdendo pois eu e o Vini ficamos “só” três horas na fila da imigração. Então não recomendo que programem táxi, pode ser bem complicado prever que horas você vai se liberar. Além disso, não tive dificuldade para conseguir táxi no JFK em nenhuma das duas viagens.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Normalmente o meu primeiro dia de viagem – para qualquer lugar – é bem livre, sem muitas programações. Faço passeios aleatórios, me perco pelas ruas da cidade, entro no restaurante que eu mais simpatizar.

 

Mas na primeira viagem para NY cheguei num dia de chuva torrencial, tanto que minha primeira compra foi um guarda-chuva. Por sorte só precisei naquele dia mesmo. Já que o dia estava “perdido”, fui fazer algumas compras que estavam programadas no meu roteiro – direto pra BH e Apple. Foi ótimo, porque “tiquei” itens da minha lista (e algumas dessas coisas eu iria aproveitar na viagem, como as lentes novas para a câmera fotográfica) e no final das compras a chuva já tinha ido embora. Mas ao mesmo tempo foi péssimo, porque em apenas um dia de viagem eu já estava me sentindo falida! Recomendo forte preparo psicológico se você pretende desembolsar logo no primeiro dia de viagem. :)

 

Na segunda viagem, ficamos passeando livremente pelo Soho, onde nos hospedamos.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

A cidade é tão conhecida por seus restaurantes maravilhosos que eu acabo fazendo uma pesquisa prévia ainda aqui no Brasil. Comprei o Zagat que é excelente guia, além disso acompanho as críticas do The New Yorker e a Time Out. Alguns restaurantes eu deixo reservado no Open Table e os outros vou decidindo conforme minha localização.

 

Um dos meus preferidos é o The Little Owl, super pequeninho e aconchegante. Entrei ao acaso e foi uma ótimo surpresa, pois como é exatamente no prédio do Friends eu não dava nada por ele, achava que era pega-turista. Mas estava morrendo de fome e arrisquei. Valeu tão a pena que voltei na minha segunda viagem.

 

Gostei muito do Fig & Olive (Meatpacking). Tem uma mini-degustação de azeites e se você gostar muito, pode comprar uma garrafa e levar para casa. E o restaurante é lindo e super badalado.

 

O Robert eu amei mais pela vista do que pela comida em si, mas é uma vista “wow”, no alto do Columbus Circle e Central Park.

 

Também amei o Eataly, pela proposta de ser um lugar simples, com muita variedade, onde o único objetivo é comer bem. Apesar de muito cheio conseguimos uma mesa rápido.

 

O Vini ficou fã do Tiramisú do Brio, devidamente apresentado a nós pela Marcie.

 

Para brunch, meu preferido é o Isabella’s, pertinho do Museu de História Natural, onde recomendo muito que peçam a french toast com banana caramelizada.

 

O Vandaag no East Village é um restaurante de comida holandesa, novo e com decoração clean super bonita, cheio de pessoas bonitas e interessantes.

 

E hamburguer, para mim nenhum é melhor do que o Shake Shack. Delicioso! O Vini se pudesse comia um todos os dias.

 

Fomos em muitos restaurantes em NY, vou parar por aqui!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Minhas viagens nunca são voltadas para compras, claro que sempre compro uma coisa ou outra, mas nunca na vida havia precisado comprar malas extras. Já nos EUA… ai, ai! Acho impossível não ir com uma listinha de desejos. Fora isso, é caminhar, caminhar, caminhar e descobrir um ou outro lugar interessante (pois NY é cheia de surpresas), visitar um ponto turístico que não foi visto ainda, ver um show na Broadway, pois sou louca por musicais (na minha próxima vida serei artista da Broadway, hahahaha).

 

Ainda sobre as compras, se você tem objetivos específicos, compre uns dias antes da viagem pela internet e mande entregar no hotel. Assim você não desperdiça seu tempo fazendo compras e carregando sacolas e curte mais a cidade.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Eu amo East Village e Soho. Lá me sinto mais parte da cidade, ando pelas ruas me imaginando moradora e pensando em como seria minha rotina se eu vivesse lá.

 

Mas também amo o Central Park. É um parque cheio de vida e animado, fora que para mim é a NY do cinema. Sempre tem alguma programação interessante, quando estive lá no verão tinha uma peça do Shakespeare ao ar livre, achei isso o máximo. Não é uma delícia um parque assim?

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Outlet não é muito minha praia e pra não dizer que não fui em nenhum, visitei o Century21. Estava passeando pela Wall Street e World Trade Center então aproveitei e subi para conhecer, ou seja, nem estava planejado na minha visita.

 

Pro meu gosto pessoal, 90% das coisas que tem lá não agradam. Tem muita coisa feia e achei até roupa com chiclete grudado. Os outros 10% valem a pena. Acho que para os homens é mais interessante, tem muitas camisas de marcas boas por preços atrativos (mas não é uma super pechincha). Para quem precisa comprar malas adicionais também é um bom lugar.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Depois de tantos trips dando conselhos, me sinto até repetitiva.

 

Mas NY é uma cidade cheia de surpresas que está mudando sempre, por isso deixe espaço livre no seu roteiro para se perder pela cidade. Você vai ficar com vontade de voltar, não tenha dúvidas. E se você está voltando, não repita muitos programas, vá conhecer o que tem de novo. Leve calçados confortáveis, pois se anda muito por lá.  Prepare o bolso, você vai gastar mais do que estava esperando. E por favor, separe no seu budget de viagens a verba de gorjetas, combinado?

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

De qual peso você está falando, o da mala ou o corporal?

 

Eu levo a vontade de um dia morar em NY! Nem que seja por 6 meses. Um dia, quem sabe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Andréa Nichols.

Pro JFK você voou. E de lá PRA CASA, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Taxi sempre. Já tomei shuttle e metrô (MUITO mais baratos), mas é muita canseira. Chegando de uma viagem de avião, prefiro tomar um taxi e chegar logo em casa.

OK, você chegou EM CASA, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Uma soneca, antes de mais nada, hehe. Mas quando eu vinha a Nova York como turista, nem desfazia as malas. Largava tudo no hotel e ia pra rua. Nova York te chama pra rua.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Eu sou vegana. Nova York é um paraíso pra veganos e vegetarianos. Meus favoritos são: Candle 79, Blossom, Peacefood Cade, Sacred Chow, e no Brooklyn: V Spot e Food Swings. Mas além dos restaurantes especializados, tem sempre opção veggie em restaurantes onívoros. E como disse a Lucia Malla aqui, os restaurantes e lanchonetes típicos de outros países são a melhor pedida. Sendo vegano ou onívoro, eu recomendo o mesmo que ela: vá aos italianos, marroquinos, coreanos, etíopes, tailandeses, japoneses… Nova York abriga a culinária do mundo inteiro e essa é uma das melhores características da cidade.

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Eu adoro simplesmente andar pela cidade. Nunca vim pra cá pra fazer compras, quando era turista. Sempre preferi ver as pessoas, os lugares, caminhar pelo Central Park, pelas avenidas, livrarias, Ponte do Brooklyn, museus. Meu museu favorito é o Moma. Tem sempre novidades e é uma visita inesquecível.

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Difícil, hein… Sou apaixonada pelo Harlem, por Chinatown, Upper West Side, onde eu moro, todo o Central Park e a área da Washington Square. Mas aí tem  também o Soho, o Village… E eu AMO o Brooklyn de paixão. Não dá pra escolher. É impossível pra mim. Cada cantinho dessa cidade tem seu encanto particular.

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Pra mim, outlet é e sempre foi totalmente out. Quem quiser comprar roupas, devia ir a brechós e flea markets. Consumir Nova York é respirar a cidade e absorver as cores, os cheiros, os sotaques, os sabores, a música…

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Há vários livros com dicas de passeios a pé pela cidade, como o “City Walks: New York”, por exemplo. Há também passeios turísticos gratuitos a pé. Compre um mapa e conheça a história e a beleza do coração do mundo bem de pertinho e de um jeito que nem todo mundo conhece. Não tenha medo de andar por lugares que não são comuns a turistas. Essa é a melhor maneira de conhecer a cidade. E não deixe de ir a um Jazz Club. Não há (quase) nada mais novaiorquino que isso. Minha dica é o Smalls.

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Eu carrego Nova York comigo onde quer que eu vá. Sou apaixonada por essa cidade. Adoro viajar pelo mundo, mas nada se compara à sensação que eu tenho quando o avião está aterrissando no JFK e eu sei que estou voltando pra casa. :)

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A New York da Dri Marques.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Só voei pro JFK uma vez, saindo de NY e optei por chamar um motorista particular, brasileiro, que está acostumado com a quantidade de malas que nossos compatriotas costumam levar de volta ao Brasil. Estava com amigos (mais) consumistas (do que eu) e não havia qualquer outra possibilidade. Desde então eu tenho optado por voar de Newark. Quando eu chego, ainda sem muitas tralhas, é só pegar o Air Train. Ainda mais pq eu costumo me hospedar no Pennsylvania Hotel, então é só descer do trem e atravessar a rua.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Primeiro, falando do hotel: Eu sei que o Pennsylvania não é visto com bons olhos pela maioria dos turistas. O hotel é antigo, os quartos não reclamariam de uma reforma, as portas e corredores são assustadores. Mas aqui entra a minha dica: eles tem uma ala do hotel chamada Penn 5000, que são quartos mais espaçosos, com TV de tela plana e 29′, escrivaninha, roupões de banho, chocolatinhos deixados no travesseiro e café da manhã incluso. Pra mim, o café da manhã deles é genial pelo simples fato de não ter a clássica e onipresente combinação ovos+bacon+panqueca+syrup. São bagels, pães de forma e croissants que podem ser transformados em torrada com o uso da torradeira existente. Tem também cream cheese e geléias de vários sabores, suco de laranja (de verdade!), café, chá e chocolate. Ah! Os hóspedes desses quartos também podem utilizar dois computadores (com acesso a internet, claro) e duas impressoras (ótimo pra imprimir aquele último ticket de basquete que você comprou). Não sei se todos sabem, mas o hotel fica exatamente em frente ao Madison Square Garden e colado num mega hub de estações de metrô, que são imprescindíveis em dias mais gelados do inverno… Continuando, como geralmente chego cedo, deixo as malas no hotel e já saio pra dar umas voltinhas. Confesso que sou magneticamente atraída pela direção da Times Square nesse primeiro momento, pra já me ver rodeada daquele turbilhão de pessoas e culturas diferentes que é a cara de Manhattan, até que …

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Enquanto eu estou nesse clima de tentar me sentir em casa, sempre volto no Olive Garden da Times Square. A comida é um tanto quanto inconsistente. As massas sempre vêm muito cozidas, mas já comi uma das melhores carnes da minha vida lá. A lasanha frita de entrada também é muito boa. Fora isso, já saio de casa com restaurantes marcados pra visitar, mas sempre acabo dando uma chance ao acaso quando estou caminhando  e passou por um lugar que chama minha atenção. Foi assim que nessa última passagem acabei entrando na HeartLand Brewery, que é uma cervejaria artesanal de NY, que por acaso apareceu na TV no dia seguinte como um dos novos lugares a se conhecer!!!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Sobre como viver a cidade, o que eu sempre faço é ir a um jogo de basquete. Acho incrível enquanto espetáculo, com tudo funcionando perfeitamente e a possibilidade de qualquer um sentar do lado de um torcedor no Knicks e ter a liberdade de torcer por outro time/jogador. Adoro essa civilidade, que é inconcebível no mundo do futebol carioca. E, pra fechar com chave de ouro, tem uma lojinha de frozen margarita/pina colada/etc que serve os drinks numa caneca linda dos knicks, com purpurina e que tem um botao que acende luzes! Confesso que faz o maior sucesso na volta, o pessoal todo quer uma de souvenir e eu fico feliz de ter “vindo de brinde” pra mim um sensacional recheio de frozen drink!!! Sempre que posso também procuro assistir alguma coisa na Broadway ou na Off Broadway…

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Depende de como eu acordar no dia… Tem dias que eu gosto das muvucas turísticas da Times Square e da 5a Avenida, tem dias que eu gosto do silêncio e verde do Central Park. Mas de uma forma geral eu gosto do Upper East Side com seu perfil mais residencial, mercadinhos, lojas para “pessoas de verdade”, crianças e adolescentes saindo dos colégios…

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Nunca fui a um Outlet em NY, sempre faço minhas compras em Las Vegas, onde tudo é mais calmo e geralmente mais barato que em outros Outlets. O que eu sempre compro quando estou em NY são vinhos. Muitos vinhos. O preço é infinitamente melhor do que no Brasil e, em muitos casos, melhor até do que no país produtor (caso de alguns rótulos argentinos, chilenos, de bordeaux e da Itália). Além disso, todas as lojas fazem entrega nos hotéis sem cobrança acima de um valor mínimo. Posso garantir que tiver experiências muito boas com a KD Wine e com a Sherry Lehmann. Inclusive essas duas lojas possuem lojas virtuais muito boas, com extensa informação sobre os rótulos a venda. No caso da SL, uma das gerentes é uma brasileira, que se dispões a guardar, sem custo adicional por um período de até um ano, qualquer vinho que você compre pela internet. Dessa forma dá pra ir aproveitando as promoçoes e já chegar em NY com tudo pronto! Devo acrescentar que a embalagem tipo Fedex deles é genial e que com ela é praticamente impossível suas garrafas quebrarem durante a viagem de volta.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Desista dessas viagens amalucadas de 10 dias visitando NY, Washington, Boston, Miami, Orlando, Las Vegas, Los Angeles e São Francisco… Quer dizer, por mais difícil que seja, sejam adeptos do slow travel, se deem tempo para entender e conhecer de verdade as cidades e não fazer uma mera maratona de pontos turísticos.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Volto trazendo saudades, uma mente mais aberta, fotos, fotos e mais fotos e solas dos pés cansadas!!!

 

 

 

 

Comentários (4)

A New York do PêEsse.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Até hoje, em todas as quatro vezes em que estive em NYC, usei o serviço de shuttle para ir para o hotel. Duas vezes pousei em Newark e duas em JFK e o esquema foi parecido. Sempre comprei e reservei pela Internet, com antecedência. Na hora de estipular o horário, costumo acrescentar 45 minutos ao horário previsto de chegada do meu vôo, porque em média é o que usualmente gasto com imigração, retirar bagagem etc.

Vou relatar com mais detalhes minha última experiência, que foi em setembro de 2010. Usei a empresa SuperShuttle. A reserva foi facilmente feita pela Internet. Primeiro, digitei “supershuttle coupon discount” no Google e consegui um código que me dava 10% de desconto. Na prática, ganhei quase a gorjeta que dei ao motorista. Em seguida, fiz a reserva pelo site, indicando como horário de chegada 45 minutos depois do horário previsto para a chegada do meu vôo. Como disse antes, acho é o mínimo que se gasta entre sair do avião, passar pela fila da imigração e retirar as malas da esteira. De todo modo, os dados do vôo também são pedidos, de modo que eu acho que em caso de atrasos significativos ou cancelamentos o cliente não deve ser prejudicado. Ao final, paguei US$ 18,62 por pessoa (preço final já com impostos) no cartão de crédito e imprimi o comprovante, que também é enviado por e-mail.

No caso do Terminal 4 do JFK, onde pousei (cheguei de TAM), logo na saída (isto é, na chegada ao saguão do aeroporto, já depois do procedimento de imigração, malas etc.) há dois guichês “genéricos” de ground transportation. Fui até eles, apresentei o comprovante de pagamento, a atendente ligou para a central da empresa SuperShuttle no aeroporto, obteve a informação de quando sairia a próxima van e me entregou um cupom, dizendo que eu deveria entregá-lo ao motorista. Esse cupom dizia que eu já havia pago e que minha van sairia estimativamente em vinte minutos. Em seguida, ela pediu que eu esperasse ali mesmo, onde há um banquinho no qual as pessoas ficam esperando seus respectivos meios de transporte. Uns dez minutos depois (se muito), chegou o motorista, chamou meu nome e fomos para a van ele, eu e outros passageiros. Ele estaciona a van bem próximo do lugar onde você fica esperando.

Chegando na van, a pior parte. O motorista, com uma mão só (na outra ele segurava um telefone-rádio e um café), ficou tentando arrumar a mala de todos os passageiros naquele espaço mínimo costumeiramente existente na parte de trás das vans. As malas sofrem muito, principalmente as que ficam embaixo. Cada pancada… No Terminal 4 embarcaram umas oito pessoas. Depois disso ele passou em outro terminal, pegou mais uma pessoa e seguiu viagem.

Meu hotel era em Midtown. Não fui o primeiro a ser entregue, nem o último. Fiquei ali pela metade. Mesmo assim, fiquei uma boa hora e meia dentro da van, talvez por conta do tráfego do fim da tarde. Na chegada na porta do hotel, o motorista tirou todas as malas que ainda estavam em cima da minha, entregou-me a minha, repôs todas as malas na van (sempre com uma só mão e sem nenhum cuidado – e haja porrada nas malas…), pediu o cupom que comprovava o pagamento, recebeu a gorjeta e foi embora.

Na hora de ir embora, eu sempre voltei de táxi, porque os serviços de shuttle, depois que você informa o horário de seu vôo de volta, sempre querem passar muito antes no seu hotel, normalmente com cinco horas de antecedência. Para as empresas de shuttle talvez essa antecedência toda seja necessária, porque ela ainda vai pegar mais pessoas em outros hotéis, pode haver trânsito etc. mas para mim é um exagero. Por isso sempre usei táxi comum, pelo taxímetro mesmo, parado na porta do hotel. No entanto, dessa última vez, para ir de Manhattan (Midtown) para o aeroporto JFK, usei os serviços da AirportLimo indicado pelo Alex Melo lá no Viaje na Viagem. Como meu vôo era diurno e eu tinha de estar bem cedo no aeroporto, não quis fazer uso de vans. Ainda do Brasil, pelo site, solicitei uma cotação. O site pede que você informe horário, endereço do local onde será buscado, número de pessoas e quantidade de malas. Uma meia hora depois, você recebe um e-mail indicando quanto fica a corrida nos termos pedidos. Se você aceitar, basta clicar em um link no próprio corpo do e-mail e efetuar a reserva, com pagamento em cartão de crédito.

No meu caso, a corrida ficou por US$ 47,50 para duas pessoas e três malas saindo às 5h45 da manhã e o próprio e-mail de confirmação dizia que nesse preço a gorjeta de 20% estava incluída e que eu só teria de pagar pedágio, se existente. Cinco minutos antes do horário marcado um carro enorme (que não era van nem táxi) chegou e o motorista equatoriano procurou por mim. As três malas couberam fácil no porta-malas e acho que em uma hora estava no aeroporto JFK (tráfego zero, em um começo de manhã de domingo). A rota que o motorista escolheu exigia que eu pagasse US$ 5,50 de pedágio. Ele me avisou antes e disse que havia outro caminho, mais demorado, pelo qual não se pagava pedágio. Preferi o mais rápido mesmo.

No caminho, percebi que na verdade o site é apenas um intermediador. Você diz como quer sua corrida e ele vê com diversos prestadores de serviços quem pode lhe atender. No meu caso, o motorista equatoriano trabalhava com o pai, ambos como motoristas, apenas transportando pessoas em seu próprio carro, depois de contatados por essas empresas que fazem esses serviços. Segundo ele, 30% do valor fica com a empresa.

Mesmo sabendo que já tinha pago gorjeta antecipadamente quando fiz a reserva, fiquei sem jeito de não dar alguma coisa para o motorista. Por isso, preferia que a gorjeta não estivesse incluída no preço, para não ficar aquela sensação de eu tê-la pago duas vezes. Paciência, faz parte.

Hoje, depois de sempre ter usado shuttle na chegada a NYC e táxi comum na saída, comparando os dois meios de chegar e sair do aeroporto JFK, acho que para duas pessoas a relação custo X benefício X cansaço é desfavorável para o shuttle e benéfica para essas empresas de transporte privativo. Na AirportLimo, por exemplo, você paga mais que um shuttle e menos que um táxi e tem um serviço só seu, sem maiores demoras. Para duas pessoas a diferença de preço não é tanta e você não tem de entrar em fila de guichê de ground transportation, esperar a van chegar até você e depois no seu hotel e suas malas também não sofrem tanto. Depois de dez horas de vôo, vale a pena. Da próxima vez, se a diferença de preços permanecer parecida, abandonarei o shuttle e usarei a AirportLimo tanto para chegar quanto para sair do aeroporto. No entanto, para quem está sozinho, pelo preço, o shuttle, pelo menos na chegada, continua sendo uma boa opção.

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Minha duração no hotel depois do check in não passa de cinco minutos, então não existe isso de desfazer malas, não. Quanto à programação, depende bastante. Normalmente, não faço programas mais sérios no dia de chegada, não. Como podem haver atrasos e como não sei como vai estar minha disposição na chegada, evito qualquer atração programada ou que precise de reserva (peças, restaurantes etc.). Costumo apenas sair para andar por uma região interessante, fazer as primeiras fotos, tentar encontrar um lugar simples mas bacana para comer, essas coisas. Programas sem compromisso, sem destino, sem horário.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Para almoço, não tenho muita programação, não. Tento conciliar uma refeição que não tome muito tempo mas que não seja fast food. Tenho uma listinha de sugestões dadas por amigos, lidas em blogs confiáveis etc. mais ou menos organizada por região e se na hora que bater a fome eu estiver por perto de alguma delas, vou até lá. Mas por um almocinho no Balthazar, que tem pratos muito bons e preços honestos, eu até me permito sair cinco ou seis estações de metrô da programação.

Não é que eu não goste de junk food. O hot dog do Grey’s Papaya, por exemplo, é ótimo.

Já jantar eu levo mais a sério. Gosto de aproveitar a excelente gastronomia novaiorquina. Normalmente, faço reserva em restaurantes com boas recomendações. Já fui no Jean Georges e adorei. É caro, é três estrelas no Michelin mas vale rigorosamente cada centavo. Atendimento impecável, comida divina. Literalmente aqui you get what you pay for. Por sugestão da querida Maryanne fui ao The Modern. Outro grande restaurante. Ambiente muito bonito, comida saborosíssima.

Quando vou ao teatro dificilmente consigo combinar o horário do fim da peça com um restaurante legal. Mesmo em NYC as últimas reservas ainda são para horários muito cedo (algo em torno de 10:30PM, um pouco mais ou um pouco menos dependendo do restaurante), de modo que assim que acaba a peça você tem de ir rápido para o restaurante. Por experiência própria, vi que não vale a pena a correria. Mesmo aceitando a reserva, o atendimento não é lá essas coisas, já que está todo mundo meio com pressa para que você acabe logo. Então em dias de peça eu como sem maiores critérios, tentando encontrar um lugar que esteja aberto e a comida seja boa. Acolhendo indicações de amigos brasileiros, por duas vezes eu tentei o Carmine’s, que fica bem próximo da região dos teatros. Não vou mais nem recomendo. Achei a comida um misto de grosseira, comum e ruim. Mas muitos brasileiros adoram.

Quando não tenho um jantar mais elaborado reservado, saio à procura de experiências, conferindo se aquela indicação me dada por alguém ou lida em algum lugar é boa mesmo ou não. Ou então procuro um supermercado Whole Foods para um sushi fresquinho aprovadíssimo. Sobre o Whole Foods, não há pedida melhor naquele dia em que se sabe que não vai rolar mais nada a não ser capotar na cama.

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Museus (o Cloisters foi uma ótima surpresa dessa última vez), peças da Broadway (não vejo a hora de assistir a Homem Aranha), NBA no Madison Square Garden (comprando com antecedência uma boa posição no ginásio pode sair por um bom preço) e passeios, muitos passeios. Sempre. Aliás, o Frommer’s 24 Great Walks in New York ajuda bastante nisso. Contém bons roteiros de caminhada que passam pelo óbvio, por atrações menos conhecidas e por lugares com detalhes que passariam despercebidos a olho nu.

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Dessa última vez voltei com uma vontade enorme de explorar ainda mais o SoHo e o Greenwich Village. Da próxima, devo me hospedar por ali.

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Depende. Para aquele que está precisando fazer compras em grandes quantidades, tipo aquela pessoa que está fazendo a primeira viagem para os EUA e portanto vai satisfazer pela primeira vez seus compreensíveis impulsos consumistas (já que no Brasil a absurda carga tributária e a incompreensível margem de lucro dos empresários deixa tudo caríssimo), ou para aquele pai de família que precisa comprar roupas para si, sua esposa e seus três filhos adolescentes, ir a um outlet é válido. Nesse caso, o viajante precisa se assumir. Se vai comprar, vá mesmo. Acorde cedo, chegue meia hora de o outlet abrir, estude o mapa antes para saber onde ficam as lojas que faz questão de visitar, monte um roteiro lógico, não pare para almoçar e fique até fechar. Isso tudo para só precisar gastar um dia com compras. Se está indo para o outlet, vá de verdade e faça o que tem de ser feito.

Eu só fui ao Woodbury, isto é, não conheço o Jersey Gardens. O Woodbury é enorme, então é preciso ir disposto.

Mas atenção: só recomendo outlet para quem tem no mínimo sete dias em NYC. Quem vai ficar menos tempo que isso estará fazendo um péssimo, um lastimável negócio em gastar um dos seis ou menos dias indo a um outlet, ainda que o guarda-roupa esteja um bagaço. Dá para comprar em NYC mesmo e aproveitar melhor os poucos dias que tem na cidade.

Para aquele que já viajou antes, que não está com o guarda-roupa tão velho assim, que sempre que viaja compra alguma coisa, ou seja, para aquele que está aqui e ali repondo, não precisa sair de NYC para fazer boas compras, não. As lojas de departamento (gosto muito da Macy’s), as lojas de rua (no SoHo há várias) e a Century 21 dão conta do recado com louvor.

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Faça-se um favor: programe-se, pesquise e venha logo para essa que é uma das capitais do mundo.

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Conjecturas e reflexões sobre quando eu voltarei.

Comentários (7)

A New York da Carlinha Zobaran.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?


Pego um taxi, nem penso.

 

A primeira vez que fui pra NY cheguei de ônibus vindo de Boston e peguei metrô. Foi terrível! Subir e descer escadas de mala nunca mais! Lembro de pensar: “quando será que começo a me divertir.”

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?


Dar uma volta. Conhecer a vizinhança…procurar um lugar para tomar café da manhã, a “minha” farmácia, o lugar que vou fazer lanchinhos por perto ou comprar comidas na última hora…

Normalmente a voltinha acaba em um passeio de dia inteiro…

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?


Ás vezes em locais recomendados e às vezes no que tiver por perto.

Eu sempre levo uma listinha, e poucas vezes saio do hotel só pra ir a um lugar, então conforme a região que estou abro minhas anotações e vejo se tem algum restaurante recomendado por perto ou então escolho um que me atraia.

Para almoço em viagem costumo comer alguma coisa rápida pela rua mesmo, sem muitas indicações.

Uma vez fui pra NY com amigas que levaram várias indicações de restaurantes e a gente conseguia sempre conciliar o passeio do dia com os restaurantes. Deu super certo, mas nunca comi tanto numa viagem!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?


Não tem jeito, NY é para andar! Ando e acabo achando o que fazer pelo caminho!

Eu adoro musicais, sempre tento assistir algum. Já comprei pela internet, já comprei na bilheteria e já comprei TKTS, não tenho fórmula.

Sempre tento ir em algum museu ou exposição, mas não vou em todos não. Apenas um por vez.

E tem o Central Park, que ainda preciso conhecer melhor…Nas minhas tentativas, já peguei muita chuva ou muito frio.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?


Não tenho área preferida ainda. Tenho que conhecer mais os cantinhos para ter meu preferido.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Não tem como não fazer compras nos Estados Unidos. Comparando os preços com os do Brasil, vale muito a pena! Tem que aproveitar. Já fui no Woodbury uma vez, quando fui com as amigas, afinal juntando 4 mulheres em NY é sinal de compras…

Mas, até por já ter ido, não quero voltar. Vai ser difícil já que a maioria dos brasileiros quando viaja pra NY quer ir ao outlet…mas é longe e perde um dia da viagem…

E não sei fazer compras na Century 21! Já fui 3 vezes e sempre fiquei confusa lá dentro, não tem jeito.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).


NY é a cidade que a gente acha que nunca foi, mas depois de tantos filmes e seriados até quem nunca foi acha que conhece.

Andar é a melhor forma de conhecer a cidade, mas como a cidade é grande, se precisar usar o metrô não tenha medo, é confuso, mas dá certo (claro que estudando pelo menos um pouquinho).

Se quiser fazer os passeios turistões não tenha vergonha, mas não fique preso só a isso.

E ande de bicicleta no Central Park e depois me conta, eu nunca consegui!

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Vontade de voltar. Acho que nunca vou enjoar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (6)

A New York da Patricia Camargo.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Esta viagem foi meio louca. Participei de um leilão de passagens da Lufthansa em 1999. Consegui naquela época por 800 reais duas passagens triangulares: Sampa – New York – Frankfurt – Sampa. Foi tudo tão repentino, que nem deu tempo para planejar nada. Chegamos e entramos em um táxi. Para voltar ao aeroporto, contratamos um shuttle.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Diretinho para o Museu de História Natural caminhando pelo Central Park.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Eu adorei um restaurante que nem sei se ainda existe. Foi uma dica de um cliente. Na época era advogada e encontramos um amigo-cliente em New York, que nos levou ao Sofia´s, um restaurante italiano. Lembro que comi um penne alla vodka. Apaixonante!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Estive 4 dias e não comprei nada. Bom, mentira, fazia dez graus negativos e comprei um chapéu/gorro de pele (risos). Fui à Broadway, museus, fiz o passeio de charrete pelo Central Park, o passeio de barco pela Ellis Island e pela ilhota da Estátua da Liberdade. Caminhei muito e usei mal o complicado metrô! (risos)

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

A “milha dos museus“. É muta coisa boa em tão pouco espaço!

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Tem gente que desfruta muito comprando. Eu  odeio carregar peso, por isso muitas vezes deixo as compras de lado. Cada um deve fazer aquilo que mais gosta e punto. Out é fazer algo só porque alguém diz que é “trend”.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Planeje a viagem antes. É muita coisa para ver. Uma loucura. Outra coisa: leve um sapato velho e confortável, NY é perfeita para caminhar.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Sentia que havia participado de um filme. É incrível ver o pessoal chegando e saindo do trabalho, é igualzinho o que se vê no cinema. NY é um grande set de filmagens. Voltei me sentindo “star” (risos)!

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (4)

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