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A casa das trezentas mulheres.

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Fachada do The Webster. Foto Rogéria Vianna

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A Rogéria, que está passando uma temporada na Grande Maçã, descolou (ainda se usa esse verbo, imagino…) um endereço onde moças de fino trato podem se hospedar sem causar dano ao orçamento de viagem.  E ela veio aqui abrir o bico. :smile:

“Passar uma temporada em New York? Eba! Mas, ops… vou morar onde?”

 

No The Webster Apartments, meus caros. Ou melhor, minhas caras, porque o local é exclusivo para mulheres de todas as idades.

 

Inaugurada em 1923, quando a rigidez da sociedade da época não permitia que as moçoilas trabalhadoras alugassem seus próprios apartamentos, essa instituição sem fins lucrativos tinha como objetivo oferecer moradia e refeições a baixo custo. As mulheres evoluíram, tornaram-se independentes, mas continuaram contando com esse privilégio.

 

Nessa disputada metrópole, onde as opções mais acessíveis são alugar um quarto na casa de um desconhecido ou viver em um albergue, o Webster é um verdadeiro achado.

 

Localizado em Midtown, na 34th Street, entre a 9th e a 10th Avenues, ele está a poucas quadras do Empire State Building, Madison Square Garden, Macy’s, supermercados, estação de metrô e muitos outros pontos úteis para quem vai viver na Big Apple.

Sala de estar do The Webster. Foto Rogéria Vianna.

 

O antigo prédio de 13 andares abriga 373 quartos individuais mobiliados e com pia. As camareiras fazem limpeza diária e faxinas semanais. Há vários banheiros de uso comum distribuídos em cada andar. São antigos, mas sempre limpos e raramente estão ocupados (o que é inacreditável, considerando-se o número de mulheres concentradas por metro quadrado).

 

Além disso, o Webster dispõe de lavanderia, computadores, sala de TV, uma farta biblioteca, salas de visitas, um enorme e imponente salão com piano de cauda, jardim e um roof garden que proporciona uma incrível vista da cidade e do Empire State, nos fazendo lembrar que, sim, estamos mesmo aqui.

 

As refeições, sempre fartas e até saborosas, também estão incluídas no pacote. Apesar da aura de pensionato à moda antiga, o Webster não é tão rígido quanto se possa imaginar. Não há restrição de horário para chegar e homens até são bem vindos, mas apenas no primeiro andar, que é onde ficam a recepção e as salas de visitas.

Vista do terraço do The Webster. Foto Rogéria Vianna.

 

Se você está se perguntando quanto custa toda essa hospitalidade, eu conto: de 285 a 315 dólares por semana, com permanência mínima de um mês. Mas há uma importante ressalva: as hóspedes precisam estar comprovadamente trabalhando ou estudando, senão, nada feito.

 

The Webster é mais do que um endereço para chamar de seu em NY. É um lugar onde consegue-se sentir protegida e em casa, mesmo na cidade que nunca dorme.

Obrigadão, Rogéria. E volte sempre para abrir o bico! :wink:

New York é “um barato”!

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Dedico este post aos queridos Denise Mustafa e Claudio Sena que desembarcam na Big Apple nos próximos dias.

 

 

Se você está lendo este texto com a esperança de descobrir lugares novos e descolados para passar as festas em NY, sugiro que você pare por aqui.

 

Mas se a idéia é saber como curtir a cidade com os olhos e não com o cartão de crédito, você está no lugar certo.

 

Na minha opinião, e na de alguns milhões de outras pessoas, o fim de ano é quando New York dá o melhor de si. Exigindo, é claro, a respectiva contrapartida que é fazer você levar a mão ao bolso o mais frequentemente possível. Mas que ela fica bonita, isso fica: toda enfeitada só esperando você chegar. Você e o Papai Noel, obviamente.

 

De qualquer maneira, como disse lá em cima, o objetivo deste post é fazer com que sua mão e seu bolso se encontrem só de vez em quando. Então vamos começar: para entrar no clima, recomendo um passeio na 5a. Avenida, começando no cruzamento da 57th street, onde está pendurado o floco de neve mais conhecido do mundo. Caminhando no sentido do tráfego, curta as luzinhas e as vitrines das lojas. Uma paradinha no Rockefeller Center, para ver a árvore da NBC, é necessária. E para registrar na sua agenda que você não pode deixar de esquiar também.

 

Aí aproveite que ainda não é a noite de Natal nem de Ano Novo e dê uma entradinha para conhecer a St. Patrick’s Cathedral. Saindo desse templo, pare num dos mais tradicionais templos de consumo da cidade, a Saks 5th Avenue, e limite-se a ver as lindas montagens natalinas das vitrines.

 

Continuando na 5a. você chegará ao Bryant Park, que é um dos mais charmosos da cidade. Ele fica atrás do imponente prédio da New York Library e, nessa época do ano, hospeda a feirinha de Natal mais simpática da ilha. Sei que alguns irão questionar essa afirmação, defendendo o mercadinho da Union Square. Nenhum problema. Mas com minha longa experiência de colecionadora de Papai Noel, sustento categoricamente:  a feirinha do Bryant Park é melhor!

 

Depois de curtir as várias barraquinhas, saia pela 42nd Street, direção west, e ande até o coração da cidade: o Times Square. Ali, pare um momento para relembrar as dezenas de filmes que usaram este cenário e sinta-se mais próximo de todos eles.

 

Curiosamente, entretanto, o que você não vai econtrar na iluminação feérica do pedaço é  Papai Noel. E, como a essa altura do campeonato você já percebeu que tenho uma  certa queda pelo velhinho, sugiro visitarmos outra freguesia. O que pode perfeitamente ser feito no dia seguinte: alugue uma bicicleta e vá passear no Central Park. Com sorte (ou azar, pois escorrega pra burro) terá nevado e você poderá curtir o lençol branco que mamãe natureza providenciou.

 

Saindo do parque, vá até o Lincoln Center. Além de respirar arte, você poderá visitar a feirinha, a lojinha (lojinha é modo de dizer), sentar displicentemente na rampa que se sobrepõe ao novo restaurante e, como não?, clicar fotos e mais fotos.

 

E como até agora você foi muito contido nos gastos, sugiro uma escalada ao Top of the Rock para uma das vistas mais bonitas da cidade. E, antes que alguém pergunte, já adianto a resposta: sim, eu prefiro o Top of the Rock ao Empire State. Mas claro que é uma questão de gosto pessoal. Sem citar o fato de poder comprar pela internet e reservar horário, em vez de ficar hooooras esperando na fila e no frio…

 

Citei meia dúzia de lugares, manjados como se costuma dizer, mas que ninguém se cansa de visitar. Além deles, é claro, existem infindáveis alternativas do que fazer nessa que é a capital do mundo. Meio abatida pela crise, é verdade, mas sempre capital.

 

E se, em suas caminhadas, você encontrar o Papai Noel, não esqueça de perguntar se ele já recebeu minha cartinha. E me avise, é claro…

Blogagem Coletiva – Umas tanto, outras nada. Mariana.

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Arraial D'Ajuda. Foto Mariana.

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, Carmem e eu, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e dedidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim,  a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.

 

Com a palavra, a Mariana (Merel).

 

Primeiramente, agradeço à Marcie pelo espaço e gentileza e parabenizo os trips que inventaram essa brincadeira tão legal, mas tão legal, que aos 45 do 2º tempo fiquei morrendo de vontade e resolvi participar também.

Aí vão minhas eleitas! E as não-eleitas, as well.

REPETECOS

 

Minas Gerais – Vale um estado? Minas me dá vontade de visitar todo fim de semana. Quando pequena ia sempre a São Lourenço, e ano passado estive pela primeira vez em Belo Horizonte. Dois dias não foram o suficiente para curtir o tanto que eu gostaria da capital. Adorei conhecer o Mercado Central, com todas as suas gostosuras; ficar até amanhecer na pista d’A Obra, dançando clássicos dos anos 80; passar o dia naquela lindeza que é o Inhotim… e descobrir que em Minas existem muito mais tipos de biscoito de polvilho do que eu jamais poderia supor. O Inhotim por si só já seria razão para retornar muitas vezes, mas quero voltar para conhecer Tiradentes. E tenho um dia que ir ainda a Mariana (vaidades…) e à Serra da Canastra.

 

New York by Merel.

Nova York – Eu queria gostar menos dessa cidade, eu juro que eu queria, mas é mais forte do que eu. Não é meu “tipo” de lugar pra turistar não, mas Nova York me dobra, me dá uma rasteira que só ela. Porque tem muita coisa pra fazer, e você nunca sai de lá tendo feito tudo o que gostaria. E, ainda por cima, consegue ser bonita a danadinha. É uma cidade grande e bonita. Covardia.

 

Paraty. Foto Mariana.

Paraty – Pousadinha, mar, jeito de interior e cachaça. Precisa de mais alguma coisa? Fui a Paraty duas vezes, iria ainda muitas outras e faria de novo tudo o que já fiz. Acho tão bonitinha aquela cidade que tenho vontade de abrir bem os braços e tentar ver se ela cabe dentro. Gosto do jeito relaxado, um lugar de mar que não tem desfile de moda. Que se conserve assim.

 

Paris – Eu não queria conhecer Paris. Não conseguia entender o que todo mundo via naquela cidade. Que clichê! Romance, Torre Eiffel, macarrons — tédio! Mas eu fui pra Europa, e o roteiro do mochilão acabou me conduzindo pra lá, por simples conveniências de itinerário e hospedagem grátis. Logo na chegada, num entardecer de outono, vi o Sena e todos aqueles tons de azul-petróleo… e chorei. Ponto pra Paris. Preciso voltar porque não comi macarrons. Não só por isso, claro. Pelos croissants também.

 

Bahia – Vale um estado, de novo? Posso repetir tudo que falei de Minas, colocando um pouquinho de dendê. A Bahia me parece inesgotável e as duas vezes em que estive lá senti uma felicidade tão grande que me pego aqui rindo, só de relembrar. Acho que o único outro lugar que me fez chorar quando cheguei, além do Sena, foi o Quadrado.

 

 

UMA VEZ E TÁ DE BOM TAMANHO

 

Cruzeiro – Tá, cruzeiro não é lugar. Se bem que, no fundo, meio que é. Enfim. Fazer cruzeiro mais de uma vez acho que só com um bom motivo, como por exemplo o Roberto Carlos no Emoções em Alto Mar. (Estou brincando, gente. Quer dizer, talvez não esteja.)

 

Bariloche – Para quem não é aficionado por esportes na neve, uma experiência desse gênero já está mais do que suficiente, né? Fui na idade certa, com 7 anos, e me diverti muito na viagem. Mas sei que hoje em dia não me encantaria tanto quanto me encantei lá atrás.

 

Amsterdã – Não me levem a mal, eu adorei Amsterdã. Mesmo. Mas não acho que seja uma cidade que me peça para revisitá-la. A viagem coube direitinho dentro dos dias que dediquei a ela, e na verdade eu acho que me diverti tanto que talvez seja melhor guardar as memórias como elas estão.

 

Estocolmo – A cidade é linda e era um grande sonho conhecê-la. Mas achei a atmosfera pouco acolhedora e, sei lá, as cidades para mim são as suas pessoas também. Não posso dizer que me decepcionei ou não gostei da visita, mas gosto de me sentir um pouco mais bem-vinda onde vou, e isso não cabe aos prédios, aos barquinhos e nem ao smörgåsbord.

 

Participam dessa Blogagem Coletiva:

Abrindo o Bico

Agora Vai Mesmo

Aprendiz de Viajante

Área de Jogos da Dri

Big Trip

Blog da Nhatinha

Boa Viagem

Caderninho da Tia Helô

Colagem

Cristomasi

Croissant-Land

De uns tempos pra cá

De volta outra vez

Dicas e Roteiros de Viagens

Dividindo a Bagagem

Donde Ando? Por aí.

Dri Everywhere

Edu Luz

Filigrana

Flashes por Si

Guardando Memórias

Inquietos Blog

JB Travel

Jr Viajando

Liliane Ferrari

Ladyrasta

Mi Blogito

Mala de Rodinhas e Necessaire

Mauoscar

Mikix 

Olhando o Mundo

O que eu fiz nas Férias

Pela Estrada Afora

Pelo Mundo

Psiulândia

Rezinha Por aí

Rosmarino e Outros Temperos

Sair do Brasil

Sambalelê

Senzatia

Sunday Cooks

Turomaquia 

Uma malla pelo mundo

Uno en cada lugar

Viagem pelo Mundo

Viaggiando

Viajar e Pensar

Viagem e Viagens

 

 

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