Um app pro teatro.

Lançaram ontem em New York, depois de uma temporada de sucesso em San Francisco e Los Angeles. O nome é ScoreBig Daily e por enquanto parece que, além do website, só funciona com iPhone. Brevemente, também com Android e vizinhanças.  “Mais um app…” todo mundo vai dizer. Sim, mais um app. Mas parece que de extrema utilidade, pelo menos para quem gosta de teatro mas se assusta com os preços.

 

A mecânica é simples: uma espécie de Priceline para a Broadway, se bem que ele funcione também para concertos e eventos esportivos. Todo dia, às 9 da manhã, o app posta de 3 a 6 espetáculos e você faz seu lance baseado na dica que eles dão. Se você ganhar, bom espetáculo! Se você perder, é só esperar três horas e tentar de novo via app. No website, você tem que esperar 24 horas.

 

Segundo a companhia, a economia média é de 42% do full price ticket. E nunca menos de 10%. A única coisa chata é que você não sabe exatamente o que está comprando. Quer dizer, o app não diz onde é a poltrona: só avisa se é lateral ou se é lá em cima no pombal (rimou!). O lado bom é que o app também tem uma assim chamada social media feature. Se você, por exemplo, tuítar a sua compra, seus amigos também podem dar lance com grandes chances de sentar próximos de você.

 

Ainda não experimentei, mas pretendo fazê-lo e dar notícias. Se alguém experimentar antes, por favor não esqueça de abrir o bico. Quer dizer, enviar seu comment. :wink:

 

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CityMaps: o nome é ruim, mas o app é bom. 

Ruim porque parece que se trata apenas de mais um mapa, quando na verdade tanto o app quanto o website são muito mais do que isso. O pano de fundo de fato é o grid de Manhattan, mas em cima dele é que as coisas acontecem: você tem, quarteirão por quarteirão (ou bloco por bloco, para ficar mais novaiorquino…), todos os estabelecimentos comerciais do pedaço: lojas, restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros, hotéis, etc, etc. E tudo (ou quase tudo) identificado por seus respectivos logotipos. Quer dizer, mais fácil do que roubar pirulito de criança.

Você abre o app, clica no seu ponto de interesse e fica sabendo, no mínimo, endereço e telefone do lugar. Digo no mínimo porque, como regra, o app fornece todas as informações. Se é um cinema, você tem acesso aos filmes em cartaz e aos horários; se é um parking, você tem acesso aos preços; se é um restaurante, você pode reservar; e assim por diante. E, como o app está linkado ao Twitter e Foursquare, você também tem acesso aos feeds respectivos.

Com base em meus abrangentes e científicos testes :shock: , ouso dizer que o app funciona bastante bem. Mais ainda pelo fato de o próprio criador afirmar que a coisa na verdade ainda não está totalmente pronta. Logo, logo, os interessados (quer dizer, os estabelecimentos) vão poder postar updates diretamente no site.

Duas informações importantes. Primeira: por enquanto, o CityMaps só está disponível no iPhone e nos iOS devices, mas parece que já vem aí a versão Android. Segunda: por enquanto também, o app só mapeia os estabelecimentos que ficam no nível da rua e que hoje são aproximadamente 35.000… Acho que já está mais do que bom, não é?  :-)

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Um app para você “ouvir” o Central Park.

Uma idéia genial da dupla Bluebrain: um free app para o iPhone que só entra em ação a partir do momento em que você entra no Central Park. Basta entrar para começar a ouvir sons como os de uma orquestra afinando seus instrumentos. E, logo em seguida, o “concerto” tem início. O app responde ao caminho que você decidir tomar, gerando sons específicos para esse ou aquela alameda; essa ou aquela árvore; esse ou aquele lago…

 

Os temas musicais mudam a cada 20 ou 30 passos e parecem surgir dos objetos ou  das áreas por onde você passa: estátuas, playgrounds, monumentos, etc. E sempre com sequências adequadas à localização: um tema alegre na vizinhança das áreas infantis e romântico nas imediações dos assim chamados bancos para namoro.

 

A primeira coisa que eu pensei foi: bom, deve ser meio irritante a mudança de um tema para outro. Mas parece que não. A transição é redonda. Um tema se sobrepõe ao outro à medida que você anda; aumenta ou diminui de volume, mas produzindo sempre uma experiência agradável. E única, já que você escolhe qual caminho você quer “tocar”.

 

O app, que entra na categoria dos location-aware devices, se chama Central Park (Listen to the Light) e, segundo os criadores, levou pelo menos dois anos para tomar forma. Mas parece que valeu. O software é free, mas está trazendo um buxixo valioso para a dupla. E aqui em Manhattan, mais cedo ou mais tarde, buxixo também vira dinheiro.

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Deu fome? Consulte um app.

 

 

 

Há dois apps novos na praça. Quer dizer, na ilha. Mais exatamente, na ilha de Manhattan. Os dois dedicados à gostosa atividade de escolher restaurante. A essa altura, muita gente já deve estar pensando: puxa, mais um app de comida! Pior: mais dois apps de comida! Na verdade, é isso mesmo. Mas, no fundo, não é. Tá bom, melhor explicar: app por app.

 

O primeiro, para o iPhone, se chama Immaculate Infatuation. O nome é estranho, mas o conteúdo é bom. O que é que ele faz de diferente? Primeiro, ele não lista duzentos restaurantes cada vez que você pede uma dica. Ao contrário, ele indica apenas dois ou três. E explica tudinho de cada um deles. Prato por prato. Com uma apresentação atraente, bem humorada, e fácil de seguir.

 

O segundo app, também para o iPhone, tem o nome de Chefs Feed. E é exatamente esse o primeiro diferencial: são recomendações dos grandes chefs do pedaço. O segundo diferencial é que ele não indica restaurantes, mas sim pratos. Como assim?! Exato: você escolhe o prato e o app, então, indica o restaurante. Cool, não é? No mínimo, é diferente. Perfeito, me parece, para quem esteja a fim de algo específico. Como quase sempre acontece. Hoje quero jantar spaghetti com meatballs! Pronto, é só ir ao app e ver o endereço que os grandes chefs selecionaram.

 

Então, anotem aí: Immaculate Infatuation e Chefs Feed. Os dois são grátis, tornando bastante econômica a tarefa de escolher restaurante. Mas, uma vez lá dentro, prepare seu dinheiro plástico…

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Dois apps que merecem applausos.

Já falei que tecnologia não é minha praia.  O Fred que o diga! Portanto, só estou escrevendo sobre apps porque eles estão ligados a um assunto que me interessa muito: a Broadway. O primeiro app: tkts. Exatamente o que você está pensando: uma ferramenta grátis, criada pela TKTS, uma entidade sem fins lucrativos que procura facilitar o acesso aos teatros de New York.

E o que faz o tkts? Ele conta quais são os tickets disponíveis em cada uma das três lojas de desconto: Times Square, South Street Seaport e Downtown Brooklyn. Quer dizer, uma mão na roda para você não enfrentar duas horas de fila na Times Square, por exemplo, só para descobrir que o show que você quer só está à venda no Seaport…

O segundo app, At the Booth custa 99 cents, mas traz algumas vantagens. Verdade que ele só diz quais shows estão disponíveis na loja da Times Square, mas acontece que ele também informa qual é o tamanho da fila. Além disso, oferece a possibilidade de comprar os tickets online, através do site . Ambos disponíveis para Iphone, Android e WIndows 7.

Parece que o pessoal da TKTS torce um pouco o nariz para o pessoal do At the Booth, mas o que fazer? Os dois apps estão à disposição de quem se interessar a baixá-los. E o que os dois têm em comum é a possibilidade de tornar menos chata a espera na fila: é só navegar o app para encontrar informações importantes sobre os shows.

Dizem que são dois apps para aplaudir de pé. E como você já está de pé mesmo, naquela interminável fila…

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Você finalmente comprou um Apple. E agora?!

Tudo o que você queria saber...

Segundo um funcionário da Apple da 5a. Avenida, os brasileiros têm praticamente invadido a loja. E a maioria são migrantes, quer dizer, mudando de PC para Mac. Seja via laptop, Iphone, Ipad ou Itouch.

E foi justamente para esses neófitos (uau!) que a Apple criou o chamado Consultants Network: empresas terceirizadas que, com o beneplácito (uau de novo!) da marca da maçã, ministram aulas para todo mundo que queira conhecer melhor seus maravilhosos produtos.

Como eu – a exemplo de muita gente que eu conheço – só uso 20% do potencial dos meus gadgets,  decidi dar uma olhada nesse tal de network. E fui logo no mais bacana (ainda se fala bacana?): o How Lounge, no número 91 da Crosby Street. Essa rua é paralela com a Broadway (no Soho) e a loja fica pertinho da Houston. E do Balthazar. E do Dean & Deluca, e da lojinha do MoMa… visualizou, certo?

Bom, e como é que faz? Simples: você chega e diz o que quer aprender. Todas as aulas custam 75 dólares por hora. E, devo dizer, uma hora é tempo de sobra para você dominar uma coisa tão intuitiva como são os produtos Apple.

Não, ainda não fiz a aula – só sondei o local. Mas vou fazer. Entender melhor o novo Iphoto, por exemplo. Os mistérios do Mobileme. Ou tudo o que o Itunes é capaz de fazer. Ou por aí afora.

Então é isso: veio a New York, comprou um Apple, mas não sabe exatamente how to do? Vá ao How Lounge. Antes ou depois do Balthazar, é claro…

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Motor de Busca? Não, contador de histórias.

Detalhe da homepage do Qwiki

Tudo o que a web não precisa é de outro motor de busca, mas sim de soluções que contem uma história. Afinal, contar história é como a humanidade vem milenarmente partilhando experiências. É mais ou menos isso que declarou pra Newsweek o criador do website qwiki.  Website é ainda modo de dizer, porque a coisa está só no começo.

Mas é só ir lá pra ver que a idéia é brilhante. Quer ir pra Istambul, por exemplo? Você não precisa “search” hoteis, depois restaurantes, depois locais de interesse, depois dicas, e por aí on and on.

 

O Qwiki conta a história toda pra você, como se fosse um amigo que acabou de voltar de lá. Mesma coisa com qualquer outro item de interesse.
Sugiro uma visitinha. Como disse, ainda é só uma idéia (nesse momento, devem estar procurando investidores) mas a coisa tem tudo pra dar certo.

Se dei um susto no Fred ousando fazer um post sobre algo tão tecnológico quanto o Kindle, com esse do qwiki então ele vai cair duro pra trás! Ah, mais notícias no Mashable. Ou na Newsweek.

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Comprei 1 livro. Na verdade, comprei 3.500!

To Kindle or not to Kindle?

Ninguém vai entender o fato de eu estar postando sobre tecnologia. O Fred que o diga! Mas é que não houve jeito: tive que me render aos encantos do Kindle. Por um motivo muito simples: os livros estavam ocupando muito espaço na minha pobre mala. Cada vez que viajo, separo meia dúzia de volumes pra levar. Sem contar os que acabo comprando no meio do caminho. Então resolvi ser moderna e render-me à praticidade que a tecnologia nos coloca à disposição.

Mas sem deslumbramentos: acho tudo maravilha por um lado, mas  por outro também vejo várias desvantagens.
Os prós
.A velha coluna vertebral agradece: em vez de arrastar uma mini-biblioteca mundo afora, agora viajo com algo que se asemelha a um réles caderninho.

.O planeta agradece: estou economizando papel; portanto, menos árvores estão sendo ceifadas.

.Uma surpresa para mim: a legibilidade é total, mesmo na mais intensa claridade.
.Ah, o gadget tem espaço pra 3.500 compêndios! Comé que pode, seo?!
.Também tem dicionário. Lê pra mim, se eu precisar. E compro tudo num piscar de olhos (será que isso não tinha que estar no bloco dos contras?!).
.Não posso deixar de mencionar também a capinha liiiinda que comprei pra ele, cuja cor obviamente é desnecessário lembrar.
Os contras
.Não posso ler na decolagem nem na aterrissagem. E isso é um fato da maior gravidade.
.Tenho mais um cabo para carregar.
.Consumo – mesmo que seja pouco – eletricidade pra fazer o bichinho funcionar.
.Não tem cheiro de livro.
.Não preciso mais ir a livrarias (com todas aquelas outras lojas no caminho…).
.Se eu perder, perco a biblioteca…
Placar final
Numa viagem, para economizar peso e espaço na mala, é ótimo. No dia a dia, fico com o velho e bom papel.


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