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A dura (tá bom, só durinha) volta à realidade.

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Domingo na Pinacoteca

Depois de uma temporada das mais agradáveis no Brasil, eis-me de volta a casa.

Não posso deixar de mencionar, mesmo que rapidinho, os momentos maravilhosos que lá vivi.  Começando pelo maravilhoso encontro VnVRio2010 (leia aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), tão carinhosamente e bem organizado pela querida Majô ; continuando pelos almoços e jantares que compartilhei, em São Paulo, com amigos queridos – sempre aproveitando para colocar a prosa em dia; e, claro, ça va sans dire, o carinho da filhota.

Foi uma temporada ótima, onde encheram meu reservatório de carinho até a boca – o que me dá a certeza de durar até minha próxima viagem. Curti bastante o Rio, mas foi em São Paulo que tive mais tempo pra “fruir” a cidade e sua vida cultural: no teatro, com “Estranho Casal”; na Pinacoteca, com exposições espetaculares; nas ruas, com uma passadinha básica, como sempre, na Vila Madá para umas comprinhas e na Sex Shop (© da Flavia), mais conhecida como Livraria Cultura, onde quase detonei meu cartão de crédito e onde mais do que ultrapassei o limite de peso de minha mala.

Agora, de volta, vou curtir New York, cheia de atrações nesta época do ano . E aguardar ansiosa a chegada dos amigos que aqui virão, trazendo – espero eu – um pouco do friozinho aí do hemisfério sul.

Muito obrigada pelo carinho, queridos Trips. Espero revê-los em breve.

Ai, ai, ai, ai…tá chegando a hora….

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Tordesilhas

Tudo o que é bom, acaba. Tudo o que é muito bom, também – não é mesmo? Pois é, minha temporada em Sampa está na reta final.

Mas não posso reclamar: além de visitar os “istas”, consegui fazer um monte de coisas.

Conheci – e adorei – um restaurante novo: o Tordesilhas, do qual virei fã de carteirinha. Gostei muito também do La Frontera. Já no Ping Pong, preferi abrir mão da carteirinha…

Meus amigos Trips fizeram uma festa pra mim , onde fui super-paparicada. Obrigada de novo, meus queridos.

Revi muitas amigas e amigos. Tomei café da manhã fora, almocei fora, jantei fora – até lanches na padoca eu tomei. Honestamente? Vou ficar pelo menos 2 semanas sem pisar num restaurante…

Fiz um monte de comprinhas para minha casinha e muitas outras para minha cabecinha.

Fui ao teatro e vi coisas muito boas. E  outras nem tanto.

Ganhei presentes bárbaros, que levo comigo na mala e no coração.

Namorei minha filhota a não mais poder.

À custas de me repetir, who could ask for anything more?

E, pra melhorar, sei que no ano que vem tem mais. E em grande escala. Nossa diretora social já está preparando uma mega-reunião no Rio para abril.

E, enquanto abril não chega, o próximo capítulo será uma reunião Vermontiana, dentro de duas semanas. Adivinhem com quem?

 

BlogBlogs.Com.Br

A arte (quer dizer, o artesanato) de matar saudade.

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Minha casinha em NY é uma mini-filial da Vila Madá. Explico: cada vez que venho para São Paulo, levo de volta uma ou duas (ou mais!) peças de artesanato. E compro aqui também a maioria dos presentes de Natal para minhas amigas gringas: elas adoram receber, e eu adoro divulgar os talentos locais.

ProjetoTerra

Hoje, aproveitando um dia tranquilo e o fato de o meu chefe ter esquecido de mim, fui dar uma volta lá.

Marc.Trancoso

A Vila Madalena é para mim o que o SoHo e Tribeca são para os turistas de NY: um espaço para descobrir coisas novas e diferentes a cada visita. Fico fascinada com as novidades, e com muita vontade de conhecer todos aqueles barzinhos e restaurantes.

Reciclamundo

Foi um entra-e-sai de lojas (já sei, já sei: entra EM e sai DE). As de sempre e mais algumas que pintaram no caminho. Saldo final? Algumas sacolas, cartão de crédito com mais débito e menos crédito, e uma mala que me leva à constatação de sempre: artesanato pesa. Mas ajuda a matar a saudade.

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