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New York já colocou as manguinhas, quer dizer, as mesinhas de fora.

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Mesinhas

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A mudança acontece da noite para o dia: basta o termômetro subir um pouquinho… que a cidade se transforma. Como por mágica, surgem “outdoor tables” nos locais mais improváveis que você possa imaginar. Grandes restaurantes, médios restaurantes, pequenos restaurantes, cafés, delis, padarias, todo mundo passa a fazer de conta que está na praia ou na Europa e ocupa a calçada com mesas de todo tipo e tamanho.

 

Claro que não há a mínima preocupação se a calçada tem meio metro de largura. Ou se a rua é de trânsito pesado. Ou se é um cruzamento ainda mais complicado. Ou se tem latões de lixo ali ao lado. Ou se é um lugar barulhento. Ou se não tem sombra. Nada disso interessa. Basta haver uma mesa na calçada que vem alguém e senta.

 

Sem brincadeira, os lugares são disputados a tapa. E há locais onde, aos domingos, a espera supera (ui, rimou) as duas horas. Não contem comigo. Primeiro, porque odeio esperar. E segundo, muito mais importante, porque fora não tem ar condicionado… :wink:

 

Mas não posso negar que “mesinhas na calçada” tenha passado a fazer parte do cenário da cidade. Apesar dos proprietários de restaurantes e cafés não morrerem de amores pela ideia. É verdade, viu! Parece que a coisa é complicada. A começar pelo custo: a prefeitura cobra uma grana black pelo uso do solo. Depois, pela dificuldade de controlar mesas que estão fora e portanto fora de controle. Segundo eles, é muito comum o freguês desaparecer sem pagar a conta. Ou desaparecer o dinheiro que o freguês deixou na mesa. Sem falar no problema com mendigos. Somem talheres, galheteiros, açúcar, o diabo. E, pra completar, as chuvas repentinas…

 

Mas longe de mim querer desestimular a prática. Com todo mundo na cidade já com as manguinhas de fora, nada mais natural do que escolher um local com mesinhas idem…

[ Foto Julie Grynblat Munn ]

Depois do Restaurant Week, é a vez do SPA week.

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SPA

Vai acontecer de 21 a 27 de abril. Em New York e também outras cidades americanas. Você paga 50 doletas e se deixa paparicar em um dos inúmeros locais que fazem parte da promoção. E você escolhe os tratamentos, que variam de local para local. No Kiehl’s Spa 1851, por exemplo, uma das ofertas é uma sessão Ultra Facial, para limpar e regenerar a pele, que normalmente custaria $ 160. Um lindo desconto, não é?

 

Atenção, porém. Como o evento é novo pra mim, e como vocês nunca me viram nem nunca vão me ver num spa, estou vendendo o peixe como comprei. Mas que a iniciativa seja séria, não há dúvida. Já é o décimo ano! E que seja vantajosa, também. Como é que eu sei? Bem, tenho uma amiga que costuma “se dar” um spa day como presente de aniversário. Sabem quanto ela gasta com esse self gift? Mil doletas… :shock:

 

Portanto, gostando ou não gostando da coisa, só posso dar as boas vindas para o Spa Week. Se você estiver interessada, reserve o quanto antes. Assim como a semana dos restaurantes, aqui também tudo lota rapidinho…

 

 

[ Foto Dreamstime® ]

Sabe aquela livraria? Pois  é, fechou.

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O abrindoobico já falou mais de uma vez da abertura e, infelizmente, também do fechamento de livrarias em Manhattan.  Hoje  vou voltar ao assunto porque uma notícia recente torna a situação mais preta do que já era.

 

As livrarias, não só estão fechando, como os empreendedores mais corajosos não conseguem abrir novas lojas. Com toda a razão, pois os aluguéis começam no patamar de 40 mil doletas por mês. Quer dizer, o cidadão vai ter que vender muito livro para cobrir  essa despesa básica. Depois, é claro, vem todo o resto:  folha de pagamento, impostos federais, impostos estaduais, impostos municipais, e por aí a fora…

 

Resultado: só sobraram 106 livrarias na ilha.

Os mais perseverantes estão mudando para o Brooklyn. Ou, como a maravilhosa McNally, abrindo suas filiais  por lá. Daqui a pouco, para ler algo que realmente valha a pena, vamos ter que atravessar a famosa ponte. Para vocês terem uma ideia, até a Rizzoli estaria balançando.

Gozado que li recentente em São Paulo que as livrarias estão explodindo no país (ou pelo menos na cidade). Fico feliz. Mas aqui infelizmente o movimento parece ser o inverso. Vamos ver quem pode nos salvar. Li, por exemplo, que a Penguin Books estaria planejando abrir várias lojas por aqui. Tomara! Será um pinguim muito bem-vindo… :wink:

[ Foto Dreamstime® ]

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