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É novo. É bom. E é italiano!

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Estou falando de um dos mais novos restaurantes italianos de Manhattan: Il Buco Alimentari e Vineria, na 53 Great Jones Street, perto da Bowery. Na verdade, é mais do que um restaurante. É uma alimentari (ou grocery) com frios e pães maravilhosos, uma enoteca, e um restaurante.

 

Do mesmo proprietário do Il Buco, a nova casa é uma espécie de extensão natural que produz boa parte do cardápio e compra a outra parte de produtores independentes cuja integridade eles admiram. No fundo, o que eles procuram fazer é reproduzir em New York o mesmo modus operandi dos alimentari ou ristoranti que a gente ainda encontra nas maravilhosas cidadezinhas italianas: a “famiglia” botando a mão na massa para tudo o que ela sabe fazer e comprando os ingredientes e produtos complementares de fornecedores locais e de confiança com quem eles trabalham há algumas gerações!

 

A experiência deve estar funcionando pois, com apenas alguns meses, o Il Buco Alimentari e Vineria só tem somado elogios: os pães, os frios, os pratos e os vinhos. Mas não espere nada sofisticado. A idéia aqui é servir exatamente o contrário: coisas simples, boas e saborosas.

 

Como a casa fica no NoHo (ai, essa mania de batizar tudo quanto é metro quadrado!)  que é ao lado do SoHo, vale a pena dar uma esticada. Mesmo porque a alternativa é o JFK, um voo da Alitalia para Roma, e de lá de carro para, por exemplo, Spoleto

 

Viagem à Itália da Virgínia.

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Impactada pelos números de audiência deste blog (rsrs), a Virgínia me deu a honra de postar aqui sua viagem pra Itália.   A lei la parola.

Após um gostinho da Europa ano passado, quando conhecemos Paris e Madri no finalzinho do inverno, eu e o marido resolvemos conhecer algumas cidades da Itália.

Na verdade, esta viagem deveria ter sido feita somente no ano que vem, pois meu filho casou-se agora em setembro e a despesa, bem como o stress, foram medonhos… Mas quando eu coloco um plano na minha cabecinha, não sossego – e afinal de contas, era pra comemorar minha aposentadoria!

Solução encontrada: mochilão “chic”! Foram quase três semanas (demos uma passadinha de 4 dias em Paris pra matar as saudades) em que provamos que, definitivamente, a vida começa aos 40, pois nossa vitalidade foi de adolescentes.

Depois de ter conhecido o charme do inverno parisiense, foi muito bom rever a cidade numa temperatura agradável para nós, brasileiros, e não ter compromisso de conhecer lugares, e sim desfrutar da cidade do modo mais slow possível.

Chegamos a Veneza, primeiro destino da nossa temporada italiana, pela Air France. Estávamos tão deslumbrados com a cidade que nem nos importamos tanto com a caminhada de uns 15 minutos até o hotel, arrastando as malas pelas pontes e ruas acidentadas. Veneza é uma cidade realmente fascinante, como você pode ver por aqui:

 

Quant'è bella Venezia!

Quant'è bella Venezia!

Foi com certeza a cidade em que melhor comemos na Itália. Nossa alimentação é à base principalmente de peixes e saladas, então fizemos a festa. Primeiro jantar, chegamos à trattoria indicada pela recepcionista do hotel, Ae 3 Soree, bem típica, garçonetes falando muito pouco inglês. Olhei o cardápio e descobri pesce a la griglia (grelhado), preço razoável – 24 euros para duas pessoas. Pedimos contorni (acompanhamentos, legumes) e insalata, felizes da vida.Só que a porção para dois na verdade serviria uns quatro: três peixes enooooormes, atum e polvo. Tudo bem, valeu a lição, aprendemos logo em nossa primeira refeição que os italianos são fartos, as porções são muitas vezes suficientes para dois, então em várias ocasiões dividíamos alguma coisa. Outra trattoria BBB que experimentamos foi a Casa Mia, onde comi um salmão maravilhoso.

 

 

Gente, vou ter que confessar. Amei Veneza mas depois de algum tempo andando, ( porque sim, nos 2 dias em que ficamos lá conseguimos a façanha de nos perder em TODAS as vezes em que deixamos o hotel), a coisa começava a me irritar, ou melhor, os meus pés é que gritavam.

 

Anoitecendo...

Anoitecendo...

Segundo destino, Dolomiti, vilinha de Ortisei (copiado do roteiro do, dica valiosa), olha só que lindinho:

 

 

Da janela do hotel

Da janela do hotel

Chegamos à cidade junto com uma frente fria, devia estar uns 10º C, e chuviscava. Bem na nossa frente, o Café Haiti, local de um tremendo momento Ofélia. Pedi capuccino com panna, pois queria uma coisinha leve pra poder jantar mais tarde. Veio o capuccino e eu fiquei aguardando, certa de que panna era pão – tolinha…

Teve um outro mico bem básico, não imprimi o e-mail de confirmação da reserva do B&B, feita com 6 meses de antecedência, e não sabia o nome da rua do hotel. E ninguém conhecia o Garni Rives por ali. Coisas de adolescentes…

No hotel, num raro momento de pausa.

No hotel, num raro momento de pausa.

 

Fomos em seguida a Florença, lugar adorável, onde aproveitei também pra conhecer Siena e Pisa. Siena é muito bem preservada, ruelas e becos nos transportam para o passado, vejam:

 

ruazinhas charmosas

ruazinhas charmosas

Visitando Florença, não deixem de ir à Piazza Michelangelo, apreciar sua bela vista da cidade, e relaxar. Tem ônibus que te deixa lá em cima, mas se você tiver disposição vá a pé mesmo, é gostoso. Só conto pra vocês que essa minha temporada na zoropa fez o que seis meses de dieta não tinham conseguido…

Falando em comida, duas indicações de restaurante, a Antica Trattoria da Tito (Via San Gallo, 122), próxima à Piazza San Marco, super típica, ambiente prá lá de alegre, garçons atenciosos, comida boa e barata. Para almoço, próximo à Piazza Michelangelo, tem o Zoe (Via dei Renai, 13), decoração jovem e clean, serviço bem rápido.

Finalmente, Roma, que já começou bem por ter sido a primeira estação de trem onde conseguimos carregador, nas outras não vi nem carrinho para as malas, caramba! Toda vez que estava nas estações de trem da Itália tinha saudades da organização e limpeza do Canadá. Banheiros das estações de cidades menores sempre meio sujinhos.

Il Colosseo

Il Colosseo

Amei Roma, suas piazzas e fontanas grandiosas (pena que esteja tudo tão lotado sempre, dia e noite), o Museu do Vaticano foi o de que mais gostei nessa viagem, dentre tantos maravilhosos.

Quer pagar pra tirar uma foto com o "gladiador"?

Quer pagar pra tirar uma foto com o "gladiador"?

Pra fechar a viagem, momento Ofélia total na cantina ao lado de meu hotel, onde fui pedir um café da manhã tardio (eram 11 h). A moça, romena, falava pouco inglês e euzinha queria aproveitar para utilizar minhas palavrinhas em italiano, então pedi formaggio, caffe latte, succo di arancia e panne, ao que ela me informou não ter pão, daí soltei esta: “un cornuto”. E ela foi tão legal que corrigiu pra corneto sem rir…

 

Nota da Redação : apesar de o sistema não mostrar, este post gerou comentários. Para ler, é só clicar Comentários no final do texto.

Na Itália, um olho nas ruínas, o outro na carteira.

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Acabo de ler uma matéria sobre como se precaver de golpes praticados contra os turistas na Itália. A coisa atingiu tal proporção que o MSNBC colocou um post no ar dando dicas de como se defender. Mesmo reconhecendo que, em termos de segurança, a Europa é muito menos perigosa do que os Estados Unidos (na Europa, a subtração de seus pertences raramente é acompanhada de violência), eles listam uma série de golpes a que o turista está sujeito quando de sua visita.

O primeiro é o golpe da falsa briga: você está tranquilamente andando na rua quando, de repente, vê-se diante de uma discussão entre uma jovem atraente e um vendedor ambulante. Intervalo pra comentar: não tem briga mais gostosa de assistir do que o entrevero real entre dois italianos. Continuando: o vendedor está acusando a bella ragazza de tê-lo roubado. Ela, furiosa, vai tirando a roupa pra provar que não roubou nada. Você, distraído com o espetáculo, nem percebeu que sua carteira já era….

Outro golpe muito aplicado é o do troco: a antiga moedinha de 500 liras é muito parecida com a nova de 2 euros. Fique atento. Muita atenção também quando for trocar dinheiro no banco: confira tudo direitinho. Os caixas contam com sua pressa ou falta de paciência, depois da fila interminável que você enfrentou.

Euro

A lista de picaretagens é longa. Vamos a mais duas ou três. No táxi, preste muita atenção se o taxímetro está funcionando. Se for um táxi sem o aparelho, duas alternativas: não pegue ou, se pegar, combine o preço antes. Lembre-se também que não existe Polizia del Turista em lugar nenhum na Itália. Portanto, se um representante da classe se aproximar de você, ou corra ou chame um policial de verdade. Por último: apesar de toda a nossa compreensão em relação às comunidades nômades do leste europeu, fuja, repito, fuja de qualquer cigana – principalmente as que tiverem bebê de colo. Enquanto você faz bilu-bilu, sua bolsa bau-bau.

Resumindo: procure prestar molta attenzione. Afinal, quem tem que se divertir na Itália é você, não os golpistas.

Nota da Redação : apesar de o sistema não mostrar, este post gerou comentários. Para ler, é só clicar Comentários no final do texto.

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