A New York da Flavia Penido.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Shuttle ou taxi. normalmente taxi na ida e shuttle na volta.

 

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Comprinhas básicas. Eu reservo o hotel para o dia anterior, então cheguei no hotel cedinho, então é um café, compras no coreano ao lado pra  abastecer meu quarto. Mas primeiro dia em viagem de cidade é “tarde livre para compras”, meaning: andar sem destino, en flanant, almoçar num lugar bonitinho e tomar um drink gostoso. Descanso no fim do dia pra estar bem à noite.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

No almoço normalmente entro em qualquer lugar ou como bobagem. No jantar tenho coisas marcadas. Mas entrar em qualquer lugar sempre tem boas surpresas.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Não gosto de Broadway, sou uma off-Broadway person. Museus sempre. Metropolitan e Guggenheim. Amo ir até os Cloisters pelo estudo antropológico da ida e da volta (ida de ônibus, volta pelo A train, pensando na música). Adoro o Guggenheim. Fui apresentada ao Carlyle por causa do Bobby Short por causa dos meus pais e ainda bem que Woody Allen ainda toca lá porque quero levar meu filho para ver isso. Casas de jazz me encantam. Restaurantes com vista bacana, ou restaurantes bacanas. Gosto de lugares malucos pra sair a noite, mas isso é o tipo de coisa que nunca rola direito se vc não tem um bom insider.

 

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Depende pra que. Gosto muito da região perto do Boomingdale’s porque tudo é fácil. Mas acho downtown maravilhoso. E apesar de ser fora de mão, adoraria ficar hospedada em algum lugar no Upper West Side, sei lá porque.

 

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Outlet sempre é out, nunca achei nada que prestasse em nenhum.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Ler bastante antes, e descobrir o que tá rolando na cidade. NY nesse ponto é muito parecida com SPaulo: muita coisa acontecendo, muito lugar bacana, vc tem que estar informado pra não cair em roubada ou não perder algo imperdível. E a regra geral é: vc tem que saber tudo e programar tudo justamente pra saber quando vale não cumprir o programado e cair num programa inesperado que pulou à sua frente. :-)

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Cultura, informação  e modus vivendi.

 

 

 

 

 

 

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Friends

Não, não estou me referindo à extinta série da TV americana, mas sim aos velhos e novos amigos que encontro quando venho pra São Paulo.

Vocês se lembram (quando este blog nasceu) que eu falava de uma comunidade de friends que eu não conhecia, que não se conheciam, mas que mais cedo ou mais tarde acabariam se materializando? Pois é, aconteceu: já conheci várias pessoas, em vários lugares diferentes. Uma pá de gente com quem tenho passado ótimos momentos. Aliás, quem lê meu blog já está careca de saber disso.

E, nesta visita a São Paulo, não foi diferente. Minha nova amiga Ladyrasta recebeu um grupo de amigos do VnV para uma agradabilíssima reunião em sua linda casa. A reportagem completa está lá na queridíssima Majô.

Comes-e-bebes e ótimos papos, daqueles que só a diversidade de pessoas, interesses e vivências pode garantir. Com música de fundo, é claro. E, justamente por ser “de fundo”, não prestei atenção se Gershwin fez parte da seleção. Mas que devia fazer, devia: “Who could ask for anything more, who could ask for anything more?…”

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