A, lá, lá, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô….
O ano passado, para ver ver o termômetro bater 90º F, os nova-iorquinos (e os infelizes turistas) tiveram que esperar até agosto. Este ano, em julho, a temperatura já chegou a 103º F. Algo como 39,5º C. Isso no Central Park. Já nas estações de metrô, o calor foi de fazer inveja ao diabo (que nos carregue).
Por sorte, não estou lá. Mas confesso que tenho suado à distância. E, como todo mundo, também estou preocupada. Superaquecimento, essas coisas. Leio que a temperatura média na cidade, em um ano, aumentou 8º F. Só o aumento já é quente pra mim! Verdade que o record de calor ainda não foi quebrado (106º F!) mas era desde 1999 que a temperatura de três dígitos não durava dois dias consecutivos.
O pior é que nem dá pra dizer “Vou fugir pro Canadá!”. Tá fazendo 90º F em Montreal! Só se a gente subir mais: Alaska, por exemplo. Mas com a Sra. Palin lá, acho melhor ficar em NY e suportar estoicamente essa canícula.
Estoicamente, na verdade, quer dizer: em casa, com o ar condicionado à toda. É o que eu vou fazer assim que voltar. Perdão, planeta, mas não dá pra ser diferente. Estou reciclando tudo o que posso, não consumo plástico, não tenho carro, etc. Mas calor não dá! Sem falar na umidade, que provoca na gente a sensação térmica de mais calor ainda!
Agora, se você gosta dessa espécia de sopa urbana, há centenas de eventos pipocando em Nova York. A net está cheia de sites com dicas “quentíssimas”. É só escolher. Mas não contem comigo. Me contem depois…
















