Um livro seu na biblioteca.

Se você sempre quis ter um livro seu numa biblioteca, seu sonho acaba de se realizar. Graças  ao Sketchbook Project, da Brooklyn Art Library, qualquer criança ou adulto, profissional ou amador, pode preencher um livro de 32 páginas e arquivá-lo nas estantes da instituição.

 

Até agora, a Brooklyn Library já recebeu mais de 12.500 obras de 130 países. Como é que funciona? Muito simples: você vai até lá, paga $ 25.00 e recebe o compêndio com 32 páginas em branco. Aí é só criar: desenhos, histórias, colagem, fotos, o diabo.

 

Se não quiser fazer in loco, também não precisa. Basta acessar o site e fazer o pedido: depois de receber a base em branco, você cria sua obra. Num segundo momento, ela é fotografada e digitalizada pela própria instituição. A única coisa é que  esse serviço online vai lhe custar 30 doletas adicionais.

 

Mas vale a pena, como se pode ver pelo acervo da Digital Library, que é o braço digital do projeto. Eu, pelo menos, fiquei interessada. Verdade que não sei ainda como preencheria as 32 páginas, mas também não deve ser difícil. Afinal, a essa altura da vida, quem é que não tem histórias pra contar, fotos pra mostrar ou papelada para colar…? :wink:

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Paris fazendo escola…

Alguns anos atrás, o prefeito de New York visitou a França para conhecer a experiência parisiense com as bicicletas compartilhadas. Segundo ele, o sistema não seria adequado  para o traçado urbano de New York. E a coisa ficou por aí. Mas não é que, por algum motivo ou fato novo, o Bloomberg mudou de idéia? Em julho, as primeiras 420 dock-stations serão inaguradas em Manhattan.

 

No total, serão 600 bike-share stations, com um total de 10.000 bikes. A maior “frota” de bicicletas compartilhadas dos Estados Unidos e uma das maiores do mundo. Nas seguintes áreas: Midtown, Lower Manhattan, Brooklyn, e futuramente parte do Queens.

 

Como funciona? Infelizmente, via membership: você terá que pagar $ 95.00 por ano para poder usar as duas-rodas quantas vezes quiser, mas nunca mais de 45 minutos por vez. Superado esse tempo, o usuário terá que pagar extra.

 

Mas se é membership, não entendi como é que a coisa deverá funcionar para os turistas! Uma grande interrogação, enfim. Outra é a que vem dos moradores da ilha, já que as stations vão roubar ainda mais parking spaces.

 

Espero que tudo isso se resolva, pois a idéia é ótima e já provou que funciona em inúmeras cidades nos cinco continentes. Todo mundo pedalando, fazendo exercício, e poupando o planeta. Eu também entraria nessa mas, por mais que tenha pesquisado, ainda não encontrei confirmação de que triciclos também serão disponibilizados… :wink:

 

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Carrie, quem diria?!, está de mudança para o Brooklyn.

Foto gentilmente surrupiada da Wikipedia.

Quem viu Sex and the City seguramente se lembra da máxima: “I don’t do boroughs.” Quer dizer, para elas só existia Manhattan. E pobre da Miranda que, por necessidade, tinha que morar do lado de lá do rio… Bom, o tempo passou, a cegonha chegou – três vezes!, o Brooklyn virou cool, e a Carrie também mudou de ideia…

 

O casal Broderick-Parker acaba de adquirir uma, desculpem, duas modestas townhouses em Brooklyn Heights: são 650 m2 do mais disputado espaço brooklyniano. Segundo os jornais, o casal sabe das coisas, pois tem seguido o trend religiosamente: primeira casa no Upper West Side; segunda no Greenwich Village; e agora no Brooklyn.

 

Como já afirmei mais de uma vez aqui no blog, eu também mudei de ideia sobre o Brooklyn: o bairro de fato está batendo Manhattan numa série de coisas. Agora, mudar para lá… nem amarrada. Passeios, sim! Ikea, sim! Pelmeni, sim! Mas sempre sabendo que vou cruzar o rio de volta para a casinha… :lol:

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Hospede-se no Brooklyn, mas perto da ponte.

Com a brooklinização crescente de New York – quer dizer, tudo o que acontece de novo na cidade parece que está acontecendo no Brooklyn – achei que pudesse ser prático pinçar três ou quatro hotéis mais perto da famosa Brooklyn Bridge. Portanto, mais perto de Manhattan, onde não é que também não estejam acontecendo coisas… :wink:

 

O primeiro deles já tinha aparecido aqui no abrindoobico. É o Sheraton Brooklyn. Um hotel de rede, é claro, mas por isso mesmo sem supresa. Você já sabe o que espera; e o que vem geralmente é de boa qualidade. O segundo, também de rede, é o Marriott Brooklyn Bridge. Preços semelhantes aos do Sheraton, oscilando em torno de $ 200.00, e qualidade idem.

 

O terceiro, mais inovativo, é para quem torce o nariz para as grandes cadeias. O Nu Hotel Brooklyn. Um hotel mais design, mais transado (ainda se fala isso?). O nível de preço permanece o mesmo, mas fique atento às promoções.

 

Afastando-me um pouco mais da ponte, eu incluiria o Hotel Le Bleu. Preços um pouco menores, mas com o mesmo clima de um hotel-boutique. E um rooftop lounge (no verão) com vista maravilhosa de Manhattan.

 

Last but not least, para quem quiser evitar qualquer tipo de hotel, eu indicaria a Akawaaba Mansion. Não sei se vocês já ouviram falar. Um bed & breakfast chic, que começou no Brooklyn e hoje já tem vários endereços (Washington inclusive). A proprietária, Monique Greewood, é uma espécie de Oprah Winfrey do bed & breakfast. O lugar é divino: apenas quatro apartamentos numa mansão de estilo italiano, construída em 1860. Vale conferir. Pararicação, conforto, e a 15 minutos de Manhattan…

 

Claro que existem muitos outros hotéis que estão pipocando no Brooklyn. Mas, se essa seleção puder pelo menos ajudar você a iniciar a pesquisa, já me dou por satisfeita. :-)

 

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Só dá Brooklyn!

Gentilmente surrupiado do amigo de todas as horas, Google.

Parece provocação mas o que posso fazer se tudo o que acontece de mais importante em New York nas áreas gastronômica e de shopping, está acontecendo no Brooklyn?!  Na verdade, a única coisa que posso fazer é curvar-me às evidências. E talvez rever aquela história de “I don’t do boroughs”. Afinal, a frase já ficou mais velha do que a série que lhe deu origem. Sex & the City, para quem não se lembra.

 

Mas sem perder o fio da meada: é só folhear as revistas e jornais que se ocupam do assunto para constatar que só dá Brooklyn. Melhor papelaria? Brooklyn. A Paper Source, que eu conheço de Georgetown. Melhor loja de sapatos, digamos, acessíveis? Brooklyn. A Shoe Market, que expõe mais de 50 marcas para não fazer feio em lugar nenhum.

 

Melhor loja de moda para homens? Brooklyn. A Goose Barnacle, cuja seleção de marcas é baseada em qualidade e durabilidade. A lista continua. Melhor loja de jeans? Brooklyn. A Brooklyn Denin Company, que trabalha com mais de 30 griffes e tem tudo organizadinho por marca, índice de desbotamento (se é que existe a expressão), e caimento (ou fit).

 

E olha que ainda não falei de restaurantes… O que tem pipocado de coisa boa por lá não é brincadeira. Sem falar dos clássicos. Peter Luger em primeiro lugar. Nada contra as churrascarias ditas brasileiras, mas a costela do Peter é para a tirar a gente do sério. E entre os novos locais, que tal um duplamente estrelado pelo Michelin? Estou falando do Brooklyn Fare… que o abrindoobico já tinha citado no passado. Isso para citar apenas um. Na verdade, são mais de 700 os locais dignos de nota no Brooklyn.

 

Quer dizer, o bairro está com tudo e não está prosa. Resultado? Vamos ter que tomar o metro B com mais frequência e esticar até o bairro que é três vezes maior do de Manhattan. E que começa a superar Manhattan também nas atracões.

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Abaixo New York! Viva os boroughs!

Se as mensagens que se leem nas camisetas tem razão (meu deus, onde ficam os circunflexos?!) New York anda meio por baixo. Foi-se o tempo do “I love New York“. O que se vê agora em oito de cada dez t-shirts que circulam na cidade é I love Brooklyn, I love Manhattan, I love Staten Island, e por aí afora.

 

Tanto é verdade que a própria prefeitura, através de seu braço de turismo  está dando o maior gás para essa tendência. É só checar a online store deles . Logo na primeira camiseta, a sigla NYC está se desfazendo e dando lugar para os cinco boroughs.

 

E é isso mesmo que falam os principais fabricantes das chamadas tees: o negócio agora é promover os bairros individualmente e esquecer um pouco a cidade como um todo. E dá-lhe principalmente Brooklyn, como o abrindoobico pode constatar: o que tenho escrito de post sobre o bairro não é brincadeira.

 

Então agora cada um que escolha sua área de preferência, da agitada Manhattan à pacata Staten Island, e compre a camiseta que preferir. Já eu, sempre na linha do I don’t do boroughs, vou continuar prestigiando o Milton Glaser. Sim, o criador do I CORAÇÃO NY.

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Termômetro nos 40º? Cerveja geladinha.

Serviço público do abrindoobico. Com New York tomada por uma onda de calor senegalesco, nada melhor do que rever a relação dos principais beer gardens da cidade.

Para começar, o que talvez seja o mais antigo deles: Bohemian Hall & Beer Garden  em Astoria, Queens (completando um século esse ano).

Mas há endereços mais novos e mais próximos. O mais badalado, o Biergarten, no sofisticado Standard Hotel, ao lado  da High Line. Dizem que é a melhor seleção de cervejas, salsichas e pretzels da ilha. Ah, além de mesas de ping-pong para você se aventurar enquanto bebe.

Saindo de Manhattan de novo, vale a pena conhecer o Loreley no Brooklyn. Aqui, além da cerveja e da salsicha, você pode saborear também um extenso cardápio de pratos alemães.

Ainda no Brooklyn (puxa vida, tudo acontece lá!), o Der Schwarze Kölner  com mesinhas na calçada. Dirigido por alemães, frequentado por alemães, o local tem dezenas de cervejas e iguarias… adivinhem de que nacionalidade?

Também fora de Manhattan, mas em Long Island City, fica o Studio Square . É o maior deles, além de ser um garden de verdade, com árvores e tudo mais. A desvantagem é que se trata também de um sports bar, com os indefectíveis televisores ligados. Ah, sim, e tudo um pouco misturado: cerveja alemã e salsicha convivendo com buffalo wings,  sushi, mojito, sangria… Mas não é que tem atraído gente? Filas na porta…

Para terminar, algo menos convencional: Shanghai Tide, no Flushing, Queens. Na verdade, é um restaurante. Com a diferença de que, por apenas 26 dólares, você pode comer e beber durante duas horas. As cervejas? Budweiser ou chinesa. Um pouco unusual? Concordo, mas é sempre uma alternativa às onipresentes cervejas e salscihas da Bavária.

Parece que nos próximos dias a temperatura vai cair um pouco, mas uma cerveja (seja ela da Bavária ou de algum cantão da China) continua caindo bem.

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Smorgasburg: segundo o NYT, um Woodstock de comida.

O nome é uma mistura de Smorgasbord (o buffet sueco) com Williamsburg (o bairro do Brooklyn). E se trata de um mercado a céu aberto que acontece todo sábado, das 9:00 às 17:00, até 19 de novembro.

São 50 tendas vendendo iguarias caseiras num waterfront do East River. Sim, com vista para Manhattan. E mais 40 tendas vendendo ingredientes e objetos de cozinha. Tudo muito informal e que tem atraído legiões de visitantes. Parece que principalmente blogueiros… pois dizem que todo mundo fotografa o que acabou de comprar.

O lugar é lindo, mas as instalações são básicas. Algumas poucas mesas e só. No mais das vezes, você come de pé olhando para o rio. Quanto ao que pedir, as opções vão de porco até ostras, passando por tudo o que você possa imaginar de bom. Inclusive doces, como o sanduíche de sorvete.

O mercado – que é uma extensão do Brooklyn Flea Market – fica entre as North 6th & 7th Streets, na beira do East River, ao lado da Kent Avenue, Williamsburg. E a maneira mais gostosa de chegar, é claro, é com o East River Ferry.

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