O dia em que o azul-e-vermelho vira verde-e-amarelo.

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O Brazilian Day New York está completando exatos 25 anos. Trata-se da única festa étnica na cidade que não é um desfile – todas as outras são “parades”: gente desfilando correndinho pela rua. O Brazilian Day, não. Na qualidade de standing party, ele ocupa a 6a. Avenida desde a 42 até a 57. Passando, é claro, pela Little Brazil – o reduto brasileiro da rua 46.

Tendo como gancho a comemoração do 7 de setembro, essa mega-festa reúne mais de 1 milhão de brazucas, vindos não só do assim chamado tri-state (New York, New Jersey e Connecticut) mas de pontos mais distantes do país inteiro.

Na verdade, são duas festas. Da 46 pra cima, uma street fair com tudo o que você possa imaginar em termos de comida, bebida e bugiganga. Da 46 pra baixo um mar de gente assistindo ao show num palco, montado na altura da 43, que ocupa toda a extensão da avenida. Nesse palco, esse ano vão desfilar Marcelo D2, Arlindo Cruz, Alcione, Victor e Leo, e Elba Ramalho.

Como vocês podem imaginar, é muita emoção para a comunidade brasileira – principalmente para os indocumentados que, por não poderem deixar o país, matam a saudade na avenida.

Anote aí: se você passar por New York no primeiro domingo de setembro, não deixe de passar na 6a Avenida. Você vai ver que não há nada parecido com o Brazilian Day New York. Nem no Brazil nem no mundo.

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