CityMaps: o nome é ruim, mas o app é bom. 

Ruim porque parece que se trata apenas de mais um mapa, quando na verdade tanto o app quanto o website são muito mais do que isso. O pano de fundo de fato é o grid de Manhattan, mas em cima dele é que as coisas acontecem: você tem, quarteirão por quarteirão (ou bloco por bloco, para ficar mais novaiorquino…), todos os estabelecimentos comerciais do pedaço: lojas, restaurantes, bares, cinemas, museus, teatros, hotéis, etc, etc. E tudo (ou quase tudo) identificado por seus respectivos logotipos. Quer dizer, mais fácil do que roubar pirulito de criança.

Você abre o app, clica no seu ponto de interesse e fica sabendo, no mínimo, endereço e telefone do lugar. Digo no mínimo porque, como regra, o app fornece todas as informações. Se é um cinema, você tem acesso aos filmes em cartaz e aos horários; se é um parking, você tem acesso aos preços; se é um restaurante, você pode reservar; e assim por diante. E, como o app está linkado ao Twitter e Foursquare, você também tem acesso aos feeds respectivos.

Com base em meus abrangentes e científicos testes :shock: , ouso dizer que o app funciona bastante bem. Mais ainda pelo fato de o próprio criador afirmar que a coisa na verdade ainda não está totalmente pronta. Logo, logo, os interessados (quer dizer, os estabelecimentos) vão poder postar updates diretamente no site.

Duas informações importantes. Primeira: por enquanto, o CityMaps só está disponível no iPhone e nos iOS devices, mas parece que já vem aí a versão Android. Segunda: por enquanto também, o app só mapeia os estabelecimentos que ficam no nível da rua e que hoje são aproximadamente 35.000… Acho que já está mais do que bom, não é?  :-)

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Um app para você “ouvir” o Central Park.

Uma idéia genial da dupla Bluebrain: um free app para o iPhone que só entra em ação a partir do momento em que você entra no Central Park. Basta entrar para começar a ouvir sons como os de uma orquestra afinando seus instrumentos. E, logo em seguida, o “concerto” tem início. O app responde ao caminho que você decidir tomar, gerando sons específicos para esse ou aquela alameda; essa ou aquela árvore; esse ou aquele lago…

 

Os temas musicais mudam a cada 20 ou 30 passos e parecem surgir dos objetos ou  das áreas por onde você passa: estátuas, playgrounds, monumentos, etc. E sempre com sequências adequadas à localização: um tema alegre na vizinhança das áreas infantis e romântico nas imediações dos assim chamados bancos para namoro.

 

A primeira coisa que eu pensei foi: bom, deve ser meio irritante a mudança de um tema para outro. Mas parece que não. A transição é redonda. Um tema se sobrepõe ao outro à medida que você anda; aumenta ou diminui de volume, mas produzindo sempre uma experiência agradável. E única, já que você escolhe qual caminho você quer “tocar”.

 

O app, que entra na categoria dos location-aware devices, se chama Central Park (Listen to the Light) e, segundo os criadores, levou pelo menos dois anos para tomar forma. Mas parece que valeu. O software é free, mas está trazendo um buxixo valioso para a dupla. E aqui em Manhattan, mais cedo ou mais tarde, buxixo também vira dinheiro.

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Deu fome? Consulte um app.

 

 

 

Há dois apps novos na praça. Quer dizer, na ilha. Mais exatamente, na ilha de Manhattan. Os dois dedicados à gostosa atividade de escolher restaurante. A essa altura, muita gente já deve estar pensando: puxa, mais um app de comida! Pior: mais dois apps de comida! Na verdade, é isso mesmo. Mas, no fundo, não é. Tá bom, melhor explicar: app por app.

 

O primeiro, para o iPhone, se chama Immaculate Infatuation. O nome é estranho, mas o conteúdo é bom. O que é que ele faz de diferente? Primeiro, ele não lista duzentos restaurantes cada vez que você pede uma dica. Ao contrário, ele indica apenas dois ou três. E explica tudinho de cada um deles. Prato por prato. Com uma apresentação atraente, bem humorada, e fácil de seguir.

 

O segundo app, também para o iPhone, tem o nome de Chefs Feed. E é exatamente esse o primeiro diferencial: são recomendações dos grandes chefs do pedaço. O segundo diferencial é que ele não indica restaurantes, mas sim pratos. Como assim?! Exato: você escolhe o prato e o app, então, indica o restaurante. Cool, não é? No mínimo, é diferente. Perfeito, me parece, para quem esteja a fim de algo específico. Como quase sempre acontece. Hoje quero jantar spaghetti com meatballs! Pronto, é só ir ao app e ver o endereço que os grandes chefs selecionaram.

 

Então, anotem aí: Immaculate Infatuation e Chefs Feed. Os dois são grátis, tornando bastante econômica a tarefa de escolher restaurante. Mas, uma vez lá dentro, prepare seu dinheiro plástico…

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The best coffee in New York? There’s an app for that!

Tem app para tudo, não é? Então, por que não haveria também para os melhores cafés de Manhattan? Na verdade há vários, mas as preferências parecem recair sobre o New York’s Best Coffee. Ao custo de mais ou menos meia xícara de café:  $ 0.99 tanto para iPhone quanto para Android.

 

A lista é de 75 locais. Não é muito, mas é o crème de la crème. O app localiza você e dá as melhores opções de cafèzinho no pedaço. E para você poder decidir com mais facilidade, o app também oferece reviews, avisa se tem Wi-Fi, descreve os grãos disponíveis, etc. Quem já usou, gostou muito.

 

E já que estamos falando de café em Manhattan, não dá para deixar de fora a Starbucks. Qualquer que seja nossa posição ( eu a-b-o-m-i-n-o! )em relação a essa mega-galática cadeia de lojas, eles estão aí servindo milhões de xícaras por dia e dando espaço para turistas cansados e aspirantes a escritores.

 

Bom, a Starbucks também tem seu app. E, se você abrir uma conta no site e “lincá-la” com o app, você vai ganhar um cafèzinho no seu aniversário (já sei, é pouco) e vai poder pagar a conta com seu celular. Ah, sim, e vai ganhar pontos a cada compra que fizer.

 

Resumindo: de um lado, o app para gourmets: New York’s Best Coffee. Do outro, o app dos que não dão muita importância ao cafèzinho: Starbucks. Agora é só escolher. Ou, como o do Starbucks é grátis, você pode também ficar com os dois.

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Dois apps que merecem applausos.

Já falei que tecnologia não é minha praia.  O Fred que o diga! Portanto, só estou escrevendo sobre apps porque eles estão ligados a um assunto que me interessa muito: a Broadway. O primeiro app: tkts. Exatamente o que você está pensando: uma ferramenta grátis, criada pela TKTS, uma entidade sem fins lucrativos que procura facilitar o acesso aos teatros de New York.

E o que faz o tkts? Ele conta quais são os tickets disponíveis em cada uma das três lojas de desconto: Times Square, South Street Seaport e Downtown Brooklyn. Quer dizer, uma mão na roda para você não enfrentar duas horas de fila na Times Square, por exemplo, só para descobrir que o show que você quer só está à venda no Seaport…

O segundo app, At the Booth custa 99 cents, mas traz algumas vantagens. Verdade que ele só diz quais shows estão disponíveis na loja da Times Square, mas acontece que ele também informa qual é o tamanho da fila. Além disso, oferece a possibilidade de comprar os tickets online, através do site . Ambos disponíveis para Iphone, Android e WIndows 7.

Parece que o pessoal da TKTS torce um pouco o nariz para o pessoal do At the Booth, mas o que fazer? Os dois apps estão à disposição de quem se interessar a baixá-los. E o que os dois têm em comum é a possibilidade de tornar menos chata a espera na fila: é só navegar o app para encontrar informações importantes sobre os shows.

Dizem que são dois apps para aplaudir de pé. E como você já está de pé mesmo, naquela interminável fila…

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Grand Business Station.

Já faz alguns  anos que a Grand Central Station decidiu embarcar numa sofistication trip. Mercado chic, wine shop, livraria, gift shops, etc – tudo de muito bom nível. As lojinhas tipo camelô acabaram dando lugar para uma Magnolia Bakery, Pylones ou Papyrus da vida.

Já estava bastante bom, mas parece que a diretoria desse que é um dos maiores landmarks da cidade ainda quer ir além. Cada vez que vence o leasing de algum cantinho, não basta o infeliz inquilino tentar renová-lo, mesmo que ele esteja disposto a pagar mais. A direção exige que ele participe da concorrência com dezenas de outros interessados. E sem nenhuma regalia por ter ocupado a moita durante, let’s say, 20 ou 30 anos…

Na verdade, o objetivo da Grand Central Station é fazer o público esquecer que se trata de uma estação. Como assim? Exatamente assim: ela quer ser um mall onde, por coincidência, passam alguns trens. Por isso estão apostando no re-styling do local. O mesmo processo de upgrade pelo qual já passaram outros landmarks (Bloomingdale’s, anyone?).

Voltando pra Grand Central, duas notícias fresquinhas (uma delas já antecipada aqui no blog). A primeira: a direção acaba de recusar a maioria dos 300 comerciantes que “aplicaram” para a famosa feirinha de natal. Motivo: lack of sofistication. A segunda: semana que vem, o mesmo board decide se a Apple vai realmente passar a fazer parte do pedaço. Sabem em qual local? O balcão que dá vista para o átrio central.

É sofisticação que não acaba mais. E, a continuar nesse ritmo, daqui a pouco eles começam a comercializar as plataformas – e os commuters que turn themselves…

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A Apple está lançando…adivinha o quê.

A Apple num landmark da Big Apple.

 

Pode não ser um furo de reportagem (um furinho, talvez) mas ainda pouca gente sabe da última grande novidade da famosa empresa de Cupertino. Não, não se trata do Ipad 2 nem do Iphone 5 nem do Nano 14… Trata-se da nova loja que eles vão abrir no Grand Central Terminal de New York. Que é o nome correto da mais comumente chamada Grand Central Station.

 

E, como não poderia deixar de ser, será uma “Grand” loja. Na verdade, a maior do mundo. Exato, maior ainda do que a de Londres. Quando? Em setembro. Portanto, se o roteiro de sua viagem a NY já incluía a Grand Central  por causa da arquitetura, pode acrescentar um novo motivo:  a nova loja da Apple.

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Você finalmente comprou um Apple. E agora?!

Tudo o que você queria saber...

Segundo um funcionário da Apple da 5a. Avenida, os brasileiros têm praticamente invadido a loja. E a maioria são migrantes, quer dizer, mudando de PC para Mac. Seja via laptop, Iphone, Ipad ou Itouch.

E foi justamente para esses neófitos (uau!) que a Apple criou o chamado Consultants Network: empresas terceirizadas que, com o beneplácito (uau de novo!) da marca da maçã, ministram aulas para todo mundo que queira conhecer melhor seus maravilhosos produtos.

Como eu – a exemplo de muita gente que eu conheço – só uso 20% do potencial dos meus gadgets,  decidi dar uma olhada nesse tal de network. E fui logo no mais bacana (ainda se fala bacana?): o How Lounge, no número 91 da Crosby Street. Essa rua é paralela com a Broadway (no Soho) e a loja fica pertinho da Houston. E do Balthazar. E do Dean & Deluca, e da lojinha do MoMa… visualizou, certo?

Bom, e como é que faz? Simples: você chega e diz o que quer aprender. Todas as aulas custam 75 dólares por hora. E, devo dizer, uma hora é tempo de sobra para você dominar uma coisa tão intuitiva como são os produtos Apple.

Não, ainda não fiz a aula – só sondei o local. Mas vou fazer. Entender melhor o novo Iphoto, por exemplo. Os mistérios do Mobileme. Ou tudo o que o Itunes é capaz de fazer. Ou por aí afora.

Então é isso: veio a New York, comprou um Apple, mas não sabe exatamente how to do? Vá ao How Lounge. Antes ou depois do Balthazar, é claro…

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