Piuí-chá-chá-chá. A melhor maneira de ir de cá pra lá ou de lá pra cá.
Na bagagem, só o necessário – além da necéssaire, é claro! Metrô até a estação. Embarque tranquilo, rodando sua malinha 4 rodas (viu, Riq?) até a plataforma. A bordo, jornais, revistas, eventualmente internet, lanches e bebidas. Na janela, cidadezinhas maravilhosas que você acaba pin-pointing pra voltar. E tudo isso sem deixar a assim chamada “terra firme”.
Aí, duas ou três horas depois, você pode estar na Alemanha, na Holanda, na Inglaterra, na Suíça, etc – com a vantagem adicional de descer no centro da cidade. O que mais pode pedir um turista?! Ah, sim: que o hotel seja perto e bom. É o que geralmente procuro fazer: rodar malinha pela calçada (tá bom, às vezes usando só 2 rodas) até o mais affordable xis estrelas do pedaço (xis, obviamente, podendo variar de país a país).
Enfim, gente: o que estou fazendo é a apologia deslavada do trem. Na Europa, é claro. Sim, vai ser mais caro do que as (in)famous low-cost-airlines. Mas há vantagens imbatíveis. Primeiro, fica aqui no chão. Segundo, você economiza taxi de e para o aeroporto. E terceiro (consequência do segundo) embarca e desembarca no centro da cidade. Ainda não é suficiente? Tá bom, então continue com seu aviãozinho apertado, turbulento e, 80% do tempo, atrasado. Eu vou em frente de piuí-chá-chá-chá.

















