A semana em que New York ficou mais doce.

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Lembra quando a Mel e o Fabio vieram pra New York passar uma semana? E que prometeram um relatório incrível? Promessa cumprida. Com a palavra, o Fabio da Mel.

Em nossa segunda visita a Nova York, o tempo nublado pode ter deixado a cidade menos fotogênica, mas a impressão geral foi muito superior. Ok, eu sei que dólar custando a metade e o tempo mais ameno ajudam bastante, mas acho que foi encontrar pessoas mais agradáveis, leves e felizes que chamou mais a atenção. Pros nossos olhos, parece que Nova York se “californizou” um pouco.

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Você pode sempre ter Nova York engatilhada como opção de férias, mas tenha claro que, definitivamente, não é uma cidade para descansar! Tínhamos uma semana inteira e bem menos “obrigações” do que na primeira vez, e nossos dias foram deliciosamente preenchidos com uma variedade incrível de atividades. Quer ter uma ideia? Segura e vamos!

fachada

Numa viagem repleta de pontos altos, shows foram destaque: abrimos os trabalhos com o jazz de Jane Monheit no tradicional Blue Note, marcamos presença na Broadway com o original, lúdico e inesquecível Lion King, e fechamos a estada desfrutando o Swan Lake do American Ballet em pleno Metropolitan Opera.

Chrysler

Bater perna pela cidade é um dos grande programas, e é admirável encontrar cada vez mais espaços públicos: novas praças e parques são criados onde é possível, e muitos térreos dos prédios são abertos aos visitantes como um refúgio na extensão da calçada. Nas ruas, ciclovias cada vez mais presentes brindam os simpatizantes das duas rodas.

parquefonte

Revisitamos o Metropolitan Museum, o Guggenhein e conhecemos o MoMA. Percorremos o novo High Line Park. Pedalamos 25km contornando Manhattan e por dentro do Central Park. Cruzamos a ponte do Brooklin e andamos a pé, ônibus, taxi e metrô por todos os lados. E reincidimos no Soho, no Battery Park, na Washington Square e no Bryant Park, que a gente sempre dava um jeito de colocar no nosso caminho.

Lojas, praticamente todas “on sale”, foram visita obrigatória. E bons restaurantes pontuaram nossa semana: italianos, marroquino, chinês – muitos com a companhia deliciosa da Marcie e do Ciro, que além de nos acompanharem nos shows ainda nos receberam em casa numa noite muito, muito agradável.

Em uma palavra: in-ten-si-da-de!

pedestres

 

Nova York se oferece de tantas e maravilhosas maneiras que os dias sempre serão poucos, e não tem como evitar uma certa crise de ansiedade. Nos final da viagem a cidade fervia, um céu azul dava as caras e havíamos encontrado um delicioso equilíbrio: aqueles dias de sincronia e ritmo perfeitos, que demora um pouco pra chegar e que são os mais prazerosos.

Posso falar? No fim eu realmente precisava desesperadamente mais um ou dois dias. Ou duas semanas. (Tá bom, eu não queria mais ir embora!)

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Mas Nova York – e os amigos que lá ficaram – é pra se voltar sempre, pra rever com boa frequência. E sair de lá com um forte gosto de “quero mais” só traz mais urgência para uma nova visita. (Da minha parte, já não vejo a hora da próxima!)

PS: Não tem como terminar sem nosso reconhecimento à Marcie e ao Ciro, que nos receberam com uma atenção e disponibilidade surpreendentes. Mais do que dicas preciosas, nos encheram de carinho e colaboraram de forma definitiva para que esta viagem se tornasse ainda mais especial. À companhia tão extraordinária e que deixou fortes saudades, fica aqui registrado o nosso imenso agradecimento!

Mel e Fabio, somos nós que agradecemos. Voltem always!

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Todos no mesmo barco.

PaulaMauricio

A Paula , o Mauricio, e Cia. Ltda. vieram passear em NY. E, de todos os passeios pra fazer nesta cidade, nenhum supera o de barquinho – imagino que vocês já tenham percebido minha predileção aquática….  Mais ainda um passeio desses, feito ao “tarde” entardecer do verão americano. Então, a Paula comprou bilhetes no New York City Watertaxi para um roteiro que começa e termina no Pier 17 – aquele onde tem sempre o maior buxixo. E lá fomos nós…

BMW

Esse passeio, que custa $25.00 e dura aproximadamente 90 minutos, faz uma meia voltinha na ilha: sai do East River, dá uma entradinha no Hudson River, fica um tempinho parado na Estátua da Liberdade – onde a tripulação faz questão de ajudar todo mundo a tirar as melhores fotos possíveis –  retoma o East River e sobe até o decadente prédio da ONU oferecendo ângulos incríveis para fotos do BMW.  Não, não o carro.  BMW é a fórmulação mnemônica das três primeiras pontes do East River: Brooklyn, Manhattan e Williamsburg.

 

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Nossa sorte é que tínhamos tido tempo de conversar antes do passeio. Sim, porque como em quase todo programa turístico nesta cidade, o barco tinha um “animador”.  Um cara com um fôlego invejável que não parou de falar enquanto não contou – em verso e prosa – a história de NY inteirinha.  I-n-t-e-i-r-i-n-h-a e aos berros! E todos gostaram, menos nós. Eu topava tranquilamente pagar um pouco mais pra poder curtir o passeio em silêncio. Mas americano é assim: eles acham que precisam acrescentar emoção à emoção natural que todos já sentíamos.

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Mas resistimos bravamente ao desagradável “atrapalhador” e não o deixamos estragar nosso passeio – muito menos a alegria de ter mais uma VnVzinha aqui em NY.

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Who’s next?

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Briga virtual, amizade real.

Antes mesmo de conhecer o José Eduardo, eu já tinha brigado com ele. Explico: no mais puro estilo deixa-que-eu-chuto, eu me meti (de inxerida, mesmo!) numa discussão virtual dele com uma pessoa que comentava no blog do VnV. E, como todo mundo que se mete no meio de algo que não lhe diz respeito,  eu não sabia exatamente o que estava em jogo – e, como consequência, dei um mega fora.

Felizmente o Zé não guarda rancores e, depois que me desculpei, o mal-entendido inicial deu lugar a uma amizade no éter (não usei “virtual” pra evitar a rima).

Bom, o tempo passou e finalmente pintou a possibilidade de um encontro em Boston – metade do caminho entre Vermont, onde ele mora, e NY, onde moro eu. Pra unir o agradável ao útil, aproveitei pra marcar algumas reuniões de trabalho na cidade.

E foi a caminho de uma delas (quem diria) que dei de cara com o Zé, a Debora e o Pedro tomando lanche! Existe coincidência maior? Quer dizer, encontro marcado para o fim da tarde e a gente se cruza sem pré-aviso no meio do dia!!  Acho que era mesmo para acontecer.

Boston1

Abraços, apresentações e a confirmação: jantar no fim do dia em Cambridge, no Henrietta’s Table. Um restaurante que, usando ingredientes 100% orgânicos, consegue agradar 100% dos clientes, sejam eles vegetarianos, carnívoros, amantes do vinho ou da cerveja. As sobremesas, então, são daquelas que não deixam nada sobre(a)mesa.

Henrietta

Foi nessa atmosfera que falamos de tudo e de todos (falando sempre bem, é claro…). E marcamos um eventual encontro em Vermont no início do outono, quando as folhas vão do verde para o amarelo, para o ferrugem, e finalmente para o chão (esperamos chegar lá, é claro, antes desse último estágio).

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Dois amigos virtuais materializam-se em New York

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Esta semana que passou recebemos aqui em NY a Mel e o Fabio.  Eu disse “a semana que passou” mas o mais certo seria “a semana que passou muito rápida”. De qualquer maneira, conseguimos fazer um monte de coisas juntos: do jazz ao balé; de um restaurante a… ok, outro restaurante. Mas não vou dizer mais, pois o Fábio ficou de contar tudinho num post. Só fica aqui o registro: o casal é um docinho (e não é porque ela se chama Mel).

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Quando dois blogs se encontram

Ou melhor, quando duas blogueiras se encontram. Aproveitando uma viagem de trabalho a Toronto, marcamos, Mirella e eu, uma micro ConVnVenção.

MirellaToronto

Além de ter em comum o fato de fazer parte da Tripulação nossos maridos são de São Carlos, cidade carinhosamente conhecida por Sunca – fato esse que nos rendeu horas e mais horas de conversas. Que começaram no almoço, num restaurante japonês chamado Yamato ( quem me conhece não vai acreditar…)  e terminaram numa cervejaria no jantar, dessa vez já com os respectivos consortes.

 

Mais uma amizade que saiu da virtualidade para a realidade. E espero que outras mais sigam o mesmo caminho.

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