Um caffe latte e lá se foi seu laptop.
Olhaí, pessoal. Mais uma prova de que primeiro mundo não significa necessariamente segurança pessoal – coisa que na verdade não existe.
Por mais que eu goste de NY ou de algumas cidades da Europa, não tenho nenhuma dúvida de que todas têm problemas nessa área. Tive a casa assaltada duas vezes em Roma (mas, como foi sem violência, a gente quase que agradeceu os gatunos…).
Bom, mas estou me afastando do assunto. Voltemos pra NY. Noticiam os jornais aqui que os 298 Starbucks da cidade (e não só eles) transformaram-se no território preferido dos chamados pickpockets.
Não passa um dia sem que a polícia receba uma reclamação de roubo. Os objetos mais comuns: laptops, ipads, celulares e bolsas. Por que o Starbucks ou lojas assemelhadas? Porque são as chamadas zonas de conforto. Cidadão entra, abre seu laptop, seu ipad, seu ipod, etc, e se esquece da vida. Levanta pra um caffe latte e quando volta: cadê meu computador?! Vai à toalette e quando volta: cadê meu celular?! Merguha em alguma rede social e quando volta ao mundo real: cadê minha bolsa?! E assim por diante, loja após loja, dia após dia.
Ao ler a notícia, minha primeira reação foi dizer: como é que pode não prestar atenção? Mas é assim mesmo. Esses lounges não foram feitos pra gente “desligar”? Poltronas de couro, jazz no sistema de som, um permanente aroma de café… tudo isso contribui pra um certo relax que tem, justamente, feito a festa dos ladrões.
O que fazer? O abrindoobico acha o seguinte: ninguém precisa abrir mão de um caffe latte – só precisa ficar esperto.



























