Voltando pra casa (que casa, cara pálida?)

Alguém já se emocionou ao ver um aeroporto?

Alguém já se emocionou ao ver um aeroporto?

Pois é…não moro mais em Roma. E, durante esse ano e meio desde que mudei daqui, empurrei esse fato lá pro fundo da cabecinha e não pensei mais nisso.

 

Piazza del Popolo

Piazza del Popolo

Mas agora, hora da viagem bienal com a família, a coisa apertou. Eu tinha que decidir por um hotel, coisa que, em tempos normais, já não é fácil em Roma. Mas, com essa sensação estranha de ter que ir para um hotel e não mais pra casa, eu rejeitava tudo, dos melhores aos piores.

 

Um grupo organizado

Um grupo organizado

Como eram poucos dias, intercalados com outras viagens, não valeria a pena alugar um apê.  Salvou o dia o maridão (sempre ele…) lembrando uma coisa que eu sempre dizia: “o dia em que não morar mais em Roma, quero ficar nesse hotel aqui.”

 

Mica male, no?

Mica male, no?

Como essa só foi a chegada, deixo aqui algumas fotinhos pra quem quiser matar as saudades ou conhecer.  Depois tem mais.

Belezura

Belezura

Tipicamente romano

Tipicamente romano

Arrivederci a presto!

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Quando Chartres e New York se encontram em Paris

Quando duas Trips se encontram em Paris

Quando duas Trips se encontram em Paris

Num encontro marcado, desmarcado e marcado de novo -quer dizer, plusieurs fois – eis que, finalmente, numa linda tarde desse outono parisiense consigo dar um passeio com a Martinha.

Horas de diálogos internéticos  traduziram-se por fim  numa agradabilíssima tarde de troca de figurinhas num velho e bom papo de verdade.

Quem sabe semana que vem tenha mais – afinal Chartres fica a um pulinho daqui.

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As folhas podem não ter caído, mas eu fiquei caidinha por Burlington.

colors

Logo ali, a uma horinha de vôo de New York, fica Burlington. Uma gracinha de lugar que, apesar de ser a maior cidade do estado de Vermont, não foi agraciada com o título de sede de governo. A capital, como provavelmente você já sabe, é Montpelier – uma vila de 8.500 almas que ocupa a posição de menor capital dos Estados Unidos.

Platano

Burlington, para não ficar para trás,  arrebatou para si a posição de menor maior-cidade de todos os cinquenta estados da união. Mas o  fato mais importante com relação a Burlington (informação que você não encontra nos livros de geografia) é que lá moram o José e a Débora.  Que foram guias espetaculares e incansáveis nesta incursão (não excursão!) de dois dias que fizemos à região.

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Lugar encantador.

Ah, esta era a vista do meu hotel (desde que você pedisse licença pra entrar num dos impagáveis quartos de frente pro Lake Champlain).

vistahotel

 

Um centrinho adorável,  cheio de lojinhas e lojonas, mas com o charme de cidade pequena.

Centrinho

Em cada esquina, um arranjo de flores.

esquinas

A maioria das pessoas vai pro Vermont com um único objetivo: esquiar. Not me. Eu fui para ver o outono. Mas fui com tanta sede ao pote que acabei chegando cedo demais: uma  semana antes do ponto alto da assim chamada foliage season.

Mas mesmo que tenha sido só uma amostra das cores incríveis que acontecem na “alta estação”, pra mim mais do que valeu. Rodamos por lugares maravilhosos. Um para ser anotado: Stowe. E a Scenic Route: pouco mais de 4 milhas de bosques com bosques e paisagens de tirar o fôlego.

Mountain

Uma vez lá, por que não?, fizemos um lanche no lodge da verdadeira Família Von Trapp. Não, não encontramos a Julie Andrews nem o Richard Plummer, mas a comida estava uma delícia.

TrappLodge

Queridos Débora e José, muito obrigada pelos passeios inesquecíveis, pela atenção que recebemos, e pelo carinho que vocês demonstraram. E já ficamos marcados: nosso próximo encontro será em NY, certo?  Mas não fiquem muito tranquilos, não: o encontro aqui  não elimina a possibilidade de voltarmos a Burlington num futuro próximo…

 

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Friends

Não, não estou me referindo à extinta série da TV americana, mas sim aos velhos e novos amigos que encontro quando venho pra São Paulo.

Vocês se lembram (quando este blog nasceu) que eu falava de uma comunidade de friends que eu não conhecia, que não se conheciam, mas que mais cedo ou mais tarde acabariam se materializando? Pois é, aconteceu: já conheci várias pessoas, em vários lugares diferentes. Uma pá de gente com quem tenho passado ótimos momentos. Aliás, quem lê meu blog já está careca de saber disso.

E, nesta visita a São Paulo, não foi diferente. Minha nova amiga Ladyrasta recebeu um grupo de amigos do VnV para uma agradabilíssima reunião em sua linda casa. A reportagem completa está lá na queridíssima Majô.

Comes-e-bebes e ótimos papos, daqueles que só a diversidade de pessoas, interesses e vivências pode garantir. Com música de fundo, é claro. E, justamente por ser “de fundo”, não prestei atenção se Gershwin fez parte da seleção. Mas que devia fazer, devia: “Who could ask for anything more, who could ask for anything more?…”

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Reunião de família em San Diego

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Semana passada, uni o útil (viajar!) ao desagradável (trabalhar! OK, tô brincando) e fui para San Diego. Cidade que, se alguém não sabe, fica muuuiiiito longe de New York: são 6:40hs de vôo e um fuso de 3 horas.

Uma boa dica, que aliás vale pra qualquer lugar que você decida visitar, é ter o Brian e a Bettina por lá. Explico: é um casal de amigos de minha filha que mora lá e se propôs a me ciceronear.  Os coitados não contavam com o fato de a cinquentona aqui acordar cedo, dormir tarde, e querer ver tudo.

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San Diego ocupa a posição de 7a. maior cidade dos EUA mas, por ser muito espalhada, tem o ar de uma pequena cidade do interior. Cada uma de suas áreas tem características e charmes próprios, e todas valem a visita.

Num mesmo dia você consegue estar no litoral, no deserto, e nas montanhas.

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Comecei meu passeio pelo Old Town, recomendação da Lu Betenson. Apesar dos muitos restaurantes e barzinhos, o que mais me chamou a atenção – e me empobreceu consideravelmente – foram as várias lojas de artesanato.

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A proximidade com a fronteira do México traz  diversidade e cor à cultura local. E bote cor nisso.

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Fica em Old Town a primeira escola construída em San Diego (1865), muito bem conservada – exceto (cala-te, boca) pela recepcionista : ela poderia tranquilamente passar por uma boa reforma.

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La Jolla ( diz-se lahóia) é um lugar adorável: praias maravilhosas, lojas e restaurantes sofisticados, e as residências mais incríveis.

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E foi lá que tive a primeira de várias reuniões com a família.

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Em seguida, seguindo pelo litoral, chega-se a Pacific Beach, Mission Beach, e  a outras tantas Beaches que infelizmente não tive tempo de conhecer.

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Mas o que eu não poderia deixar de fazer, porque nunca tinha feito, era visitar o deserto. Infelizmente, devido à limitação de tempo, não pude ir até o deserto de Mojave, que está na minha lista de “to see” há vários anos. Mas foi igualmente belo conhecer o Anza-Borrego Desert State Park, que fica a 2 horas de carro por uma estradinha tão cheia de curvas que, quando você finalmente percebe a mudança na paisagem, você acha que está sonhando.

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A vegetação, belíssima.

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Em Downtown, onde fiquei, estão os grandes hotéis, escritórios, o GasLamp District (coalhado de restaurantes das mais diversas nacionalidades, inclusive uma churrascaria brasileira, O Rei do Gado, cujo dono é….coreano!).
Fica também em Downtown o Harbor de San Diego, com o Aircraft Carrier Museum e o Maritime Museum. E o Seaport Village, outro centrinho repleto de restaurantes e lojinhas – e onde consegui aumentar signficativamente minha já extensa coleção de patrícios.

Monumento dedicado a Bob Hope pelo exército Americano

Monumento dedicado a Bob Hope pelo exército Americano

Last but not least, o lugar de que mais gostei: Balboa Park. Um dos vários parques dessa cidade repleta de áreas verdes, ele foi reestruturado em 1915 para abrigar uma exposição comemorativa do término da construção do Canal do Panamá.  Assim como a Museum Mile em New York, a Avenida El Prado também abriga os melhores museus da cidade.

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Ah, uma curisosidade: este parque já foi cenário de muitos filmes, sendo o mais famoso deles “Citizen Kane” de Orson Welles.

Pra quem gosta de golfe, San Diego é um prado cheio, quer dizer, um prato cheio: são mais de 60 campos. Pra quem não gosta, como eu, você nem percebe que eles existem: na verdade, não vi nenhum. Ou só vi verde.

No últmo dia, a despedida da família, e a certeza de que voltarei para outras reuniões.

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Meu único consolo foi ver que  levei meu casal de guias à exaustão física…e eles têm apenas 30 aninhos! Quer dizer, a cinquentona deu o maior baile. O que eles não sabem entretanto é que, depois que me deixaram no  hotel, eu nunca mais consegui me mexer…

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Obrigada, Bettina e Brian.

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A semana em que New York ficou mais doce.

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Lembra quando a Mel e o Fabio vieram pra New York passar uma semana? E que prometeram um relatório incrível? Promessa cumprida. Com a palavra, o Fabio da Mel.

Em nossa segunda visita a Nova York, o tempo nublado pode ter deixado a cidade menos fotogênica, mas a impressão geral foi muito superior. Ok, eu sei que dólar custando a metade e o tempo mais ameno ajudam bastante, mas acho que foi encontrar pessoas mais agradáveis, leves e felizes que chamou mais a atenção. Pros nossos olhos, parece que Nova York se “californizou” um pouco.

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Você pode sempre ter Nova York engatilhada como opção de férias, mas tenha claro que, definitivamente, não é uma cidade para descansar! Tínhamos uma semana inteira e bem menos “obrigações” do que na primeira vez, e nossos dias foram deliciosamente preenchidos com uma variedade incrível de atividades. Quer ter uma ideia? Segura e vamos!

fachada

Numa viagem repleta de pontos altos, shows foram destaque: abrimos os trabalhos com o jazz de Jane Monheit no tradicional Blue Note, marcamos presença na Broadway com o original, lúdico e inesquecível Lion King, e fechamos a estada desfrutando o Swan Lake do American Ballet em pleno Metropolitan Opera.

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Bater perna pela cidade é um dos grande programas, e é admirável encontrar cada vez mais espaços públicos: novas praças e parques são criados onde é possível, e muitos térreos dos prédios são abertos aos visitantes como um refúgio na extensão da calçada. Nas ruas, ciclovias cada vez mais presentes brindam os simpatizantes das duas rodas.

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Revisitamos o Metropolitan Museum, o Guggenhein e conhecemos o MoMA. Percorremos o novo High Line Park. Pedalamos 25km contornando Manhattan e por dentro do Central Park. Cruzamos a ponte do Brooklin e andamos a pé, ônibus, taxi e metrô por todos os lados. E reincidimos no Soho, no Battery Park, na Washington Square e no Bryant Park, que a gente sempre dava um jeito de colocar no nosso caminho.

Lojas, praticamente todas “on sale”, foram visita obrigatória. E bons restaurantes pontuaram nossa semana: italianos, marroquino, chinês – muitos com a companhia deliciosa da Marcie e do Ciro, que além de nos acompanharem nos shows ainda nos receberam em casa numa noite muito, muito agradável.

Em uma palavra: in-ten-si-da-de!

pedestres

 

Nova York se oferece de tantas e maravilhosas maneiras que os dias sempre serão poucos, e não tem como evitar uma certa crise de ansiedade. Nos final da viagem a cidade fervia, um céu azul dava as caras e havíamos encontrado um delicioso equilíbrio: aqueles dias de sincronia e ritmo perfeitos, que demora um pouco pra chegar e que são os mais prazerosos.

Posso falar? No fim eu realmente precisava desesperadamente mais um ou dois dias. Ou duas semanas. (Tá bom, eu não queria mais ir embora!)

TimesSquare

 

Mas Nova York – e os amigos que lá ficaram – é pra se voltar sempre, pra rever com boa frequência. E sair de lá com um forte gosto de “quero mais” só traz mais urgência para uma nova visita. (Da minha parte, já não vejo a hora da próxima!)

PS: Não tem como terminar sem nosso reconhecimento à Marcie e ao Ciro, que nos receberam com uma atenção e disponibilidade surpreendentes. Mais do que dicas preciosas, nos encheram de carinho e colaboraram de forma definitiva para que esta viagem se tornasse ainda mais especial. À companhia tão extraordinária e que deixou fortes saudades, fica aqui registrado o nosso imenso agradecimento!

Mel e Fabio, somos nós que agradecemos. Voltem always!

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Todos no mesmo barco.

PaulaMauricio

A Paula , o Mauricio, e Cia. Ltda. vieram passear em NY. E, de todos os passeios pra fazer nesta cidade, nenhum supera o de barquinho – imagino que vocês já tenham percebido minha predileção aquática….  Mais ainda um passeio desses, feito ao “tarde” entardecer do verão americano. Então, a Paula comprou bilhetes no New York City Watertaxi para um roteiro que começa e termina no Pier 17 – aquele onde tem sempre o maior buxixo. E lá fomos nós…

BMW

Esse passeio, que custa $25.00 e dura aproximadamente 90 minutos, faz uma meia voltinha na ilha: sai do East River, dá uma entradinha no Hudson River, fica um tempinho parado na Estátua da Liberdade – onde a tripulação faz questão de ajudar todo mundo a tirar as melhores fotos possíveis –  retoma o East River e sobe até o decadente prédio da ONU oferecendo ângulos incríveis para fotos do BMW.  Não, não o carro.  BMW é a fórmulação mnemônica das três primeiras pontes do East River: Brooklyn, Manhattan e Williamsburg.

 

FinDistrict

 

Nossa sorte é que tínhamos tido tempo de conversar antes do passeio. Sim, porque como em quase todo programa turístico nesta cidade, o barco tinha um “animador”.  Um cara com um fôlego invejável que não parou de falar enquanto não contou – em verso e prosa – a história de NY inteirinha.  I-n-t-e-i-r-i-n-h-a e aos berros! E todos gostaram, menos nós. Eu topava tranquilamente pagar um pouco mais pra poder curtir o passeio em silêncio. Mas americano é assim: eles acham que precisam acrescentar emoção à emoção natural que todos já sentíamos.

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Mas resistimos bravamente ao desagradável “atrapalhador” e não o deixamos estragar nosso passeio – muito menos a alegria de ter mais uma VnVzinha aqui em NY.

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Who’s next?

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Briga virtual, amizade real.

Antes mesmo de conhecer o José Eduardo, eu já tinha brigado com ele. Explico: no mais puro estilo deixa-que-eu-chuto, eu me meti (de inxerida, mesmo!) numa discussão virtual dele com uma pessoa que comentava no blog do VnV. E, como todo mundo que se mete no meio de algo que não lhe diz respeito,  eu não sabia exatamente o que estava em jogo – e, como consequência, dei um mega fora.

Felizmente o Zé não guarda rancores e, depois que me desculpei, o mal-entendido inicial deu lugar a uma amizade no éter (não usei “virtual” pra evitar a rima).

Bom, o tempo passou e finalmente pintou a possibilidade de um encontro em Boston – metade do caminho entre Vermont, onde ele mora, e NY, onde moro eu. Pra unir o agradável ao útil, aproveitei pra marcar algumas reuniões de trabalho na cidade.

E foi a caminho de uma delas (quem diria) que dei de cara com o Zé, a Debora e o Pedro tomando lanche! Existe coincidência maior? Quer dizer, encontro marcado para o fim da tarde e a gente se cruza sem pré-aviso no meio do dia!!  Acho que era mesmo para acontecer.

Boston1

Abraços, apresentações e a confirmação: jantar no fim do dia em Cambridge, no Henrietta’s Table. Um restaurante que, usando ingredientes 100% orgânicos, consegue agradar 100% dos clientes, sejam eles vegetarianos, carnívoros, amantes do vinho ou da cerveja. As sobremesas, então, são daquelas que não deixam nada sobre(a)mesa.

Henrietta

Foi nessa atmosfera que falamos de tudo e de todos (falando sempre bem, é claro…). E marcamos um eventual encontro em Vermont no início do outono, quando as folhas vão do verde para o amarelo, para o ferrugem, e finalmente para o chão (esperamos chegar lá, é claro, antes desse último estágio).

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