Não, não se trata de mais uma exposição do grande mestre do Impressionismo (se bem que haja dois quadros lá) mas sim de uma idéia inovadora: o transplante de seus jardins de Giverny para o Bronx.
Na verdade o que fizeram foi recriar, em versão reduzida, dois dos principais jardins que o pintor cultivou na sua famosa casa de campo do norte da França: um, mais tradicional e de inspiração francesa; o outro, mais fantasioso e de inspiração japonesa.
A surpresa começa já na entrada da “mostra”: uma das alas da Glass House se abre para uma recriação da Grand Allée de Giverny, com flores saindo pelo ladrão. E o que é mais maravilhoso: são flores alegadamente plantadas pelo próprio pintor, que mantinha tudo muito anotadinho.
E lá fora o desbunde continua, apesar de nem tudo ainda ter desabrochado. Os famosos waterlilies, por exemplo, imortalizados nas gigantescas telas do Orangerie, começam a abrir agora. São mais de cinquenta variedades, muitas delas “descendentes diretas” das que Monet plantou na França.
Claro que uma ida a Giverny continua sendo uma experiência inegualável, mas não me parece uma má idéia dar um pulo no Bronx. No mínimo, pela originalidade da idéia e pela dedicação que seguramente foi empregada. O problema é que, ao contrário das flores que curtem esse calor adoidado, eu costumo murchar no verão…











Oi Marcie!!
Que dica legal!!!
Esse lugar deve ser lindíssimo!!! Não vejo a hora de conhecer!
Bjs, Anna Bárbara
Venha, Anna Barbara! Já faz um tempinho que você não dá as caras por aqui, não?
Quero muiiiitoooo!!!! Taí um sonho: Giverny, mas na falta esse ia ser demais!
É só combinarmos, Claudia!
E eu que ainda nem fui a Giverny…
Será que vou ao Bronx antes? A ver…
Eu acho, sim, que você deveria começar pelo do Bronx, Carmem! Sim, total interesse próprio
Muito bacana!! Ah, se eu pudesse ir a NY agora no verão… Vontade não falta.
Sou totalmente a favor de você vir, Lucia!
Acho que verei este antes do original lá da França…
Oba! Quando?
Vale muito a pena! Mesmo pra quem ja foi a Giverny!
Concordo!
Obrigada pela visita, Renata. E volte sempre para abrir o bico!