JudyGarland

O fim da Judy Garland.

Vi recentemente End of the Rainbow, a nova peça da Broadway cujo título é uma ironia cruel com a música-símbolo da retratada na história: Judy Garland. Uma peça chocante, impactante, delirante, e tantos outros adjetivos nessa mesma linha que você queira acrescentar.

Estou longe, longíssima, longérrima de ser uma expert em Broadway, mas devo dizer que poucas produções me tocaram tanto quanta essa. O enredo é muito simples e narra uma das inúmeras tentativas da menina prodígio de Hollywood de retomar a carreira interrompida pelo álccol e pelas drogas.

Tudo acontece numa suite do Ritz Hotel de Londres e no Club em que ela se apresenta. O texto é eletrizante e faz o coraçãozinho da gente dar saltos nas mais de duas horas de duração da peça. Mas o que marca mesmo mesmo é a interpretação da Tracie Bennett (que já havia feito o papel em Londres). A impressão que dá é que ela não interpreta: ela realmente encarna a personagem. Tipo “baixou o espírito”. E o resto, quer dizer, o restante do elenco também é brilhante.

Bom, não vou contar mais. Só vou deixar aqui minha comovida recomendação. Sim, eu sei que  todo mundo vem a New York para se divertir, espairecer, assistir a um musical, a uma comédia, etc. Mas por essa peça vale a pena você abrir uma exceção.  E se o argumento ajuda, também não faltam músicas nos 138minutos do espetáculo. E é como se a gente estivesse vendo a Judy Garland cantar. Movida a álcool e a drogas.

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Comentários
  • Ouvi muitas histórias sobre Judy Garland.
    Realmente, dizem que a vida dela foi repelta de altos e baixos.
    Gostei muito do seu texto,, amiga.
    Dá pra ver que escreveu emocionada.
    Bjks

    23 de abril, 2012
  • Eu vi um filme sobre a vida dela uma vez e realmente foi muita exploração dos dois lados… Não fiquei sabendo da peça por aqui, uma pena, senão capaz de ter ido ver sim. Será que quando eu fôr pra NY ainda vai estar em cartaz? Tomara!

    26 de abril, 2012

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