O Plaza Food Hall, agora com mais food e mais hall.

Em setembro de 2010, falei aqui da abertura do Plaza Food Hall, a praça de alimentação do tradicional Plaza Hotel. Bem, vou falar de novo. Não só porque o local está bombando (a espera na fila chega fácil a 45 minutos)  como também porque estão acrescentando novidades a cada dia.

Essa semana o chef Todd English, o grande responsável pelo sucesso dessa finérrrima square of alimentation, ganhou mais espaço. Além de uma área maior de pratos “pra viagem”, English criou um novo balcão de pastas (de mármore de Carrara!) e, atenção, pessoal!, um cocktail-bar! Não é exatamente o Oak Room, fechado alguns meses atrás, mas continua sendo no Plaza…

E em abril as novidades continuam. O hotel está substituindo as chamadas non-food stores por griffes do tipo La Maison du Chocolat, Tartinery, Lady M Cake Boutique, Luke’s Lobster, Sushi of Gari, além de outras.

Vale anotar. Além de ser um local carregado de história, o endereço é estratégico: perto de tudo o que 99% das pessoas vêm fazer em New York. Estou errada?

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Olha aí, pá. Um restaurante português em Midtown.

Um jornal brincou, dizendo que é o único e melhor restaurante português de Midtown. Mas era só uma brincadeira. Independente de não haver concorrência, o Alfama se insere tranquilamente na categoria dos “bons”.

 

Para quem não sabe, na verdade não se trata de um novo restaurante. O Alfama simplesmente mudou do West Village para a 52, East side. No Village, uma decoração rústica como se costuma encontrar em tantos locais lusitanos. No East side, um ambiente clean e contemporary.

 

Quanto ao que realmente interessa (a cozinha!) parece que há altos e baixos. Como todo restaurante português, o Alfama tem um extenso cardápio e, portanto, fica difícil de manter o assim chamado standard de qualidade. O segredo é  não inventar: há opções excelentes não só de Portugal, mas também de Moçambique, Macau e Brasil.

 

Sempre no lado positivo, eu acrescentaria os vinhos: Dão, Douro, Alentejo (não existe Aquemtejo?) Porto, etc, etc. E as sobremesas, com delícias de ovos saindo pelo ladrão.

 

Então, anote aí: Alfama. Quando você se cansar dos hambúrgeres e dos cupcakes, é sempre é bom saber que existe um bacalhau e um pastel de Belém esperando por você…


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O Oak Room do Algonquin tem música pra viagem.

Na verdade, são músicas que têm “viagem” como tema. Na voz competente de Andrea Marcovicci, uma espécie de Sinatra de saias. O espetáculo acontece no badaladíssimo, respeitadíssimo, tradicionalíssimo Oak Room do Algonquin Hotel. Até 30 de dezembro.

 

Andrea Marcovicci é quase uma espécie em extinção: uma cantora de cabaret, como se costumava dizer antigamente. Eu diria uma crooner, se o termo não fosse reservado apenas aos cantores de sexo masculino.

 

Bom, o fato é que até o penúltimo dia do ano Andrea estará no palco (ou melhor, palquinho) do Algonquin, com o show “No Strings”. Cantando músicas sempre relacionadas com viagem: de “As Time Goes By” a “Sunday in New York“, passando por “Two for the Road” e pelo clássico que se tornou marca registrada da cantora: “These Foolish Things“.

 

Se você estiver em New York, portanto no meio de uma viagem, não existe programa mais adequado barra sofisticado. Sente-se no legendary Oak Room, peça um Manhattan, e viaje na voz de Andrea Marcovicci.

 

Se você se interessar, saiba também que o Algonquin tem uma suíte com o nome da cantora. Dentro, memorabilia de sua longa carreira no palco, cinema e televisão.

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A coisa está preta, mas a Black Friday promete.

Quando vários websites se autoproclamam o “website oficial disso ou daquilo”, na verdade nenhum o é. E é exatamente o que acontece com os vários websites oficiais da Black Friday que se aproxima. Aqui também nenhum o é.

 

Na verdade, o que existe são websites bons e menos bons. Eu ficaria com este. Além da contagem regressiva (da qual, é claro, ninguém precisa) você vai encontrar centenas de informações, dicas, pré-ofertas, anúncios “vazados” (alguém ainda acredita nisso?) e muito mais.

 

Você pode estar se perguntado: mas precisa? Bom, a essa altura é claro que todo mundo já desenvolveu uma certa cultura de Black Friday. Mas não deixa de ser útil saber, por exemplo, os horários malucos que as lojas vão fazer.  E está tudo lá. Além de uma longa relação loja a loja, com amostras do que virá por aí.

 

E para os realmente fanáticos por Black Fridays, o site oferece a comodidade de um iPhone app. Quer dizer, você vai receber dicas em real time e vai chegar na frente da multidão. Bom, em teoria é isso.

 

Outra alternativa é comprar online no recesso do seu lar. Vantagens? Você não vai passar frio esperando que as lojas abram. Nem vai correr o risco de ser pisoteado por aquele cidadão que, não interessa quão preta esteja a situação, não vai deixar a Black Friday passar em branco.

 

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Deu fome? Consulte um app.

 

 

 

Há dois apps novos na praça. Quer dizer, na ilha. Mais exatamente, na ilha de Manhattan. Os dois dedicados à gostosa atividade de escolher restaurante. A essa altura, muita gente já deve estar pensando: puxa, mais um app de comida! Pior: mais dois apps de comida! Na verdade, é isso mesmo. Mas, no fundo, não é. Tá bom, melhor explicar: app por app.

 

O primeiro, para o iPhone, se chama Immaculate Infatuation. O nome é estranho, mas o conteúdo é bom. O que é que ele faz de diferente? Primeiro, ele não lista duzentos restaurantes cada vez que você pede uma dica. Ao contrário, ele indica apenas dois ou três. E explica tudinho de cada um deles. Prato por prato. Com uma apresentação atraente, bem humorada, e fácil de seguir.

 

O segundo app, também para o iPhone, tem o nome de Chefs Feed. E é exatamente esse o primeiro diferencial: são recomendações dos grandes chefs do pedaço. O segundo diferencial é que ele não indica restaurantes, mas sim pratos. Como assim?! Exato: você escolhe o prato e o app, então, indica o restaurante. Cool, não é? No mínimo, é diferente. Perfeito, me parece, para quem esteja a fim de algo específico. Como quase sempre acontece. Hoje quero jantar spaghetti com meatballs! Pronto, é só ir ao app e ver o endereço que os grandes chefs selecionaram.

 

Então, anotem aí: Immaculate Infatuation e Chefs Feed. Os dois são grátis, tornando bastante econômica a tarefa de escolher restaurante. Mas, uma vez lá dentro, prepare seu dinheiro plástico…

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Não perca a exposição Do-It-Yourself.

Gentilmente surrupiada de http://hdwallpapersdesktop.com

Poucos meses atrás, o Metropolitan de New York organizou uma mostra chamada Rooms With a View. Que não era nada mais do que algumas dezenas de quadros reunidos a partir de um critério muito claro: as obras deveriam conter uma janela como parte da composição. Simples, não é? Obviamente, é assim que nascem as exposições: o curador juntando arte com marketing. Acabei de ver no Musée du Luxembourg a mostra Cezanne em Paris. Que não era nada mais do que a reunião dos quadros que o mestre pintou na capital da França. De novo, muito simples. Uma idéia seguida de muito esforço de produção: ir buscar todas as obras de Cezanne espalhadas pelo mundo. Mas conseguiram, como sempre conseguem. A mostra não era grande, mas tinha telas do mundo inteiro: de outros museus e também de coleções particulares. Ah, sim, tinha até duas do MASP. Lindas, por sinal.

 

Estou dizendo tudo isso porque, mesmo que Rooms With a View já não esteja mais em cartaz, você pode ir ao Metropolitan e organizar sua própria exposição. Dá mais trabalho, você vai ter que andar um pouco mais, mas o resultado sem dúvida vai ser mais gratificante. Eu particularmente sou chegada em quadros com janela e, sempre que tenho tempo, organizo minha própria mostra: vou ao Metropolitan e percorro as obras com esse tema. Me detenho muita mais, é claro, no pavilhão dos impressionistas, aí incluídos também os prés e os pós. Amo acima de tudo o Bonnard com suas janelas maravilhosas, mas babo também com uma longa lista de outros – começando, é claro, do Vermeer. E não é porque o Colin Firth o interpretou no Girl with a Pearl Ring

 

Bom, fica aqui a sugestão. Sempre que você passar num grande museu, tente uma mostra do-it-yourself. Escolha o critério (vale até natureza morta) e vá em frente. É muito legal, palavra de quem já acumulou vários anos de janela.

 

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A Itália abre mais uma filial em New York.

Uma boa notícia para quem já conhece o Torrisi Italian Speciaties, na Mulberry com a Prince. E uma notícia melhor ainda para quem ainda não o conhece, pois vai ter a oportunidade de conhecer dois ótimos locais ao mesmo tempo. É que a competente equipe do Torrisi acaba de abrir o Parm. O antigo no 250; o novo no 258 da mesma rua.

 

O Torrisi, que de dia serve comidinhas e de noite se transforma num verdadeiro RISTORANTE, vai sofrer uma reforma no local e no cardápio (e, claro, também nos preços…) e vai continuar a conquistar simpatizantes. O Parm vai pegar mais leve: finger food, sanduíches e pratinhos para aquela fome mais fácil de matar. Você pode escolher o balcão ou o salão de trás com espaço para 30 esfomeados, ou melhor, esfomeadinhos. Ah, e também vai ter pra viagem, mesmo que sua viagem seja até o degrau mais próximo.

 

Em New York, como todo mundo pode imaginar, centenas de restaurantes abrem (e fecham) o tempo todo. E, dessa avalanche de aberturas, o importante é destacar aqueles que mais prometem. O Parm, sem dúvida, é um deles. E, para quem exige referência, é só bater na porta ao lado. Quer dizer, no Torrisi…

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O SoHo acaba de ficar mais doce.

Depois daquelas caminhadas alucinantes e das compras desenfreadas em um dos bairros mais badalados de Manhattan, nada melhor do que uma recarga de açúcar, não é? Pois agora há novidade no pedaço. O ex-Chef do Daniel, com uma passagem pelo Fauchon de Paris, acaba de abrir sua pastry shop na esquina da Spring com a Sullivan.

 

A Dominique Ansel Bakery é pequena, mas promete ser grande na qualidade e variedade: além dos croissants, macarons e éclairs, Daniel vai servir alguns gâteaux difíceis de encontrar por aqui. E o menu deverá incluir também sanduíches, saladas, quiches, e sopinhas para o inverno.

 

Como disse, o local é pequeno: algumas mesas, um balcão de mármore, e mais alguns lugares no jardim do fundo. Mas quando bate a fome de doce, quem é que vai ficar preocupado com espaço, não é mesmo?!

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