A New York da Claudia Saleh.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Já usei todos os serviços e meu preferido é sem duvida a combinação AirTrain mais metrô. Acho mais rápido, não tenho paciência para o trânsito  e adoro ver as pessoas no metrô. Mas quando vou com a família toda para ficar muitos dias, com malas, crianças e carrinho… aí sim pego um táxi. Já fiquei na mão com um shuttle na volta pro aeroporto, que não apareceu, tive que sair a cata de taxi, então agora se não for de metrô, o táxi da volta é pré-agendado.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Andar pela área onde estou hospedada. Já chego com um sapato confortável porque Nova York, pra ser aproveitada de verdade, só andando!  Se vou para ficar vários dias, o primeiro dia é sempre mais relaxado, sem muitos compromissos.

 

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Normalmente antes de viajar, tem sempre de dois a três lugares que eu já tenho na listinha para conhecer e tento encaixar no roteiro. Da última vez fui conhecer o Eataly e também inclui uns lugares famosos pelas sobremesas, como Bomboloni e Magnolia Bakery. Dos restaurantes que eu volto sempre, o Orso de comida toscana, em Midtown é um que eu adoro. Se estiver no meio de um dia de roteiro, paro onde estiver mais próximo. Uso muito a app do Yelp pra ver o que tem ao redor.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

 

Sempre procuro ver coisas diferentes na cidade. Se vou levando alguém que nunca foi a Nova York, faço o roteiro turístico tradicional e tento sempre incluir um peça na Broadway, uma ida ao museu. Metropolitan e o Museu de História Natural são os meus museus favoritos na cidade. Fico sempre de olho também no Lincoln Center, para ver se tem alguma apresentação que me interesse e caiba no meu bolso. Nas últimas viagens, fiz vários roteiros de locação de seriados e filmes, como o Roteiro de Sex and The City, veja aqui.  E Nova York tem tanta coisa pra fazer de graça ou baratinho, basta procurar. O Central Park é sempre parada obrigatória, levar na bolsa uma canga, comprar um lanchinho e sentar na grama e deixar o dia passar. Tem sempre algo acontecendo por lá. Se for inverno, patinar na pista do Central Park, que é bem maior que o Rockefeller Center e as filas são mais razoáveis.

 

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

 

Adoro o Upper West Side, porque morei lá por alguns meses. Saia de casa e dava de cara com o Central Park. Adoro as feirinhas de arte que acontecem no fim de semana na rua. Outra área favorita é a biblioteca na 42nd que foi onde eu passei muitas tardes, aquela área e o Bryant Park são uma delícia. Inclusive descobri na época que eles tinham um Reading Room que funciona parte do ano, que empresta livros e revistas e você não precisa ser associado, nem mostrar documentos. Senta, lá e lê. Bom demais!

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Nunca fui nos outlets de Nova York. As compras sempre faço mesmo na cidade. Para lojas estilo outlet, gosto da Century 21, principalmente para marcas européias que você raramente encontra nos outlets normais.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

 

Separe pelo menos 5 dias na cidade. Com menos do que isso, não dá nem pra sentir o gostinho. Tente incluir no roteiro alguma coisa fora do eixo turístico.

 

Use e abuse da internet, dos blogs de viagens, das dicas de locais como o Abrindo o Bico.

 

Procure saber o que está acontecendo na cidade no periodo que você vai. E alguém já falou isso, mas não me lembro quem foi.. em Nova York, deixe-se levar pelo “Serendipity”. Nova York tem sempre uma surpresa reservada para os visitantes.

 

Escolha um bairro como Soho ou Greenwich Village e se perca nas ruazinhas e lojas. Entre no site “Not for tourists” e veja as dicas dos locais.

 

E para quem fica em dúvida se Nova York é recomendado para crianças, minha resposta é: a cidade tem milhares de atrações que encantam também os pequenos. O Nicollas começou a ir com 10 anos e o Dylan com 2 anos. Todas as vezes que vamos, tem sempre tanta coisa para fazer, seja inverno ou verão que eles adoram.

 

Eu já fui a Nova York sozinha, com as amigas, com a família, com o amor, com as crianças e a cada vez ela se revela diferente.

 

Nova York é daquelas cidades que pode ser o que você quiser, pode ser a cidade mais rômantica do mundo, a mais louca, a mais divertida, a ideal para crianças, a cidade perfeita para solteiros ou na medida certa para famílias.

 

Então minha dica principal é: aproveite e curta muito, porque não é em todo lugar que você pode moldar uma cidade para ela ser exatamente o que mais te agrada!

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Na minha ultima visita, trouxe de NY vários cupcakes, bombolonis e pudim de banana da Magnolia Bakery. :)

Mas sempre levo de Nova York uma vontade imensa de voltar.

 

 

 

 

 

 

 

 

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No Brasil não tem “um chopps”? Então, aqui tem “um biscoitos”.

Osso, quer dizer, biscoito duro de roer.

Como todo mundo já deve ter notado, o biscotto italiano virou mania nacional nos Estados Unidos. Só que, por uma qualquer inexplicável razão, ele acabou chegando aqui no plural: biscotti. Mesmo que seja um só: um biscotti. Quer dizer, o “um biscoitos” lá do título.

Que fazer, não é mesmo? O negócio é deixar pra lá a gramática e saborear as dezenas de variedades que o biscotto tem adotado. Com nuts, com chocolate, com baunilha, com frutas secas, com o que você imaginar.

Como eu não tomo café nem café com leite nem dessert wine, não consumo biscotti (na verdade, mesmo que tomasse…). Mas, enfim, é uma iguaria cheia de história. Nasceu na Itália, na cidade de Prato. OK, vou fazer a piada: biscoito no prato… Dizia, nasceu na Itália e conquistou o mundo. Teria chegado à América com Colombo: como a consistência do bicho é próxima do tijolo, era o prato (de novo!) ideal para longas viagens.

Hoje parece ideal para as longas permanências nos Starbucks da vida. Se você ainda não provou, cuidado com os dentes. Ou então mergulhe o dito cujo na starbuckiana infusão que você tenha escolhido.

Ah, claro, faltou dizer duas coisas. A primeira (segredo de polichinelo) é contar por que o biscoito é duro assim. Porque, como o nome diz, ele vai ao forno duas vezes: bis-cotto. A segunda é contar quem faz o melhor biscotti em New York. Dizem (já que não sou do ramo) que é a Bis.Co.Latte, no 667 da 10a. Avenida (esquina da 47). Alguém se habilita?

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A New York da Luciana Misura.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Vou de táxi mesmo, acho complicadíssimo encarar metrô com malas e criança, e não tenho muita paciência pra shuttle.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Normalmente vou procurar um lugar pra comer, ou dar uma volta nos arredores, fazendo um reconhecimento da área imediatamente ao redor (vendo onde ficam as farmácias, mercadinho, saídas do metrô, restaurantes, etc). Olho logo a previsão do tempo pros dias que vou ficar na cidade pra decidir quando vou fazer o que, principalmente se vai chover ou nevar, assim programo logo um museu pra um dia super frio e o Central Park pra um dia de sol por exemplo.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Eu sempre faço uma busca no Yelp antes de entrar em qualquer restaurante, a não ser que tenha sido recomendado por um(a) amigo(a). Já entrei muito em restaurante assim sem saber nada e as experiências não foram muito boas, então hoje em dia o Yelp tem garantido uma experiência melhor. Como NY tem muitas opções de restaurantes excelentes, eu fico frustrada quando acabo num restaurante ruim, porque “perdi” a oportunidade de experimentar algum outro legal. Adorei o Sushi Ann na E 51st St, que entrei por acaso no meio de um temporal com uma amiga e foi uma boa surpresa; também gostei muito dos crepes do Bar Breton, na 5a Avenida perto da 28th St, que foi sugestão de uma conhecida que mora na cidade. O La Bonne Soupe na W 55th St achei no Yelp e foi ótimo, um restaurantezinho francês simpático e bem gostoso e gostei do complexo Eataly na 5a Avenida perto da 23rd St, mas prepare-se para a muvuca, quando fomos estava lotado. O Penelope Cafe na Lexington Ave e E 30th St é ótimo para almoço (mas fica bem cheio) e o Shinbashi na E 48th St é um japonês autêntico, que tem bom serviço e preços bons (o sushi estava bom, mas achei as comidas quentes o ponto forte do restaurante).

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Em Nova York adoro simplesmente andar na rua. Tem tanta coisa interessante, tanta lojinha bacana, arquitetura legal, sentar num parque ou encontrar um playground pra Julia brincar, é ótimo. Também gosto muito dos museus, ainda não fui a vários dos mais importantes, cada viagem vou a um, adorei o Guggenheim. Ainda não fui assistir nada na Broadway (acabo assistindo aos musicais quando estão em tour pelo país), mas quando a Julia for mais velha eu com certeza vou levá-la pra assistir alguma coisa.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Gosto muito do pedaço que é o comecinho do Upper East Side, ali perto de Grand Central Terminal. Tem muitas atrações turísticas razoavelmente perto (Empire State, Central Park, Grand Central, Bryant Park) mas também é uma área residencial e com muito movimento de noite (não fica deserto que nem Downtown ou outras partes da cidade que tem muitos prédios comerciais), muitos restaurantes, além das opções de transporte excelentes saindo da Grand Central. Da última vez alugamos um apartamento ali e já estávamos nos sentindo locais.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Nunca vou a outlet quando estou em NY, mas eu não conto porque moro perto de dois dos maiores outlets dos EUA, então não teria por quê. Pra quem está indo fazer compras em quantidade, outlet é sempre uma boa pedida, mas se você está procurando coisas únicas que ninguém mais vai ter, é melhor procurar nas lojas da cidade mesmo.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Não passe o dia dentro dos museus e mega-lojas, ande bastante na rua e explore o comércio local, evite os restaurantes de rede e fast foods, porque o barato de Nova York são os restaurantes únicos da cidade, as galerias pequenas, as lojinhas pequenas e especializadas, cheias de coisas interessantes que não são vendidas em lugar nenhum. Pra quem tem filhos, as boutiques de crianças são uma perdição (não são baratas pelo padrão americano, mas com os preços absurdos de roupa no Brasil, os brasileiros não vão estranhar). Duas boutiques descoladas: Lucky Wang (tem várias na cidade) e Half Pint Citizen (no Brooklyn). Se você pretente visitar a Estátua da Liberdade, compre pela internet com muita antecedência, principalmente em final de semana, porque fica lotado mesmo (eu já tentei ir duas vezes e desisti por causa das filas enormes, mas não faço questão).

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Um pouco mais de cultura e novidades de todos os tipos, sempre tem alguma coisa nova legal acontecendo em NY.

 

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Claudia Sakuraba.

 

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Prefiro não ter de me preocupar com isso. Sempre solicito private service nas viagens. Carro novo e limpo, motorista solícito, educado…

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Dificilmente programo o que fazer durante uma viagem, tipo…aonde ir, quando… Nesse caso, faço primeiro uma pequena caminhada pelos arredores do hotel, para sentir o clima. Fiquei no Meatpacking District, no Hotel Gansevoort em maio. Tem muita coisa legal bem pertinho.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou  tem um ou mais restaurantes favoritos?

Não faço questão de conhecer os restaurantes “the best of…”, gosto de andar e achar um lugar agradável. Vejo um restaurante com “cara de novo” e entro. Desta vez, amigos indicaram um árabe, Taboon. Chegamos para almoçar, sem reserva, em pleno domingo. Esperamos uns 30 min. Pessoas gentis e educadas. Ambiente agradável e comida deliciosa. O japonês do hotel também é ótimo. Recomendo.

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Não faz parte do minha lista visitas a museus, cinemas. Durante o dia, prefiro curtir os locais onde possa unir passeio e compras. Visitei o Empire State sem querer, olhei para cima e lá estava ele olhando pra gente. Subimos até o 102nd Floor. À noite, era só pegar o elevador até o bar no rooftop do hotel, e pronto.

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Madison Ave., a 5th Avenue e Central Park. Acho que tem a cara de New York. A dos filmes, claro!

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Se você viaja até New York para fazer compras em outlet, vou dar uma dica pra você não perder tempo, nem dinheiro. Vá até a fronteira lá no Paraná, que sai mais barato, hein?

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Procure ficar ao menos uns 15 dias, uma semana é pouco. Isto é, se você tiver o mesmo ritmo que o meu, tipo acordar tarde e sair do hotel depois do meio-dia.

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Que é muito bom andar na rua sem perigo, e como a gente paga caro pelos serviços e produtos aqui no Brasil. Trago também, aquela sensação de estar sincronizada com as novidades do “Primeiro Mundo”. Mas isso acaba logo na chegada ao aeroporto de Guarulhos. :/

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A New York da Deise de Oliveira.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Eu na verdade voei Newark nas últimas vezes que fui à Big Apple. De lá eu já fui de metrô e também de shuttle, que é bem mais prático do que o metrô e bem confortável.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Eu sou muito esfomeada, então eu geralmente procuro um lugar para comer ou dou uma passadinha naquelas farmácias que mais parecem supermercados. Gosto de comprar umas coisinhas para enganar a fome enquanto não faço uma refeição propriamente dita.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Manhattan muda muito rápido, então estou sempre aberta a novas experiências. Dificilmente eu como no mesmo lugar.

 

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

 

Eu gosto muito dos museus da cidade. Eles são um dos melhores do mundo! Lembro da primeira vez que visitei o Museu de História Natural quando tinha 12 anos. Eu não conseguia parar de tirar fotos daqueles fósseis de dinossauros completinhos. É o melhor museu desta linha do mundo!

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Times Square pelas cores e agito. Ali tem tudo o que você precisa e muito mais. Também gosto muito do Harlem. As igrejas são bem bonitas e a Columbia University fica lá com a sua enorme biblioteca. Uma maravilha!

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

 

Eu adoro outlets e os preços delas. A dica aqui é ir para New Jersey, que tem um imposto menor do que em NY. Você vai economizar uma quantia considerável. O meu preferido em Manhattan é o Jersey Gardens, que dá pra ir do aeroporto de Newark.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

O conselho que eu sempre dou é ande muito! Você perde muito quando pega metrô ou um táxi. Visite o máximo de museus que puder, eles são realmente muito bons.

 

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

NY são muitas cidades em uma e me sinto em casa quando vou para lá. Quando volto para SP, fico sempre com a sensação de que ainda não conheço nada! Acho que é por isto que eu já fui para lá 3 vezes!

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Guta Cunha.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

De metrô mesmo! Super rápido e barato e eficiente quando você tem poucas malas, claro! Mas tive conhecidos que usaram um shuttle reservado via internet que também deu super certo. Quem sabe numa próxima?!

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Dou aquela analisada na vizinhança e já saio para passear. Na última vez, chegamos de noite ao hotel então a busca foi direto para um lugar legal para comer.

 

 

Deu fome, Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Vale a pena fazer as duas coisas: entrar naqueles lugares como “uma cara boa” para experimentar e também levar uma listinha de restaurantes imperdíveis. Entre algumas dicas que eu levei do Brasil e que valeram a pena, o Carnegie Deli tem sanduíches gigantescos, chamados de skyscrapers e uma sobremesa obrigatória que é o carro chefe da casa: cheesecake! Talvez o melhor da cidade!

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Tudo bem que a cidade tem MUITAS lojas, mas o meu foco nunca foi esse numa viagem a NY ou outra viagem, até hoje. Só indo em museus, dá para passar alguns dias (o de história natural é um dos meus favoritos!); só flanando olhando as pessoas e os prédios incríveis, outros tantos! De passeios, dois que eu achei imperdíveis e ainda nem todo mundo sabe: subir no Rockefeller Center (Top of the Rock) que tem uma vista linda (BEM mais bonita que do Empire State) e dar a volta pela cidade nos seja nos cruzeiros do Circle Line ou o táxi-aquático que leva do Pier 11, que a Marcie, aliás, deu a dica!

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

O lugar mais surpreendente dos últimos tempos foi o Meatpacking, com a abertura e renovação da High Line (o minhocão deles, que virou parque e funciona!) e seus inúmeros restaurantes e lojas legais ao seu redor.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Tudo bem que existem lugares bem mais baratos nos EUA para fazer compras (ex: Miami), mas estando na cidade, quem quer encher a mala deve dar uma passada  no maior e mais próximo outlet da cidade, o Woodbury. Será, provavelmente, um dia inteiro “perdido” por lá, então leve isso em consideração na hora de programar a viagem. Para não sair na cidade, a loja Century 21 e a gigante Macy`s podem já garantir um extra peso na bagagem, sem pesar tanto no bolso.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Cidade grande é assim: você pode chegar sem nenhuma informação e aproveitar do seu jeito mas é sempre melhor ir bem informado! Ainda mais em NY, onde todo dia, hora, tem alguma coisa nova para se ver e fazer. Olhar blogs, como o da moradora super bem informada Marcie , dos Mãos de Vaca e do guru Ricardo Freire é garantia de informação de qualidade. O site da Time Out New York pode ser a sua agenda de atrações na cidade. Vale a pena ficar ligado!

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

A vontade de voltar logo, o quanto antes porque nunca vai dar tempo de ver tudo! Quem sabe morando um tempo na cidade essa sensação diminua um pouco., quem sabe…Vambora para Nova York!!!! :-)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (2)

A New York da Julie Munn.

 

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Entre o shuttle e o metrô, prefiro metrô. Alem de ficar dando voltas, no shuttle tem que ficar batendo papo. Meio chato, mais ainda depois de 9 horas de voo.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Como eu fico no melhor hotel da cidade, não tenho problema de late check-in, :lol:

Parto, portanto, para um reconhecimento da área, um aperitivo das muuuuitas caminhadas que eu vou fazer depois. Dou uma volta, entro aqui e ali, sem pressa, só degustando o começo da visita.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Se bater com o programa, vou ao Katz. Melhor hamburger disparado! Pequenininho, mas ótimo! Posso também ir para o extremo oposto: um japonês. Ah, e adoro o Eat.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

De todas as maneiras, se houver tempo e dinheiro. Principalmente dinheiro, pois todo mundo sabe que a Big Apple não é barata. A Broadway entao, nem se fala. Ainda bem que sempre aparece um convite materno… Oba! :wink:

 

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

57 com a Quinta. Não me pergunte por qual motivo, mas por ali me sinto em casa. Sem falar na Apple ali do lado! E claro o Central Park, pista de gelo, caminhadas.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Acho out, você perde um tempo precioso que poderia usar para conhecer melhor a cidade. Já fui muitas vezes pra New York, mas ainda tem muita coisa pra descobrir. Sem falar no que muda.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Andar muito, conhecer a cidade a pé. Ainda não inventaram maneira melhor de fazer turismo. Um ônibus de vez em quando também é bom. Sentada na janelinha. Agora metrô, tô fora.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Uma vontade enorme de voltar logo. Pra ver minha mãe, é claro. Mas, desculpa mãe, também pra ver a cidade. :wink:

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (6)

O outro Katz.

Foto gentilmente surrupiada do YELP.

 

Agora que todo mundo resolveu fazer dieta, voltar pra academia, e colocar em prática outras tantas saudáveis resoluções de ano novo, sei que não é o melhor momento pra falar de comida. Menos ainda de grandes, gordos e gordurosos sanduíches. Mas é justamente disso que eu vou falar.

Todo mundo conhece o Katz (pastrami, corn beef, egg salad, salame, a cena do When Harry met Sally, etc, etc) mas pouca gente se lembra que, na mesma linha, também existe o Eisenberg. Eisenberg’s Sandwich Shop. Na 5a. Avenida, entre a 22 e a 23. Tradicional -  tradicionalíssimo, na verdade – com um longo balcão e um jeito de botecão marcado pelo tempo. Também não é pra menos: a casa abriu em 1929, o ano do crack da bolsa.

O cardápio é aquele festival de calorias: sanduíches de ovos com bacon, pastrami de derreter na boca, tuna salad com montanhas de maionese, tortas, chocolat egg cream, baldes de Dr. Brown’s soda e por aí afora. O cardápio ideal pra repor as energias gastas com a atividade turística, por exemplo.

Com quase cem anos nas costas, o Eisenberg tem uma legião de admiradores. Mas também tem gente que fala mal. Pra tirar a coisa a limpo, a solução é fazer uma visitinha. Não espere serviço 5 estrelas (coisa que também não existe no Katz) mas pode ter certeza de encontrar, além de um pedaço de New York que parou no tempo, comida boa e farta. A dieta? Ah, sim, espere passar o efeito de sua resolução de ano novo…

 

Comentários (4)

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