A New York da Carla Portilho.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Sempre usei o táxi. Gosto da facilidade do preço fechado, e de não ter que pensar em como vou chegar ao hotel depois de uma noite maldormida no avião. Mas, da última vez em que fui a NY, no Carnaval de 2009, fizemos (eu e um ex) duas extravagâncias: na chegada, alugamos um carro para ir de Newark direto ao Woodbury e, na volta, contratamos uma limo. Extravagâncias feitas, eu continuo preferindo o táxi…

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Como assim, “desfez as malas”?!? Nada disso… Abandono tudo no hotel e tomo o caminho da rua imediatamente. Vou caminhar, comer alguma coisa, ver a vida passar… Esses passeios normalmente me levam ao Starbucks para um mocha bem quentinho…

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

 

Na hora do almoço eu topo qualquer coisa – saladinha, sanduíche, comida chinesa, pizza, cachorro quente. Mas gosto de caprichar no café da manhã e no jantar, na medida do possível. Na última vez me hospedei no Salisbury, na 57th, que oferece café da manhã – é pago à parte, mas não tem preço tomar o café da manhã no hotel em vez de sair à rua no frio… E gostei muitíssimo de 2 lugares onde fui jantar: o Thor, do Hotel on Rivington, no Lower East Side, e o Oak Room do Hotel Algonquin, na 44th. Não são baratos, é fato – mas o que seria das viagens sem o direito a algumas extravagâncias? ;-)

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Eu praticamente não tenho paciência para compras. Sou daquele tipo de pessoa que entra no shopping sabendo exatamente o que quer comprar e que não leva nem 5 minutos para se decidir. Então acaba me sobrando muito tempo para fazer todo o resto – gosto de caminhar pelas ruas, de andar pelo Central Park, de ver gente, de ir ao cinema e ao teatro (infelizmente, nem sempre estou em companhia de quem seja fluente em inglês para acompanhar um filme ou uma peça…) Sou muito específica com museus, e escolho ver apenas o que me interessa, sem culpa – AMO os dinossauros do Museum of Natural History e a ala medieval do Metropolitan; prefiro o prédio do Guggenheim ao acervo, gosto de praticamente tudo no International Center of Photography e me diverti horrores visitando o The Cloisters, lá no Fort Tryon Park, na pontinha norte de Manhattan.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Parece coisa de gente maluca, mas eu vou confessar a razão de ser apaixonada pelo Upper West Side… Ainda bem que eu sou professora de literatura, então pode ficar parecendo apenas uma excentricidade! Uma das vezes em que fui a NY foi logo depois de ler o “Cidade de Vidro“, do Paul Auster – e um dos personagens faz um roteiro a pé pelo Upper West Side, que é descrito por ele em detalhes no livro. Bom, eu segui o roteiro todinho, de livro na mão, feito uma doida, e me encantei pelo bairro, rsrsrs…

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Acho que, quando se mora no Brasil e se vê os preços abusivos praticados aqui, os outlets são sempre in… Só não acho que eles devam ser o foco principal da viagem, e também não me parece que NY seja a melhor cidade dos EUA para isso. Acho bem mais prático fazer compras em algum lugar onde se use o carro direto, como na Flórida ou na Califórnia, sem precisar ficar pensando em como ir da cidade até um shopping a 100 km de distância.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

O meu conselho é sempre o mesmo, seja qual for a cidade onde se vá pela primeira vez: leia muito e se informe antes de ir, para poder descobrir qual é a SUA Nova York. Procure se lembrar dos filmes que você assistiu, das músicas que ouviu, das fotos que viu, e separar, mesmo antes de chegar lá, o que é essencial para você visitar e o que é “obrigação” imposta pelos outros. Viajar não é cumprir tarefas – já fazemos isso no trabalho o tempo todo. Viajar é prazer – então, se você não estiver com a menor vontade de ir à Estátua da Liberdade, simplesmente não vá, SEM CULPA. E, se alguém te questionar “Mas, como assim, você foi a NY e não viu a Estátua da Liberdade?” basta responder com outra pergunta: “Mas, como assim, você foi a NY e não sentou em um banco de parque, não bateu papo com alguém do lugar” e por aí vai… Pegue o programa que você mais amou fazer e questione também: “Como assim, você não comeu pipoca no cinema vendo o filme tal?!?” E relaxe – não vai dar pra fazer tudo nem pra ver tudo mesmo. Nem quem mora em NY uma vida consegue “fazer tudo”, mas isso é sempre uma bela desculpa para voltar!

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Hahaha… Eu nem trago excesso de peso – como compro pouco e caminho muito, as malas voltam no peso normal e eu também, rsrsrs… O que eu trago invariavelmente de NY é a certeza de que essa é uma das poucas cidades do mundo onde eu gostaria de morar se saísse do Brasil – as outras, para quem ficar curioso, são Buenos Aires e Londres…;-)

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (7)

A New York da Lúcia Gomes.

- Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Taxi ou shuttle.

 

- OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Me perco pelas ruas de Manhattan. Parece mentira, mas toda vez que chego aí, eu fico doidinha prá sair pela rua sem destino, nem que seja só um pouquinho!

 

- Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Procuro ter a lista dos favoritos/indicados sempre à mão, mas se a fome bater e não tiver nenhum deles por perto, eu procuro ver onde tem mais “new yorkers” p/entrar.

 

 

- Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Compras não são o meu forte. Claro que estando em Manhattan, com um apelo fortíssimo, é impossível não comprar algo, mas não é a minha praia.

 

Qto às minhas atividades, eu procuro pesquisar antes de ir para ver o que está rolando e procuro ir a um museu em cada dia (para não ficar cansativo e aproveitar bem), ver as peças/shows/ballets que me interessem, seja na Broadway, no Village, no Madison Square Garden, no Lincoln Center (tento comprar tudo no primeiro dia, dificilmente saio daqui com shows comprados). Uma coisa que gosto muito em NYC é me perder pelas ruas e ir descobrindo as novidades (prá mim, é claro!). Além disso, uma visitinha ao Soho, ao Central Park (se possível, uma corridinha) e ao Upper East Side são de lei!

 

 

- Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Central Park – porque é tão grande que sempre tem um cantinho prá ser descoberto, e também porque me sinto uma new yorker fazendo jogging lá (tá bom, Marcie, quem mora aí corre bem cedinho, mas me sinto assim!!).

 

Soho – pela mistura de turistas, lojas e galerias diferentes, legais de se visitar, e restaurantes/cafés transados.

 

- Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Como não sou das compras, D-E-T-E-S-T-O outlets!!

 

- Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Programe bem a sua viagem, estude muito antes de ir, pense no que quer ver/fazer, pois nunca dá tempo para tudo, para poder aproveitar ao máximo, porque NYC não pára pra te esperar: você é que tem que entrar no ritmo da cidade.

 

- Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Me sinto renovada (e mooooorta!!). É um banho de civilização!

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (2)

A New York da Virgínia F. da Silva.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Fomos de shuttle e fiquei surpresa, foi tudo muito rápido e eficiente, a um bom custo. Voltamos de táxi, mas teria tranqüilamente utilizado novamente o shuttle caso tivesse feito o planejamento.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Sempre no primeiro dia, como geralmente estou bem cansada, aproveito para conhecer os arredores, caminho, paro num café simpático, sem compromisso/obrigação, sem turistar. Almocei no Route 66, estava gostoso e o garçom foi muito amável.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Vou observando os cafés/restaurantes e entro naqueles que eu considero simpáticos – geralmente dá certo. Só não vou de fast food e comida de rua, meu estômago é chatinho. O que é bacana é que num café/lanchonete você tem chance de interagir com as pessoas, no Village uma americana puxou assunto conosco e conseguimos várias informações legais.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Caminhar é fundamental, adoro museus, e planejei tudo de olho no weather.com, o dia estava radiante quando fiz o passeio de barco (Circle Line) e nos dias nublados/chuvosos fui aos museus. Assisti Mamma Mia na Broadway, aliás gosto muito da energia daquele lugar.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Amei o Battery Park. Bater perna no Village de dia e ir a um show de blues por lá à noite foi ótimo. Estava procurando uma casa de shows famosa, mas não achei, aí usei minha intuição para escolher uma dentre várias daquela região, ficamos no Terra Blues e gostamos.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Outlet é  muito bom… se eu estiver na minha cidade. Viajando, NÃO!

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

O básico: não faça pacote, viaje por conta própria, pesquise hotéis com antecedência (paguei 80 dólares/noite a menos reservando 3 meses antes). Fique de olho na programação cultural da cidade, que é muito rica, esteja pronto para mudar seus planos a fim de aproveitar melhor algum show.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Fui e voltei somente com a mala de mão, mas parecia aquele fusquinha do circo onde cabe um monte de gente… (lições da Sylvia). Conheci a cidade em 93, quando meu filho tinha 9 anos, só conhecia os programas infantis, e a cidade era muito suja, tive medo da violência, detestei. Esta minha nova ida (agosto deste ano) serviu para que eu conhecesse outra NY e me apaixonasse pela cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários (3)

A New York da Mari Campos.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Já fiz de metrô uma vez, mas não curto, não. Eu sempre uso o shuttle pra ir e voltar e acho muito bom, recomendo.

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Paro numa Starbucks da vida (ou whatever desse gênero), compro um tradicionalíssimo chafé novaiorquino e saio caminhando sem rumo nem hora pra voltar. E antes de voltar pro hotel invariavelmente compro meu Metrocard de 7 dias numa das maquininhas da estação mais próxima.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Honestamente, não tenho restaurantes favoritos, não. Gosto quando me apresentam restaurantes legais, mas costumo andar tanto quando vou à NY que acabo provando sempre restaurantes novos que me sugeriram – e eventualmente paro numas bibocas novaiorquinos também ;-)

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Sou uma brasileira muito pouco brasileira – a coisa que MENOS faço em NY são compras! Claro que sempre compro alguma coisinha pra câmera, sempre tenho algum eletrônico must have por comprar e, óbvio, com as promoções SEMPRE em cartaz em NY, compras fazem parte. Mas adoro cultural da cidade: em toda viagem assisto dois espetáculos (três, às vezes), SEMPRE revisito o Met, entro nas galerias de arte do meu caminho. E adoro explorar os bairros caminhando, mesmo o Brooklyn. Com tempo bom, aproveito os parques também. Cinema, pensando bem, é algo que nunca fiz em NY.

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Gosto de Manhattan todinha – mas tenho uma paixão pelo East Village, seus predinhos meio decadentes. a vida noturna, os brechós e lojinhas, o jeito menos corrido das pessoas andarem por ali… Quando aluguei um apartamento na cidade, fiz questão de alugar ali e simplesmente adorei a experiência.

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Não sou muito fã de outlets, na verdade – me canso fácil de lugares assim, com muita oferta e muita gente. Nunca visitei um em NY e arredores. Mas taí um programa que preciso experimentar :mrgreen:

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Acho que o mais importante é que New York vai muito além das compras – conheço gente que esteve na cidade várias vezes e nunca visitou um museu, por exemplo (e eu sou fãzona dos museus novaiorquinos). Depois, acho que também vale a pena investir nos restaurantes despretensiosos de origem ucraniana, polonesa etc. E, por último, ouso dizer que adoro o metrô de NY e nao acho nenhum bicho de sete cabeças, não; aconselharia uns minutos de paciência pra estudar o sistema no primeiro dia – depois vira uma tremenda mão na roda!

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Eu não falei que sou uma brasileira esquisita? Nunca voltei de NY com excesso de bagagem , acredite – aliás, da última vez, voltei com um volume só (grande, confesso), e a mocinha da TAM nem acreditou que só tinha uma mala pra despachar :mrgreen:   Costumo dizer pra quem vai pra lá pela primeira vez que acho que NY é um mundo. No geral, quando volto de NY,  é sempre tanta gente que eu conheço, tantas linguas que ouço, tantas coisas que vejo e provo, que sinto que estou levando um pedacinho do mundo pra casa…

Comentários (3)

A New York do Diego Maia.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

De metrô. Mas me dei mal na minha primeira vez: cheguei cedo, por volta das 8h, e a linha E, que vai da Jamaica Station até midtown, estava lotada e com trens parando entre as estações. Demorei uma hora e meia em um trajeto que não levaria meia hora normalmente. Mas foi interessante observar que o mau humor do nova-iorquino no transporte público não é muito diferente do do paulistano: ouvi uma boa variedade de xingamentos em inglês nesse tempo.

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Cuidar do estômago: comer bagel e tomar um café em alguma deli pra aguentar as andanças do primeiro dia.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Normalmente entro em qualquer lugar (tipo as Pax, que a gente encontra em várias esquinas de Manhattan), mas gosto de sair com alguns lugares em mente e visitá-los se estiver por perto. Dos restaurantes que visitei nesse esquema, gostei bastante do Veselka, o ucraniano do East Village, despretensioso e barato. Pra hamburguer, não pense em passar pela cidade sem experimentar o do Shake Shack (deve ter algum composto químico viciante naquela carne, não é possível).

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Museus são obrigatórios em qualquer viagem que eu faço, então deixei um bom tempo para visitar o Met, o Museu de História Natural e o MoMA. Tipo uma tarde inteira pra cada um deles. Mas o que eu gosto mesmo é de dedicar dias inteiros a bairros específicos: um dia pro Village, um dia pra Chelsea e SoHo, uns dois dias pra Midtown…. E andar muito. Muito mesmo. De criar bolhas nos pés. Parando em lojas, cafés, restaurantes, descansando em parques. E sair à noite é sempre bom pra conhecer o “outro lado” da cidade (fiquei impressionado com a quantidade de bares de rock no LES).

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Midtown se estiver num mood mais clássico e Brooklyn/Williamsburg quando quero pagar de hipster, haha.

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

É out se você tiver que viajar horas pra chegar até um.  Uma passada numa Century 21 da vida resolve 90% das necessidades consumistas de qualquer um.

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

De só visitá-la no verão se você não se importar com o clima amazônico da cidade nessa época do ano, haha. Por outro lado, essa é a época em que – percebi – a cidade fica viva, lotada de programas gratuitos e bacanas. Pra quem gosta de música, NYC no verão é o paraíso.

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Um monte de imagens mentais de lugares que eu conheci primeiramente em filmes e livros. :)

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A New York da Natalie e do Fred Marvila.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Reservamos pela internet o shuttle da empresa Super Shuttle e pagamos pouco menos de 20 dólares por pessoa. Nosso hotel ficava em Midtown.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

Aproveitamos para caminhar pelo bairro e conhecer um pouco da vizinhança. Procuramos por um café ou por uma deli, afinal procedimentos de check in sempre nos deixam com fome :D

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Depende da região que estamos e do nosso grau de fome. Geralmente buscamos algumas indicações de bons restaurantes, mas não deixamos de aproveitar as barraquinhas nas ruas e nos entregamos ao pecado do junk food.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

NY é uma dos nossas cidades do coração e isso não é mais segredo, mas o que a torna tão especial para nós é uma das suas principais qualidades: ser uma cidade plural riquíssima. Lá é possível começar o dia tomando café na rua e terminar assistindo a uma grande apresentação de ballet no Lincoln Center.

Uma das coisas que mais gostamos de fazer quando viajamos é curtir o ambiente e observar as pessoas que ali vivem e Nova York é perfeita para isso.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Nossa primeira visita a cidade seguiu um roteiro bem clichê e mesmo assim foi maravilhosa. Então nosso lugar favorito não poderia ser outro que não a região do Central Park. Mas na nossa próxima visita a cidade predendemos procurar por outras novas regiões favoritas.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Perder um dia em NY para ir ao outlet fora da cidade na nossa opnião é out, ainda mais quando existe uma loja como Century 21 bem próxima. Sem contar a variedade de lojas de departamentos e lojas descoladas que cruzam nosso caminho.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Não deixe de aproveitar as atrações culturais e gastronômicas da cidade. Procure nos jornais/revistas locais a programação da semana. Estudar o roteiro de uma cidade que lhe ofereces inúmeras possibilidades como NY, pode otimizar o seu tempo.

 

Evite querer abraçar a cidade inteira de uma vez. Não dá :P Escolha poucos pontos principais por dia e se deixe caminhar sem rumo entre eles. Há sempre uma boa surpresa lhe esperando pela cidade.

Também recomendo estudar um pouquinho do metrô da cidade para não ficar fazendo caras e bocas na porta como eu e o Fred.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Diversidade. Acho que essa palavra define um pouco o nosso encantamento. Achamos divertido assistir as pessoas levando suas vidas naquele ritmo frenético.

 

 

 

 

 

 

 

 

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A New York do Fabio Gomes.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Chegar de metrô é uma tranquilidade (exceto, talvez, em horas de rush), te deixa em qualquer ponto da ilha, é barato e você dribla o trânsito. Na volta, se as compras dificultarem a logística por volume, peso ou valor, shuttle tem uma boa relação custo/benefício – mas não espere exatamente uma experiência positiva fechando a viagem.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Gosto de caminhar a esmo nas proximidades, ou até mesmo em direção a algum local “turistável”, mas sem ir atrás de visitar ou comprar nada. Este contato inicial, relaxado e descompromissado, ajuda a me sincronizar com a cidade e começar bem a jornada.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Toda cidade com uma ótima gastronomia tem também suas grandes roubadas. Uma forma de minimizar o risco é colecionar indicações (amigos, blogs, revistas, guias – nesta ordem), pode ser que você consiga encaixar alguma no caminho. Na dúvida, a clássica Dean & Deluca, a Le Pain Quotidien e a Whole Foods estão espalhados pela cidade e sempre são um porto seguro para comidinhas.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Caminhar pela cidade é a atividade principal, e desfrutar dos parques é ponto alto: o Battery Park foi uma agradável surpresa, e sempre descobrimos algo bacana no Central Park. Ver alguma coisa da Broadway é de lei, e foi ótimo pontuar o roteiro com ballet no Metropolitan Opera e jazz no Blue Note. Dos museus, revisitar o Metropolitan é obrigatório – nem que fosse só pra desfrutar da incrível vista do seu terraço.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

A gente sempre dá um jeito de colocar o pequeno e agradável Bryant Park (nos fundos do prédio principal da Biblioteca Pública) no nosso caminho! Passamos lá no início dos passeios, no fim do dia, pra almoçar, pra uma pausa das andanças…

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Fomos uma única vez pro Woodbury Common, mas só recomendo pra quem viajou premeditadamente para sacolagem: as compras precisam justificar o tempo de viagem e o dia fora. Pra quem não pretende voltar com excesso de bagagem, é muito melhor mesclar com os passeios pela cidade, integrando as compras à viagem de uma forma mais natural e equilibrada – mesmo porque muitas lojas estão no caminho ou são a própria atração.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Apesar da imagem essencialmente urbana, cinza, árida e repleta de prédios, Nova York tem se transformado e a quantidade de áreas verdes, públicas ou voltadas para pedestres e ciclistas impressiona! Descobrir e desfrutar destes inúmeros espaços muda completamente a percepção da cidade – e pode não ser exatamente o que se esperaria encontrar lá numa primeira viagem.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

 

Estar em Nova York dá sempre a sensação de fazer parte de algo gigante, pulsante, global… Mas, paradoxalmente, repleto de pequenos detalhes, aspectos locais e característicos. O resultado é uma experiência muito rica – e as lembranças duram sempre muito mais que as compras.

 

 

 

 

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O roteiro das luzinhas.

Não deixe de passar aqui.

Se você também é chegado/a em luzinha, quer dizer, em decoração de natal, aqui vai um roteiro pra cobrir as principais atrações de New York num mínimo espaço de tempo.

Comece na 34, com as vitrines da Macy’s. Dali, caminhe até 5a., vire à esquerda e só pare na Lord & Taylor. Próxima etapa, sempre na mesma calçada, o Bryant Park com seu rinque de patinação e sua feirinha de natal, que é uma recriação das antigas feiras alemãs.

Cruzando o parque e seguindo pela 42, você chega a Times Square – onde o termo “luzinha” obviamente não descreve o que vamos encontrar. O que já é feérico, nessa época então fica… (hum, qual é o superlativo de feérico?!).

Bom, agora você pode voltar pra 5a. caminhando pela 48, e ticar Rockefeller Center (tudo bem a tradição, mas a decoração continua não sendo nenhuma brastemp), a Saks, e a Catedral St. Patrick.

Sempre na 5a. você vai encontrar mais luzinhas famosas pela frente: Cartier, Henri Bendel, Tiffany, Bergdorf Goodman, a renascida F.A.O. Schwarz, etc. E o tradicionalíssimo floco de neve suspenso na esquina da 57, gentileza da Swarovski.

Daqui você pode pegar a 5a. direção west e, de lá, para o Time Warner Center (Columbus Circle). Ou então deixar-se atrair pela claridade irresistível que emana (puxa vida, que verbo chic!) da loja da Apple e mergulhar na luz de um ipad, ipod, iphone ou o que seja…

 

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