A New York da Virgínia F. da Silva.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?
Fomos de shuttle e fiquei surpresa, foi tudo muito rápido e eficiente, a um bom custo. Voltamos de táxi, mas teria tranqüilamente utilizado novamente o shuttle caso tivesse feito o planejamento.

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?
Sempre no primeiro dia, como geralmente estou bem cansada, aproveito para conhecer os arredores, caminho, paro num café simpático, sem compromisso/obrigação, sem turistar. Almocei no Route 66, estava gostoso e o garçom foi muito amável.

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?
Vou observando os cafés/restaurantes e entro naqueles que eu considero simpáticos – geralmente dá certo. Só não vou de fast food e comida de rua, meu estômago é chatinho. O que é bacana é que num café/lanchonete você tem chance de interagir com as pessoas, no Village uma americana puxou assunto conosco e conseguimos várias informações legais.

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?
Caminhar é fundamental, adoro museus, e planejei tudo de olho no weather.com, o dia estava radiante quando fiz o passeio de barco (Circle Line) e nos dias nublados/chuvosos fui aos museus. Assisti Mamma Mia na Broadway, aliás gosto muito da energia daquele lugar.

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?
Amei o Battery Park. Bater perna no Village de dia e ir a um show de blues por lá à noite foi ótimo. Estava procurando uma casa de shows famosa, mas não achei, aí usei minha intuição para escolher uma dentre várias daquela região, ficamos no Terra Blues e gostamos.

Outlet é out ou ainda é in? Qual?
Outlet é  muito bom… se eu estiver na minha cidade. Viajando, NÃO!

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).
O básico: não faça pacote, viaje por conta própria, pesquise hotéis com antecedência (paguei 80 dólares/noite a menos reservando 3 meses antes). Fique de olho na programação cultural da cidade, que é muito rica, esteja pronto para mudar seus planos a fim de aproveitar melhor algum show.

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.
Fui e voltei somente com a mala de mão, mas parecia aquele fusquinha do circo onde cabe um monte de gente… (lições da Sylvia). Conheci a cidade em 93, quando meu filho tinha 9 anos, só conhecia os programas infantis, e a cidade era muito suja, tive medo da violência, detestei. Esta minha nova ida (agosto deste ano) serviu para que eu conhecesse outra NY e me apaixonasse pela cidade.

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Comentários
  • Oi, Marcie,
    Estou boba de ver qtas entrevistas vc conseguiu! Mto legal essa sua idéia, afinal cada um tem a sua visão de NYC. Mas, sem dúvida, uma é unânime: todos ficam apaixonados e c/vontade de voltar. Isso aí é mesmo um espetáculo!!
    Bjs,
    Lu
    P.S. Estou louca p/ver a minha (e qual das fotos vc escolheu, rsrsrsrs…)

    10 de dezembro, 2010
  • Maaaarcie, se logo quando eu me propus a responder o questionário soubesse que era pra virar post teria caprichado mais, rsrsrs… Mas foi melhor assim, ficou bem espontâneo. Realmente o fator em comum a todos é a atração que a cidade exerce, de diferentes formas, sobre cada um, provando que ela é, sim, um mundo, com espaço para todos. Beijos.

    15 de dezembro, 2010
  • Interessante! Nesta semana, ouvi no Manhattan Connection eles falando sobre a violência da cidade no início dos anos 90. Sabe que eu não sabia?

    O Grand Finnale desta série vai ser todo mundo matando as saudades da cidade em abril! 🙂

    17 de dezembro, 2010

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