O abominável efeito da neve.

Let it snow...

 

Não há nada mais lindo do que um white Christmas, não é mesmo? Mesmo quando a neve não cai exatamente no Christmas, mas no dia seguinte. Foi o que aconteceu aqui em New York e foi o que todo mundo viu na televisão e nos jornais do mundo inteiro.

 

Eu vi da janela de casa. Domingo, meio da manhã, a coisa começou. Lindo!! Floquinhos, depois flocos, depois flocões… e a coisa não parou até segunda de manhã. E a cidade amanheceu linda! Branquinha que nem algodão doce (ainda existe algodão doce?!).

 

Bom, esse é o lado bonito da coisa. Mas só que também tem o outro: o abominável efeito da neve. Alguns milhares de voos cancelados. Trens e ônibus soterrados. Metrô interrompido. Gente dormindo em aeroportos, estações de trem, ônibus, metrô ou qualquer canto que encontrasse. A cidade de pernas pro ar. Corrida aos supermercados, como se o país tivesse declarado alguma guerra.

 

Pior ainda, como ouvi um turista dizer: as lojas fechadas! Cidadãos que vieram que longe (com o cartão de crédito tinindo no bolso) sem poder consumir! Uma tragédia! E as lojas obviamente sem poder faturar. E o município sem poder arrecadar. E por aí afora…

 

Um outro efeito da neve é dar a chance aos administradores de mostrar quem realmente são. Três exemplos. O primeiro, o prefeito de New York. Tudo o que ele fez foi dizer que a coisa estava sob controle. Eu (+ a população em geral) continuo não vendo isso. Montanhas de neve ainda cobrem a cidade. E os serviços públicos ainda não voltaram ao ritmo normal. O segundo exemplo (comportamento exatamente oposto) é o prefeito de Newark, a cidade que possui a segunda ou terceira maior concentração de brasileiros: o homem pegou sua bela pá e foi pro meio da rua remover neve. Não sei se resolveu, mas que deu um belo exemplo, isso deu. O terceiro, lamentável: o governador de New Jersey, um dos estados mais castigados pela tempestade: pegou um aviãozinnho e foi pra Disneyworld…

 

E o pior de tudo é que o inverno mal começou…

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Merry – e tomara que white – Xmas!

 

O que Papai Noel deve ter de milhas...

 

Abrindo o Bico abre o bico para desejar a todos um Natal com muitos presentes, quer dizer, muitas pessoas queridas presentes; e um Ano Novo recheado de coisas boas. Sem esquecer, é claro, que cabe a nós correr atrás delas – e não o contrário.

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Você finalmente comprou um Apple. E agora?!

Tudo o que você queria saber...

Segundo um funcionário da Apple da 5a. Avenida, os brasileiros têm praticamente invadido a loja. E a maioria são migrantes, quer dizer, mudando de PC para Mac. Seja via laptop, Iphone, Ipad ou Itouch.

E foi justamente para esses neófitos (uau!) que a Apple criou o chamado Consultants Network: empresas terceirizadas que, com o beneplácito (uau de novo!) da marca da maçã, ministram aulas para todo mundo que queira conhecer melhor seus maravilhosos produtos.

Como eu – a exemplo de muita gente que eu conheço – só uso 20% do potencial dos meus gadgets,  decidi dar uma olhada nesse tal de network. E fui logo no mais bacana (ainda se fala bacana?): o How Lounge, no número 91 da Crosby Street. Essa rua é paralela com a Broadway (no Soho) e a loja fica pertinho da Houston. E do Balthazar. E do Dean & Deluca, e da lojinha do MoMa… visualizou, certo?

Bom, e como é que faz? Simples: você chega e diz o que quer aprender. Todas as aulas custam 75 dólares por hora. E, devo dizer, uma hora é tempo de sobra para você dominar uma coisa tão intuitiva como são os produtos Apple.

Não, ainda não fiz a aula – só sondei o local. Mas vou fazer. Entender melhor o novo Iphoto, por exemplo. Os mistérios do Mobileme. Ou tudo o que o Itunes é capaz de fazer. Ou por aí afora.

Então é isso: veio a New York, comprou um Apple, mas não sabe exatamente how to do? Vá ao How Lounge. Antes ou depois do Balthazar, é claro…

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A New York da Rogéria Vianna.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

Fui de metrô e achei tranquilo. Na volta, por causa das malas, peguei um desses ônibus que passam nos hotéis e foi bem rápido e confortável. Mas da próxima vez quero ir de limo!

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

A primeira coisa que fiz foi andar pela região do hotel (31st) para me localizar, a cidade se acostumar comigo e eu com ela. Tomei um café e depois fui direto ao Central Park para tomar fôlego para os dias que viriam pela frente.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

Se tenho indicações de bons restaurantes onde estou naquele momento, tento ir. Fui ao Sea, um restaurante tailandês no Brooklyn em companhia de uma amiga que mora em NY e amei o lugar. Descobri que o restaurante já fez parte até do seriado Sex and the City. Mas se não tenho nenhuma indicação na região onde estou na hora em que a fome aperta, vou procurando e deixo a sorte me ajudar. Já tive ótimas surpresas assim.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

Para mim, tudo em NY é prioridade e eu nem dormiria para poder aproveitar todas as atrações da cidade. Fiquei 10 dias e sofri para conseguir encaixar toda a programação na agenda. Fui a dois espetáculos na Broadway (Grease e A Chorus Line), aos museus e fiz os passeios mais bacanas. Uma coisa é fato: em NY, sempre temos que abrir mão de alguma coisa (o que se torna um ótimo motivo para voltar!).

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

Difícil definir apenas um lugar preferido em uma cidade com tantos bairros charmosos como o Soho, Chelsea… Mas como adoro um agito, apesar de ser um clichezão, quando estava na Time Square era como se eu sentisse que o coração de NY batia ali. Mas também amo o Central Park e o clima do Brooklyn.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

Acho que vale a pena se a pessoa estiver com espírito consumista porque leva tempo, são distantes e é um passeio cansativo. Só conheço o Jersey Gardens e me acabei de comprar lá, confesso. Mas para quem não se anima a percorrer grandes distâncias e não quer comprar muito, acho que as lojas da cidade como a Century 21(onde dá para encontrar pechinchas incríveis), a Macy´s, a Bloomingdale´s e outras resolvem muito bem e oferecem produtos a preços bem mais em conta do que aqui.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

Vá com muita disposição para andar, leve sapatos confortáveis e siga as dicas imperdíveis dos Trips, como a nossa queridíssima Marcie.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

Uma imensa vontade de voltar o mais rápido possível para lá e o sentimento de que, por mais tempo que você fique, nunca será o suficiente para aproveitar tudo o que NY oferece.

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Lucia Malla.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Então, eu nunca voei pra NY via JFK. Já passei inúmeras vezes por ele, mas sempre como conexão. Da última vez que fomos a NY, chegamos via Newark – e como foi aquela viagem corrida de apenas um dia, nos hospedamos num hotel perto do aeroporto. O que fez a gente usar o shuttle service mesmo e o metrô.

Das outras vezes que visitei NY fui de carro, vinda de Boston. Então cheguei via engarrafamento na I-95. :D

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Comer uma comida qualquer de rua, numa esquina. Pra abastecer antes das andanças do dia…

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

Em geral, procuro aquelas bibocas que vendem comidas típicas que a gente não encontra em outros lugares (a não ser no lugar original), para ter uma culinária nova pra provar. Lembro que foi em NY onde provei pela primeira vez comida etíope (uma delícia), numa dessas “lanchonetes”. Adoro essa diversidade gastronômica de “comida de todo dia” – porque é diferente da diversidade gastronômica de São Paulo, por exemplo, onde o que você acha de “diferente” está em geral num restaurante um pouco mais sofisticado, sem tanta descontração. Em NY, não, você esbarra num estabelecimento que vende a comida que o afegão comeria no almoço da casa dele no Afeganistão, por exemplo, e principalmente, o que ele comeria nas ruas de Cabul. Adoro isso, para mim é um dos grandes patrimônios da cidade, a diversidade humana que permite tal diversidade culinária.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Nunca fiz compras em NY. Para não dizer que nunca comprei nada lá de souvenir, tive um copo de vidro do MoMA, que quebrei um dia lavando louça. Vou pra NY pra curtir a cidade, em geral, andar pelas ruas, me sentir verdadeiramente cidadã do mundo conhecendo a capital do mundo. Olhando a dinâmica das pessoas, sendo inundada pelas cotidianices. Costumo dizer que todo mundo é novaiorquino, a maioria apenas não sabe disso, e é essa sensação de pertencimento que tento aproveitar toda vez que vou à cidade. Mas também faço passeios, a museus, principalmente. Meus favoritos são o MoMA, o de História Natural (por motivos óbvios…) e o Frick Collection.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Gostei bastante de Greenwich Village. Numa das vezes que estive em NY, me hospedei lá, na casa de amigos, e talvez por ter conhecido tanta coisa interessante do bairro, tantos bares diferentes que os amigos me levaram, terminei curtindo mais do que esperava.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Ixe, nunca fui a nenhum em NY. Para mim, é out total. A B&H serve como outlet? :D

 

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Deixe NY te abraçar. Liberte-se da prisão do planejamento super-detalhado e quase paranóico dos passeios. Planeje pelo menos um dia de andanças ao léo pelas ruas da cidade, curtindo paradas estratégicas em cafés, lanchonetes, pequenas lojinhas etc. Seja envolvido pela dinâmica das pessoas. Pegue o metrô sujo, reclame como um novaiorquino do calor na plataforma no verão ou do vento gelado no inverno enquanto espera o trem. Passeie no Central Park, deite na grama. Você é parte da cidade também, e esse pertencimento-não-pertencendo num lugar onde você não mora (em meu caso, nunca morei) é único no mundo.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Tudo que eu levo de NY é a vontade de voltar logo a visitá-la. Afinal, eu amo NY. Para mim, não há limites em quantas vezes visitar a cidade: ela é tão mutante a cada segundo que eu nunca me canso dela, porque ela está sempre de cara nova, pronta para me surpreender over and over.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Daniela Gonzalez.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?


Geralmente de táxi, pois eu fico sempre exausta com vôos longos e prefiro ir direto pro hotel. Uma única vez usei o airport bus service, estava sozinha e meu hotel era perto da Grand Central, achei tranquilo.

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?


Faço sempre um reconhecimento de área. Vejo possíveis lugares pro café da manhã, procuro onde comprar um cartão telefônico, essas coisas. Pego leve, prefiro descansar pra estar em forma no outro dia.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?


Não entro em lugar vazio, sempre dou uma sondada no ambiente. Geralmente faço uma listinha de possíveis restaurantes em diferentes regiões, então se reconheço algum nome da minha listinha entro nele. Como a Sylvia citou, o Chelsea Market é um dos lugares must go, delícia de lugar. Sou fã dos Dean & DeLuca (quem não é?). E, na minha proxima ida está na listinha o Marea NY, ali ao sul do Central Park, um restaurante italiano/mediterrâneo, que é fino sem ser afetado.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?


Procuro sempre ver o que tá rolando na cidade, a Time Out é uma grande fonte de informações de eventos locais. Não sou muito de fazer passeio turistico, prefiro ir numa feirinha de bairro, num concerto no meio de um parque, e até mesmo ao cinema. Andar de bicicleta no Central Park também é gostoso. Na Broadway eu vou só se conseguir preço camarada, como não tenho preferência de espetáculo, chego ali no booth da TKTS no Times Squares no fim da tarde (entre 4:30 e 5:00) e vejo se tem algo legal pra mesma noite.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?


Ah, gente ! Lógico que adoro o Upper East Side. É a NYC elegante, das casas bonitas, dos museus mais interessantes, das lojinhas e livrarias legais, aos pés do Central Park… glamour, my friend, glamour. :=)

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?


E se eu contar que nunca fui em outlet em NY ? Gosto de ir na Macy’s, sempre tem umas promoções boas, na Bloomies e a minha favorita é a Anthropologie, com bolsas lindas ! Mas, o que mais gosto de comprar são livros. Vejo livraria dessas pequenas em bairros e entro logo pra catar novidades !

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).


Fuja do óbvio. Só porque todo mundo vai ao Empire State você tem que ir ? Ficar horas numa fila de “atração” não é phyno. Vá caminhar pela cidade, veja exposições alternativas, coma num restaurante vietnamita, ucraniano, ou qualquer outro país que você não tenha nem idéia do que comem por lá, faça descobertas !

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.


A sensação de ter feito parte de um filme. Tudo em NY é intenso, cheio de vida. Sempre vou embora com a impressão que poderia ter feito mais, faltou alguma coisa pra ver. É a única cidade/lugar que não me canso de voltar. Uma viagem pra NY sempre é diferente da outra !

 

PS: Essa foto ( a única que tenho aqui) foi no ferry para Staten Island: é uma boa dica pra quem quiser ver o skyline de Manhattan no  por do sol sem ter que gastar uma fortuna num tour e longe de turistas. Passa em frente da Estátua da Liberdade também.

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A New York da Isabel Oliveira.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Fomos para JFK na 1ª vez (longíquo 2001 – foi o último ano em que o Ministério nos deu uma semaninha pelo Carnaval). Íamos em grupo. Tinhamos um autocarro à espera. Em Abril deste ano voámos para o Newark International Airport. Fomos de shuttle para Manhattan. O hotel (414 Hotel) ficava a algumas ruas, e caminhámos até lá calmamente, empurrando a malinha (chegámos por volta das 17h00).

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

Na 1ª vez foi andar sem destino certo, curtição pura, a achar que já éramos os reis do pedaço por andar nas calmas sem auxílio de qualquer mapa (em downtown mudámos de opinião quando começámos a ter que olhar para o papel e fixar nomes de ruas). Na 2ª caminhámos até ao rio, para fazer o cruzeirinho nocturno.

 

Deu fome. Você entra em qualquer lugar ou tem um ou mais restaurantes favoritos?

 

No 1º dia desta última viagem foi fastfood de carrinho para apanhar o barco a horas. Nos outros, o roteiro de viagem montado por nós já englobava opções (pesquisadas na Net) nas zonas por onde pensávamos estar. A escolha do Pepolino foi sua, Marcie. Gostámos muito.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

O roteiro de compras é um micro-item da(s) nossa(s) viagem(ns). Na 1ª vez caminhámos até mais não.Desta volta, fomos mais a museus, passeámos com muita calma por Central Park, fomos ver zonas recém na berra, como o Meatpacking District, a concertos de jazz. Também deu tempo para um Musical (Fela).

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

A minha NY é cinematográfica – gosto de Greenwich Village (uma cidade dentro de outra), de Bryant Park (olhe bem para o meu ar feliz, com almoço indiano na mão e cupcakes da Magnolia ao ombro, em jeito de sobremesa), de Central Park. Sinto-me a entrar pelo écran dentro, não há nada a fazer.

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

JAMAIS iria a um outlet em NY. Até em Portugal esse tipo de sítios me cansa e tenho um quase “à porta”.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Eu daria a um português – deixe de investir numa semana de férias de papo para o ar numa praia qualquer, ou guardar o dinheiro para os netos. Ir a NY não tem preço pela energia e alegria que nos transmite. Não se enfie em museus, caminhe e olhe muito…

 

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Uma felicidade sem tamanho. Eu e o meu marido adorámos NY.

 

 

 

 

 

 

 

 

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A New York da Mirella Matthiesen.

Pro JFK você voou. E de lá pro hotel, como é que você vai: taxi, limo, shuttle ou metrô?

 

Como meu ponto de partida para Nova York nos últimos 10 anos sempre foi Toronto, eu chegava em  La Guardia ou às vezes ia de carro. Quando no La Guardia, eu optava optava pelo táxi. Sempre ia na fila dos táxis para não entrar em roubada. Agora se eu estivesse no JFK eu optaria pelo metrô se minha mala fosse pequena e o hotel próximo de alguma das linhas…

 

OK, você chegou ao hotel, desfez as malas, e já está na rua: qual é a primeira coisa que você faz?

 

É engraçado, sempre que vou a Nova York escolho uma localização diferente para ficar… então meu ponto de partida é sempre aleatório.

Mas uma coisa é  sempre certa, eu e o Kiko sempre optamos por caminhar, pegamos táxi somente se rola preguiça de andar ou pegar metrô.

O mais gostoso de Manhattan é poder se perder pelas ruas para chegar onde tinha planejado. E nesses becos, ruas e avenidas é que voce acaba encontrando algo que te chama a atenção e que entra na sua listinha de “coisas imperdíveis para se ver e fazer em NYC”.

Passar fome em Nova York é impossível. Sempre que vou a NYC minha lista de restaurantes é imensa, mas no final acabo nunca fazendo o planejado, pois combino de encontrar amigos que sugerem outros restaurantes, ou vejo um restaurante que me chama atenção.

Na verdade, gosto de ir a NYC sem muita programação, me deixo levar pelo cheiro, festivais, praças e tudo mais.

 

Além do roteiro de compras, de que outras maneiras você vive a cidade? Broadway, museus, passeios, cinemas?

 

Compra é uma das coisas que menos me interessa em Nova York ou em qualquer outro destino, por isso raramente lembro de trazer lembrancinhas para a família ou sair das lojas cheia de sacolas. Talvez pelo fato do Canadá oferecer muitas coisas que os EUA oferecem e a um preço mais convidativo.

Nova York para mim é sinônimo de shows (adoro a Broadway), caminhada pelo Central Park, descoberta de restaurantes, andar a esmo, conhecer alguma coisa nova (que acaba sendo o motivo da ida a cidade – a gente sempre precisa de uma nova desculpa, certo?), encontrar amigos ou simplesmente estar lá.

 

Qual é a área da cidade que você mais gosta e por quê?

 

Adoro o Greenwich Village, a Bleecker Street é uma delicia para passear (uma passadinha na Risotteria e na Magnolia Bakery é sempre uma satisfação) e de lá é só seguir para o High Line

Apesar de eu gostar da muvuca da Time Square e da 5a. Avenida, eu gosto mais de curtir a parte “calma” durante o dia (baladas só quando estamos em turma).

 

Outlet é out ou ainda é in? Qual?

 

Outlet é sempre in, principalmente para o pessoal que mora no Brasil. Como eu sempre vou a NYC por poucos dias (2 ou 3), eu prefiro não perder tempo indo aos outlets, e o Canadá oferece praticamente as mesmas coisas e preços que EUA (um pouquinho mais caro, claro!).

 

Quando trabalhava em Long Island, eu ia a cada 2 meses no Premium Outlet dar uma renovada no guarda-roupa e adorava! Mas nunca fui rata de outlet, pois não tenho paciência de passar o dia inteiro fazendo compra… 2 horinhas já me satisfazem.

 

Que conselho você daria para um brasileiro que ainda não conhece New York (se é que existe algum!).

 

Nova York é uma cidade maravilhosa, e como já dizia o Antonio Bandera : “Manhattan é a cidade mais européia da América do Norte”. Você não precisa de carro, em cada esquina tem um café ou um restaurante interessante, as pessoas moram em pequenos apartmentos, o tamanho dos quartos dos hotéis está mais para o tamanho europeu que americano e os locais fazem dos parques seus quintais.

Para o pessoal que vai pela primeira vez eu recomendo conhecer o basicão, mas não esquecer de explorar outras partes da cidade. O Riq fez um post super gostoso sobre o lado “B” de NY.

 

Ao voltar pra casa, o que você sente que está levando de NY? Além do excesso de peso, é claro.

 

Eu sempre volto de NYC com a sensação de que ainda não conheco 2% do que a cidade tem a oferecer. Volto com a sensacao de “Até Breve!”.

Manhattan é minha cidade favorita nos EUA…

 

 

 

 

 

 

 

 

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