Leia sobre esses restaurantes antes que eles passem.

HotDog2

Por se tratar de restaurantes sobre rodas, as estrelas do Guia Michellin (uma fábrica de pneus!) seriam mais do que adequadas.  Mas na verdade é o Vendy Awards. Mais exatamente, a quinta edição do prêmio que escolhe os melhores restaurantes ambulantes da cidade: os chamados food carts e  lunch trucks.  Sim, as carrocinhas que você vê em cada esquina de Nova York, vendendo de cachorro quente a kebab, passando por tacos e uma infinidade de outros quitutes étnicos.

Um dos títulos mais  disputados (o Rookie of the Year) foi para o Schnitzel & Things que fica, ou melhor, estaciona na West 52nd Street.  Mas não só lá: a cada dia semana, os proprietários escolhem um lugar diferente – e avisam a clientela via Twitter!  Se você é chegado em salsicha com chucrute, siga esse veículo!

Na categoria People’s Taste Award ganhou (pelo segundo ano consecutivo) o Biryani Cart que estaciona na West 46th, ao lado da Avenida das Américas. E o prêmio máximo foi para o Country Boys, um street-cart que serve tacos e só opera nos finais de semana no Brooklin: a matriz, nos campos de futebol do Red Hook Park; e a filial, no Brooklyn Flea em Fort Greene.

Segundo o festejado chef Mario Batali , o  Vendy Awards é o Oscar da cozinha para a verdadeira Nova York. Para conferir, e aproveitar os bons preços,  dê uma espiada no site  Midtown Lunch. Você escolhe a especialidade e depois a locação. Alternativa é o que não falta. E, como reconhece esse prêmio anual, também não falta qualidade.

OK, está bem, alguma coisa fica faltando: mesa e cadeira. Mas também o que você queria? Comer bem, barato e, ainda por cima, confortavelmente?!

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Ai, ai, ai, ai…tá chegando a hora….

Tordesilhas

Tudo o que é bom, acaba. Tudo o que é muito bom, também – não é mesmo? Pois é, minha temporada em Sampa está na reta final.

Mas não posso reclamar: além de visitar os “istas”, consegui fazer um monte de coisas.

Conheci – e adorei – um restaurante novo: o Tordesilhas, do qual virei fã de carteirinha. Gostei muito também do La Frontera. Já no Ping Pong, preferi abrir mão da carteirinha…

Meus amigos Trips fizeram uma festa pra mim , onde fui super-paparicada. Obrigada de novo, meus queridos.

Revi muitas amigas e amigos. Tomei café da manhã fora, almocei fora, jantei fora – até lanches na padoca eu tomei. Honestamente? Vou ficar pelo menos 2 semanas sem pisar num restaurante…

Fiz um monte de comprinhas para minha casinha e muitas outras para minha cabecinha.

Fui ao teatro e vi coisas muito boas. E  outras nem tanto.

Ganhei presentes bárbaros, que levo comigo na mala e no coração.

Namorei minha filhota a não mais poder.

À custas de me repetir, who could ask for anything more?

E, pra melhorar, sei que no ano que vem tem mais. E em grande escala. Nossa diretora social já está preparando uma mega-reunião no Rio para abril.

E, enquanto abril não chega, o próximo capítulo será uma reunião Vermontiana, dentro de duas semanas. Adivinhem com quem?

 

BlogBlogs.Com.Br

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Friends

Não, não estou me referindo à extinta série da TV americana, mas sim aos velhos e novos amigos que encontro quando venho pra São Paulo.

Vocês se lembram (quando este blog nasceu) que eu falava de uma comunidade de friends que eu não conhecia, que não se conheciam, mas que mais cedo ou mais tarde acabariam se materializando? Pois é, aconteceu: já conheci várias pessoas, em vários lugares diferentes. Uma pá de gente com quem tenho passado ótimos momentos. Aliás, quem lê meu blog já está careca de saber disso.

E, nesta visita a São Paulo, não foi diferente. Minha nova amiga Ladyrasta recebeu um grupo de amigos do VnV para uma agradabilíssima reunião em sua linda casa. A reportagem completa está lá na queridíssima Majô.

Comes-e-bebes e ótimos papos, daqueles que só a diversidade de pessoas, interesses e vivências pode garantir. Com música de fundo, é claro. E, justamente por ser “de fundo”, não prestei atenção se Gershwin fez parte da seleção. Mas que devia fazer, devia: “Who could ask for anything more, who could ask for anything more?…”

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A arte (quer dizer, o artesanato) de matar saudade.

Minha casinha em NY é uma mini-filial da Vila Madá. Explico: cada vez que venho para São Paulo, levo de volta uma ou duas (ou mais!) peças de artesanato. E compro aqui também a maioria dos presentes de Natal para minhas amigas gringas: elas adoram receber, e eu adoro divulgar os talentos locais.

ProjetoTerra

Hoje, aproveitando um dia tranquilo e o fato de o meu chefe ter esquecido de mim, fui dar uma volta lá.

Marc.Trancoso

A Vila Madalena é para mim o que o SoHo e Tribeca são para os turistas de NY: um espaço para descobrir coisas novas e diferentes a cada visita. Fico fascinada com as novidades, e com muita vontade de conhecer todos aqueles barzinhos e restaurantes.

Reciclamundo

Foi um entra-e-sai de lojas (já sei, já sei: entra EM e sai DE). As de sempre e mais algumas que pintaram no caminho. Saldo final? Algumas sacolas, cartão de crédito com mais débito e menos crédito, e uma mala que me leva à constatação de sempre: artesanato pesa. Mas ajuda a matar a saudade.

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Gnocchi com amor

Uma das grandes delícias de vir visitar a pátria amada, salve, salve, é ter uma filha que gosta de cozinhar. E que o faz maravilhosamente.
Domingo é dia de gnocchi (cujo singular é gnocco!)  neste lugar onde estou hospedada.  E agora eu vou entrar no terreno do EduLuz e da dupla Natalie e Fred: fotografei o passo-a-passo da preparação dessa iguaria que a filhota fez pra mim. Sim, porque ela, tal e qual Ladyrasta, faz tudinho em casa.

Molho

Tudo começa no dia anterior. Por ter morado na Itália, ela aprendeu que o molho – pra ficar realmente bom – tem que ficar hoooooooooras cozinhando (o Costumer Service da Comgás inclusive costuma ligar agradecendo). Quanto mais tempo você cozinhar, mais chances existem de você conseguir que o tomate tupiniquim tenha uma performance de pomodoro italiano.

Carne

No dia seguinte, depois que  molho descansou bastante (do quê, não se sabe!) adiciona-se a carne, e aí são mais algumas horas cozinhando (novo telefonema da Comgás).

Batatas

Enquanto isso, as batatas (que só entraram na receita do gnocco 1.600 anos depois que ele foi inventado) já cozinharam e estão esfriando, à espera do momento em que serão transformadas em pasta. Em algumas regiões da Itália, a pasta é feita de semolina. Em outras, de farinha de rosca. E outras ainda, de espinafre – onde o prato adquire o nome de strangolapretti (literalmente, estrangula-padre).

E então, voilà! Pardon, acho que é melhor usar o italiano: allora, guarda!

Hearts

Mas este foi um prato especial pra mim.

O outro foi este aqui.

ProdutoFinal

Ambos feitos com muito amor. E, apesar da rima involuntária, com muito, muito sabor!

Buon appetito!

PS- Infelizmente, a Ju não cozinha pra fora. Mas hoje em dia quem é que tem cozinha pra fora, não é mesmo?

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A quem interessar poça.

Não, não é um erro: saí de New York pra São Paulo com 90 minutos de atraso por causa da imensa poça d’água que se formou no JFK.

chegandoSP

Se a informação interessa aos meus milhares, tá bom, centenas, oquei, dezenas… O quê? Nem isso?! Então vamos lá: se a informação interessa à turminha, estou em Sampa para uma breve visita. Que além das coisas chatas (bater ponto nos “istas”) também inclui uma namoração básica com a filha que aqui mora. Sem mencionar uma extensa agenda social. E tudo começou muito bem: o receptivo no aeroporto de Cumbica foi fantástico….a filhota e o Sócrates (carro dela!) foram me buscar.

Hospedagem

A hospedagem também é das melhores (recomendo): bem localizado, espaçoso, bem decorado e, de brinde, uma enorme cesta com as frutas das quais sinto mais saudade: banana prata e abacate.

Frutas

De muito chato até agora, só mesmo o calor e o trânsito infernal desta cidade. Lembram daquela história de “São Paulo não pode parar?”. Pois é, alguém precisa avisar que parou. Ontem, por exemplo, eu queria aproveitar para tirar algumas coisas da minha lista, mas não consegui quase nada. De qualquer maneira, a semana ainda está começando, e vem muito mais por aí. Meus milhares… tá bom, minha turminha pode aguardar novidades.

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O dia em que o azul-e-vermelho vira verde-e-amarelo.

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O Brazilian Day New York está completando exatos 25 anos. Trata-se da única festa étnica na cidade que não é um desfile – todas as outras são “parades”: gente desfilando correndinho pela rua. O Brazilian Day, não. Na qualidade de standing party, ele ocupa a 6a. Avenida desde a 42 até a 57. Passando, é claro, pela Little Brazil – o reduto brasileiro da rua 46.

Tendo como gancho a comemoração do 7 de setembro, essa mega-festa reúne mais de 1 milhão de brazucas, vindos não só do assim chamado tri-state (New York, New Jersey e Connecticut) mas de pontos mais distantes do país inteiro.

Na verdade, são duas festas. Da 46 pra cima, uma street fair com tudo o que você possa imaginar em termos de comida, bebida e bugiganga. Da 46 pra baixo um mar de gente assistindo ao show num palco, montado na altura da 43, que ocupa toda a extensão da avenida. Nesse palco, esse ano vão desfilar Marcelo D2, Arlindo Cruz, Alcione, Victor e Leo, e Elba Ramalho.

Como vocês podem imaginar, é muita emoção para a comunidade brasileira – principalmente para os indocumentados que, por não poderem deixar o país, matam a saudade na avenida.

Anote aí: se você passar por New York no primeiro domingo de setembro, não deixe de passar na 6a Avenida. Você vai ver que não há nada parecido com o Brazilian Day New York. Nem no Brazil nem no mundo.

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