E ainda dizem que o Homem é bom por natureza…

Nos Estados Unidos, uma funerária acaba de perder sua licença de funcionamento em consequência de uma prática que faz a gente se envergonhar da raça a que pertence. Na tentativa de oferecer preços compatíveis com a dureza generalizada da população, o que passou a fazer a amável direção da casa?

Começou a oferecer caixões mais em conta. Na verdade, caixões menores do que a altura do falecido. E  pra resolver o problema do que ia além do limite da urna… nem preciso dizer o que faziam. Realmente é de ficar com os cabelos em pé (pelo menos enquanto a gente ainda o tem).

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serrote

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(Péssimas) dicas de viagem

Boa notinha hoje no caderno Travel do New York Times. Pinçaram um site de viagens que, em vez de falar do que é bom, só relata o que é ruim. E não é que acaba sendo interessante e divertido de ler? Você fica sabendo, por exemplo, qual país faz a pior cerveja (é aqui mesmo!), qual é a mais complicada conexão de metrô, a pior toalete do mundo, e por aí afora. Bom, sem mais delongas, o site é o www.titanicawards.com.

 

worstpasta

O criador vive em Estocolmo e, além de postar, ele também entrevista tavellers famosos – falando sempre de seus worst travel moments. Vale a pena checar. De qualquer maneira, espero não ter nenhuma contribuição pra engrossar a lista dos piores do titanic…

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Briga virtual, amizade real.

Antes mesmo de conhecer o José Eduardo, eu já tinha brigado com ele. Explico: no mais puro estilo deixa-que-eu-chuto, eu me meti (de inxerida, mesmo!) numa discussão virtual dele com uma pessoa que comentava no blog do VnV. E, como todo mundo que se mete no meio de algo que não lhe diz respeito,  eu não sabia exatamente o que estava em jogo – e, como consequência, dei um mega fora.

Felizmente o Zé não guarda rancores e, depois que me desculpei, o mal-entendido inicial deu lugar a uma amizade no éter (não usei “virtual” pra evitar a rima).

Bom, o tempo passou e finalmente pintou a possibilidade de um encontro em Boston – metade do caminho entre Vermont, onde ele mora, e NY, onde moro eu. Pra unir o agradável ao útil, aproveitei pra marcar algumas reuniões de trabalho na cidade.

E foi a caminho de uma delas (quem diria) que dei de cara com o Zé, a Debora e o Pedro tomando lanche! Existe coincidência maior? Quer dizer, encontro marcado para o fim da tarde e a gente se cruza sem pré-aviso no meio do dia!!  Acho que era mesmo para acontecer.

Boston1

Abraços, apresentações e a confirmação: jantar no fim do dia em Cambridge, no Henrietta’s Table. Um restaurante que, usando ingredientes 100% orgânicos, consegue agradar 100% dos clientes, sejam eles vegetarianos, carnívoros, amantes do vinho ou da cerveja. As sobremesas, então, são daquelas que não deixam nada sobre(a)mesa.

Henrietta

Foi nessa atmosfera que falamos de tudo e de todos (falando sempre bem, é claro…). E marcamos um eventual encontro em Vermont no início do outono, quando as folhas vão do verde para o amarelo, para o ferrugem, e finalmente para o chão (esperamos chegar lá, é claro, antes desse último estágio).

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Na Itália, um olho nas ruínas, o outro na carteira.

Acabo de ler uma matéria sobre como se precaver de golpes praticados contra os turistas na Itália. A coisa atingiu tal proporção que o MSNBC colocou um post no ar dando dicas de como se defender. Mesmo reconhecendo que, em termos de segurança, a Europa é muito menos perigosa do que os Estados Unidos (na Europa, a subtração de seus pertences raramente é acompanhada de violência), eles listam uma série de golpes a que o turista está sujeito quando de sua visita.

O primeiro é o golpe da falsa briga: você está tranquilamente andando na rua quando, de repente, vê-se diante de uma discussão entre uma jovem atraente e um vendedor ambulante. Intervalo pra comentar: não tem briga mais gostosa de assistir do que o entrevero real entre dois italianos. Continuando: o vendedor está acusando a bella ragazza de tê-lo roubado. Ela, furiosa, vai tirando a roupa pra provar que não roubou nada. Você, distraído com o espetáculo, nem percebeu que sua carteira já era….

Outro golpe muito aplicado é o do troco: a antiga moedinha de 500 liras é muito parecida com a nova de 2 euros. Fique atento. Muita atenção também quando for trocar dinheiro no banco: confira tudo direitinho. Os caixas contam com sua pressa ou falta de paciência, depois da fila interminável que você enfrentou.

Euro

A lista de picaretagens é longa. Vamos a mais duas ou três. No táxi, preste muita atenção se o taxímetro está funcionando. Se for um táxi sem o aparelho, duas alternativas: não pegue ou, se pegar, combine o preço antes. Lembre-se também que não existe Polizia del Turista em lugar nenhum na Itália. Portanto, se um representante da classe se aproximar de você, ou corra ou chame um policial de verdade. Por último: apesar de toda a nossa compreensão em relação às comunidades nômades do leste europeu, fuja, repito, fuja de qualquer cigana – principalmente as que tiverem bebê de colo. Enquanto você faz bilu-bilu, sua bolsa bau-bau.

Resumindo: procure prestar molta attenzione. Afinal, quem tem que se divertir na Itália é você, não os golpistas.

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A notícia é sobre um museu, mas é novinha.

HermitageAms

Pra quem ainda não leu na assim chamada mídia de massa: Amsterdam ganha a primeira “franquia” mundial do Hermitage. Não só ganha como já botou pra funcionar.

O Hermitage Amsterdam abriu suas portas com a exposição Na Corte Russa: Palácio e Protocolo no Século XIX. OK, não é exatamente o que a gente gostaria de ver do acervo do Hermitage, mas dia 6 de março de 2010 esse problema vai estar resolvido. Naquela data, o Hermitage holandês, que ocupa o espaço de um antigo asilo (Amstelhof),  abre com Origens da Arte Moderna: Braque, Matisse e Picasso. Aí, sim, a coisa vai pegar: filas quilométricas pra ver um pouquinho do que se esconde nos quilométricos corredores do Hermitage original.

Que fica baseado em St Petersburg. Tá bom, eu sei que todo mundo sabe disso, mas era o único jeito de eu usar a palavra “baseado” – que combina muito bem com Amsterdam. Ou não?!

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Que esquina é esta?

Marilyn

Todo mundo já viu esta cena. Mas muito pouca gente sabe onde ela aconteceu.

Se você conhece Nova York, certamente já passou pelo local. Mas, como não há placas, setas ou avisos, é claro que o fato passou em branco (branco como o vestido dela).

Foi nesta esquina entretanto (calma, conto já, já…) que 55 anos atrás uma Marilyn de saia esvoaçante barbarizou a sociedade da época. O filme, Seven Year Itch foi feito logo após o divórcio entre a loira e Arthur Miller, o genial autor da peça A Morte de Um Caixeiro Viajante.

Bom, voltando à esquina – que é uma das mais reproduzidas do mundo em fotos, posters e também online – ela é muito simplesmente o ângulo da Lexington com a 52. Perto de lugares um pouco mais familiares pra todos nós, como a Bloomingdale’s, a Levi’s, o PJ Clarks, a Victoria’s Secrets, Diesel, etc.,etc.

 

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